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Crise ou Falência Moral?

Com tudo que estamos assistindo na nossa “terra brasilis”, tenho uma certeza simples, nua, cruel e que devemos guardar dentro do peito: a crise é moral. Estamos acabados moralmente depois da “fuga” do STF ao cumprimento da Lei.

As leis cuspidas por este Congresso imoral são feitas apenas para a segurança e impunidade dos seus integrantes. Mas o STF deveria, principalmente no caso Aécio Neves, ter interpretado as circunstâncias legais em um fato que agride a moral e os bons costumes. A vergonha e indignação que eu e você leitor sentimos é avassaladora.

O sorriso do Aécio foi muito mais que um tapa na cara. Um sorriso que não deveria existir no mundo jurídico por razões imorais provenientes do Congresso e, agora, com a “largada de mão” do STF. O sorriso do Aécio foi devastador para todos nós cidadãos de bem.

O mau cheiro que sempre habitou o revoltante Congresso inicia uma perigosa jornada pelos corredores dos Tribunais Superiores, contaminando os gabinetes mais politizados.

O penúltimo bastião de confiança do cidadão sempre foi o judiciário que, agora, está perdendo os olhares mais confiantes do brasileiro. Uma lástima!

Sérgio Moro estava levantando a bola do judiciário, mandando para a prisão importantes e ricos empresários. Mas, segundo venho lendo, nenhum político foi condenado pelo STF no escândalo da Lava-jato.

A imobilidade do judiciário sempre representou um facão cravado nas costas do cidadão de bem e é comparado muitas vezes ao INSS. Com o facão sangrando em nossas costas, andamos de lá pra cá tentando solucionar coisas simples emperradas numa burocracia escancaradamente letal, pois aliada à falta de estrutura para atendimento à população e com leis processuais muito defasadas, apesar do novo Código de Processo Civil.

Na verdade (e é o que se assistiu também no caso Aécio Neves), somente os processos de “famosos, ricos, políticos em destaque” é que correm rapidinho no STF. Pelo que vemos, processos de pessoas comuns ficam enterrados por lá, anos a fio a mofando a espera de uma pauta para julgamento. 

Não deveria ser assim. Afinal, em tese, a justiça é igual para todos e para todos deveria dar o mesmo andamento perante a Lei. Se a “prisão” domiciliar do Aécio foi motivo para julgamento rápido, o que diria um cidadão comum efetivamente preso em Bangu? O seu julgamento deveria também ser muito rápido? Por que não é?

A legislação é falha, assim como os ministros da atual safra do STF, que foram escolhidos por governos populistas obedecendo a critérios políticos.  Dessa forma, a técnica jurídica, o saber jurídico e o julgamento com isenção, deixaram de reinar no STF.

Agora, com um STF se distanciando do cidadão a passos largos, a nossa verdade passou a viver num ponto de interrogação. O povo, assistindo e convivendo diariamente com o problema moral, assiste ao escárnio cívico. Crianças vêem na TV criminosos saindo da prisão sorrindo, como se o crime compensasse. Adolescentes estão assistindo aos políticos que elegeram ficarem milionários, e depois flagrados recebendo propina em dinheiro vivo, acabam soltos e vivendo nababescamente do dinheiro roubado. O que dizer a eles diante desse péssimo exemplo de nojeira moral.

Político que é dono de helicóptero apreendido com centenas de quilos de cocaína transita livre, leve e solto pela terra brasilis. Pablo Escobar não é pior que essa corja. Desculpem. Está tudo tão moralmente ruim e difícil de consertar que já vejo instalada a falência dos poderes constitucionais, cúmplice de uma quadrilha imensa que está roubando à luz do dia.

Falta, realmente, uma revolta popular. Incendiar Brasília não é o correto. Mas, devemos ficar quietos, inertes?


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