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A Vida é Demais

Será que a desgraceira de mortes, acidentes gigantes e coisas do tipo que vêm assolando o nosso país já pararam?

Não vou ficar aqui repetindo as ameaças, mas o ano começou com o pé esquerdo, com o pé na cova, literalmente.

De repente e depois de muita desgraça no curto espaço de tempo, algo despertou dentro do ser humano brasileiro. Esse “algo” pode até não durar muito tempo, mas muitos perceberam que a vida é um bem disponível por tempo limitado. Uma coisa obvia, mas que jamais prestamos muito a atenção enquanto estamos ainda produtivos e ativos.

O brasileiro, na verdade, nunca foi muito de valorizar a própria vida, nem o próprio tempo.

Assistimos todos os dias pessoas correndo com seus carros numa incrível roleta russa. Vejo pessoas se arriscando pilotando moto de sandália, sem camisa, sem capacete e sobre calçadas.

Com base nesse comportamento alienado, além da violência gratuita pela qual passamos cotidianamente, nossas vidas não valem muito aqui nesse país.

Daí e depois dessas tragédias chamadas Brumadinho, CT do Flamengo, morte do jornalista Ricardo Boechat, muitos descobriram que a vida vale à pena e que merece ser vivida plenamente.

Ouvi até uma história muito interessante. O indivíduo guardava e acumulava com cuidado em sua adega os vinhos mais caros. Não os bebia, esperando uma tal de “ocasião especial”, e na verdade nunca prestava a atenção se aconteceria ou não. Pois bem... Um dia ele teve um mal súbito e morreu.

Tempos depois a viúva se casou novamente, e com o seu novo marido, passou a beber todos os vinhos arduamente guardados pelo falecido, tendo uma vida feliz, inclusive junto aos seus amigos que ela fez questão de dividir os valiosos vinhos.

Depois dessa história, que circulou pelo whatsapp exatamente na mesma época dos desastres nacionais, muitos passaram a abrir seus vinhos mais valiosos e, com os olhos brilhando de alegria, descobriram que uma taça com seus amigos, ou com o seu amor, é algo para se fazer durante a vida muitas vezes.

Portanto, use tudo que tem, abrace os seus amigos, diga o que sente para o seu amor, seja prudente no seu dia a dia, mas faça de tudo que lhe agrade!

Depois de ver aqueles jovens atletas do Flamengo partirem num triste adeus, percebemos que a vida é um labirinto que tem uma única saída; mas que você precisa viver intensamente todos os momentos em que está dentro dele.

Deixamos mensagens gravadas dentro das outras pessoas. Isso é obvio. Tanto é que as pessoas têm uma visão crítica de todos nós. Faz parte.

Foi o que concluí com a morte súbita do Boechat. Uma pessoa amada por muitos, mas que podia ser contundente nas suas críticas.

Ricardo Boechat era o tipo de pessoa importante e conhecida no Brasil e exterior, que vivia como uma pessoa comum. Tinha amigos importantes, mas valorizava aquele motorista de táxi, o garçom, o balconista da lavanderia... Fornecia o seu numero de telefone para os seus ouvintes. E atendia.

Outra boa do Boechat é que era um homem família. Não precisava dizer “eu te amo Veruska”. Simplesmente a tratava como ”doce”, minha doce Veruska. Portanto, não precisava falar “eu te amo”. Era um ser humano de peito aberto! Assumia seus erros e não apregoava seus sucessos.

Depois desse início de ano tenebroso, fiquei feliz porque passamos quatro dias sem nenhum conhecido nacionalmente falecer.

Mas, é a vida, é bonita, é bonita, cantou Gonzaguinha.

E você? Já elogiou um amigo hoje? Já disse abraçou alguém que mora no seu coração? Ajudou alguém esta manhã?

Vida! Seja bem vinda de volta!   

 

 


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