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Vida Longa a DC

Há anos que a Warner Bros tenta, sem sucesso, construir seu universo cinematográfico de super-heróis para rivalizar com a Marvel; e talvez tenha encontrado a solução no mundo dos games: Entregar a franquia a Ed Boon e à equipe da Nether Realm Studios, responsáveis mais uma vez por desenvolver o ótimo “Injustice 2”, novo jogo de luta estrelado pela trindade Superman, Batman e Mulher Maravilha.

A continuação de “Injustice: Godsamongus” (2013) conseguiu aperfeiçoar o que já funcionava e consertar os erros, além de adicionarem uma vida nova ao game. A única coisa que fica um pouco abaixo é o enredo, uma sequência direta do original, mas ainda muito superior que a trama apresentada por qualquer filme até aqui.

O modo campanha continua o enredo de “Godsamongus” cinco anos após a prisão do Superman (que se tornou um ditador assassino), Batman tenta reconstruir o mundo. Até que a chegada de um poderoso inimigo obriga as forças opostas formadas por antigos super-heróis e vilões a se unirem. E a história ainda traz a recruta Supergirl, recém-chegada a Terra, serve como “olhos frescos” para esse estranho novo mundo, além de ser uma nova representante dos ideais que já foram tão defendidos por seu primo.

Ao longo da campanha, o jogador controla grande parte dos 28 personagens disponíveis. Apesar de serem obrigados a usar alguns heróis durante a maior parte do tempo, alguns capítulos oferecem a possibilidade da escolha entre duplas, que interagem de maneiras únicas com seus adversários e criam uma leve ilusão de influência na história.

O sistema de luta recebeu novidades que ampliam as possibilidades, e ainda mistura simplicidade com opções para quem gosta de se dedicar mais a combos. Isso porque a barra de especiais pode ser consumida para melhorar os poderes, aumentar o deslocamento ou bloquear com mais eficiência. 

Quem sabe um dia o universo cinematográfico da DC atinja o nível de qualidade da realidade paralela construída nos games da Nether Realm — parece que “Mulher-Maravilha” pode finalmente dar o pontapé inicial a uma reação. Até lá, a Warner poderia aprender algumas coisas com Ed Boon.


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