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Defunto Pobre

A morte da uma médica brasileira, Raynéia Gabrielle Lima, na Nicarágua, assassinada por agente paramilitar virou caso de contenda diplomática, onde o Itamarati pede severas explicações às autoridades daquele país. Entretanto, todo dia, ou pelo menos um dia ou outro, morre gente aqui no Brasil, especialmente no Rio de Janeiro, sem que tenha, ao menos, uma solução policial, apresentando os culpados, e uma Justiça Imparcial e severa punindo estas indesejáveis atuações. Fora o caso da vereadora Mariele Franco e seu motorista, que ganhou projeção nacional, (e muita gente está usando política e eleitoralmente esta morte), os casos cotidianos, de pobre viventes em comunidades, vítimas do fogo cruzado, ou ainda policiais militares, caem no esquecimento.

 

Há uma ligeira comoção, protestos pasteurizados, e no dia seguinte, “que venha o próximo”, vítima da nossa complacência com bandidos, milicianos, ou outra categoria exterminadora, ainda não catalogada.                                                                                                                                                                  

É a historia prática de só se queimar vela com “defunto importante”; pelo menos no conteúdo do fato. O resto (que é considerado resto) que se dane. Defunto pobre não dá mídia. Lamentavelmente!


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