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Bye, Bye Brasil

O Estado do Rio de Janeiro passa por seu mais grave momento econômico e político de toda sua história. Mergulhado em muitas nuances de crises, inclusive moral, muitos, atônitos, se perguntam como é que se pode chegar a tal decadência sem que nenhuma providência fosse tomada. O que realmente aconteceu?

Digamos que ocorreu uma convergência de muitos fatores. Em todos os governos anteriores, considerando de Chagas Freitas até Garotinho, sempre existiu corrupção e desvios. Entretanto, a escala era menor, e não havia formação de grandes grupos. Era uma espécie de corrupção na base de cada um por si. No governo de Benedita da Silva (PT) começaram a se formar os primeiros grupos organizados e aliados para a corrupção. Passou por Rosinha Garotinho, já com problemas mais definidos, e começou a grande organização criminosa com a eleição de Sergio Cabral; que se torna aliado de Lula e a escala foi crescendo de forma avassaladora.

Nesse período ainda existia um fator que impedia o aparecimento gritante dos desvios. Era a entrada firme e forte de dinheiro no caixa do Estado vindo dos royalties do petróleo, que se conservava em patamares economicamente robustos. 

Entretanto, outros fatores se alinharam a falta de pudor e implantação gradual, organizada e sistêmica. O petróleo despencou de preço, os governos populistas e corruptos do PT, contribuiu com novas técnicas de desvios e subtração de recursos a partir do perdão de dívidas, desoneração de impostos e superfaturamento em tudo: obras, medicamentos, contratos de prestação de serviço, e até alimentação de presos. Implantaram Organizações Sociais (OS) para administrar atividades públicas, já com grande participação nos desvios. A prática criminosa, ávida de maiores “lucros”, se estendeu pelos órgãos fiscalizadores, deputados, agentes da Justiça e do Tribunal de Contas. A rede criminosa se formou e muitos funcionários públicos aderiram, formando uma organização viciada e apta a grandes desfalques.
Toda prática criminosa que fica impune, viraliza, se espalha e torna-se descuidada. Num determinado momento cresce tanto que perde o controle das próprias ações.  Mas, quando chega a este estágio é quando se tem a “certeza da impunidade”, e se perde a medida de cada ação; e os erros de processamento vão denunciando o esquema.
Por desequilíbrio nas receitas a dívida interna cresceu e começam a aparecer os furos do sistema combalido. Os repasses passam a ser faltosos, o Estado descuida dos municípios e passa a vê-los como opositores; e os sistemas de Saúde e Educação entram em colapso, atingindo a UERJ, que era uma das melhores universidades do país.
Os sistemas de segurança são sucateados, as polícias Civil e Militar vão sendo desaparelhadas, tornam-se ineficientes, enquanto o banditismo urbano cresce violentamente. As grandes cidades do Estado tornam-se alvos de traficantes, assaltantes, estupradores, vândalos e vagabundos. Rapidamente, cidades inteiras entram em pânico e não conseguem dar respostas objetivas aos seus munícipes. É um estado de pavor contínuo.
Ameaçados e acuados, estes habitantes se deprimem, se recolhem e pensam imediatamente e sair do país. Qualquer pessoa que tenha profissão e recursos financeiros vai mudar de país por medida de segurança. Os destinos mais comuns no momento são Portugal e o Sul dos Estados Unidos.
Em Niterói o êxodo é grande, principalmente dos casais mais jovens. Grandes empresas estão sendo fechadas para dar seguimento e criação de outras nesses países de destino. Até o final de 2017 ainda serão fechadas muitas empresas. Seus donos, alguns até de meia idade temem por suas vidas e familiares e consideram que todo transtorno da mudança é menos arriscada do que permanecer no Estado do Rio de Janeiro. 
Melancolicamente vamos ouvindo repetidamente: bay, bay, Brasil!  É o fim do caminho.

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