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Não ao Conflito

Chegamos ao momento mais perigoso da campanha eleitoral e é preciso que todos, independente de preferências e lados tenham muita atenção. O eleitor comum, cidadão, profissional, que tem suas atividades e uma família, precisa refletir com frieza e não se deixar levar pelas ondas dos políticos. Para eles é um confronto de vida ou morte, pois envolve muitos interesses, valores e principalmente a detenção do poder. Lamentavelmente, os últimos governos conseguiram com esses anos de aparelhamento, sedução e cooptação, criar uma massa de manobra interesseira, que simplesmente vai para o ataque e influenciam outros desavisados a entrarem num conflito, como se fosse (e é) uma guerra. 

Somos todos brasileiros e não podemos nos deixar levar pela emoção passional que nos domina. Pessoalmente, já estou vivendo indisposições com parentes e amigos, por opinar, nem sempre da maneira que eles esperavam. São incapazes de parar para pensar e dar tempo para que as “cortinas de fumaça”, lançadas por especialistas em intrigas e marketing maldoso, se desfaçam com a objetividade e clareza do tempo. Ninguém pode esperar e estamos todos exaltados.

Nós, não políticos, mas necessariamente politizados, não conseguimos, com nossos tantos afazeres,

ter a mesma elasticidade e participação no desenrolar dos fatos. Os “especialistas” não. Transpiram e vivem os contextos políticos 24 horas. São muito mais hábeis e frios, pois são profissionais e estão ali nessa disputa, olhando para nós como peças de um tabuleiro. Não há condescendências, respeito ou sentimentalismo. Somos apenas números de uma equação que está sendo jogada, valendo tudo, sem pudor ou escrúpulos.

O que está acontecendo com a turma da esquerda é desesperador para eles. Jogam todos os minutos como se disputassem o ar que respiram e sabem que a possível vitoria do opositor, será mais que uma derrota política. Será o desfazimento de um projeto, de certa forma bem implantado, e que lhes tem garantido o discurso e a subsistência fácil. Nunca nadaram em tanto dinheiro e numa vislumbraram uma perspectiva de implantação de suas “cartilhas de domínio” como até então.

 O Brasil, dividido e muito cansado das mazelas petistas e de seus aliados, está gritando por libertação. Não há alternativa: já mudou e vai mudar mais ainda! O brasileiro desempregado não acredita mais em promessas mentirosas e não houve espaço para todos, como era de se esperar. Este fisiologismo de cargos públicos e semi-privados, distribuídos aos “cumpanheiros”, está no limite. Já não enganam mais e o aparelhamento desde as escolas até o Supremo Tribunal dá sinais claros de fadiga. Todo sistema tem um limite de sobrevivência. E quanto maior é o país ou países unidos, maior o desgaste e risco. Foi assim com a União Soviética, que privilegiava os “camaradas dirigentes” e oferecia a “simplicidade” e a penúria em larga escala para os membros da massa. Vemos a desgraça do povo venezuelano como exemplo, que os opositores estão sendo jogados pelas janelas dos altos andares, nos prédios da estrutura de repressão. A esquerda, rouca e sem argumentos, repetem como mantras que são as necessárias conseqüências de uma guerra, num “país democrático”. Defendem e se relacionam intimamente com ditaduras sanguinárias, mas, retoricamente, pregam a romântica liberdade, a democracia, como pedófilo que engana a criança para perpetrar suas nefastas e deploráveis maldades. O pior, é que tem muita gente (e gente boa) seduzida, cooptada e regiamente paga para repetir e saldar ditadores como se fossem símbolos de libertação. Saúdam Fidel Castro com exemplo. Ele teve seu valor pela resistência e oposição ao império americano, mas o que não se fala são dos sumários assassinatos de milhares de patrícios e outros por não concordarem com a voz de mando. Entretanto, ele e Guevara são ovacionados como libertadores e a pergunta é: Libertam dos americanos, mas imediatamente escravizam o povo sem direitos, nem de pensar?  Sistema pobre e igualitário para todos, mas Fidel morreu apontado por banqueiros internacionais como um dos homens mais ricos do mundo! Ao povo a igualdade mínima. Ao ditador, a opulência e a luxuria da riqueza.  E não é diferente em qualquer república comunista, ou qualquer outra pseudo denominação. 

Mas, sabiamente, implantaram nos brasileiros a dúvida e a divisão, do “Nós Contra Eles”. Agora, ao sinal de uma reação, estão desesperados e jogam com todas as armas, incluindo as mais cruéis e baixas.

Somos contra a qualquer tipo de violência, venha de lado vier, Os praticantes desses atos recentes devem ser identificados (isso é muito importante), presos e punidos. Nada garante que um lado, no desespero, cometa atrocidades para jogar a culpa no outro. Daí, a importância da identificação, doa a quem doer. Em situações como a que estamos, crimes vulgares, por motivos fúteis e perversos, costumam ser usados e qualificados como crimes de motivação política, - prática comum aos defensores criminalistas.   O fato lamentável do assassinato do capoeirista baiano é um exemplo. Não representa o desejo do Bolsonaro, e este fato, com outras motivações, pode estar sendo usado como arma política. É preciso lembrar a história: em 1930, João Pessoa foi assassinado em Recife por motivos passionais e pessoais, que nada tinha a ver com a política, mas, resultou numa revolução, tomada de poder e deposição de um presidente, onde Getúlio Vargas soube bem se beneficiar da circunstância.

Não vamos nos deixar levar por estas manobras e intrigas. Este refrega eleitoral vai passar e as amizades devem ficar. Apesar de que, nesse embate as pessoas que acreditávamos e tínhamos apreço, estão revelando a verdadeira face.


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