Diz Jornal - Cultura e Cinema | Documento | Nutrição | Informes | Internet | Edgard Fonseca | Pelo Whats | E! Games | Fernando Mello | Pela Cidade | Em Foco

Os artigos assinados são de responsabilidade dos autores

Tels: (21) 3628-0552 / 9613-8634
Rua Cônsul Francisco Cruz nº 03 - Centro - Niterói/RJ | 24020-270
Email: dizjornal@hotmail.com

PROJETO GRÁFICO - Edgard Fonseca Comunicação Ltda.
TIRAGEM IMPRESSA: 16.000 Exemplares

Newsletter
Receba nossas edições no seu e-mail.

 
 

-----------------
Tnews
Era Bom, Ficou Ruim...

-----------------
Egames
Revivendo Clássicos...

-----------------
Fernando Mello
O Morro e os Encostos...

-----------------
Edgard
Perdendo a Decência da Lucide...

-----------------
Edgard
Nikitikitikeru...

-----------------
Internet
Celular Dobrável...

-----------------
Cultura e Cinema
A modinha que não sai de moda...

O Morro e os Encostos

O “novo” e fatal desabamento ocorrido no Morro da Boa Esperança nos deixa muitas lições. Mas, será que aprendemos?

Será que a culpa vai recair sobre nos pobres moradores das áreas de risco da cidade?

Ou a culpa vai cair nos “coitados e vítimas da imprensa”, os governantes ineficientes montados numa administração de papel picado? Afinal, tudo é festa quando se parte para eleições.

É um vale tudo vergonhoso. Permitem que muitos se instalem nos morros, criando as favelas e tratam os favelados como eleitores de primeira, mas que vivem nas comunidades com qualidade zero e abandonados à própria sorte.

Escuto histórias mirabolantes e diferentes há muito tempo.

Por exemplo, como o Cesar Maia, que criou o modelo “favela-bairro” no Rio de Janeiro. Muitos ficaram felizes, mas grande parte dos moradores que paga os seus impostos restou indignada. Não porque os moradores não merecessem aquilo, mas porque era uma solução politiqueira para um grave problema nacional que é a moradia.

Portanto, quando na época assisti na televisão uma espécie de piada, com um morador no orelhão falando para o seu parente que poderia migrar para o Rio porque “é só construir um barraquinho que você fica dono, ganha luz e água de graça”, quase não ri de indignação.

Foi uma piada que demonstra a verdade. O então prefeito do Rio César Maia ao invés de encher a cidade de turistas que traziam riquezas, resolveu lotar os morros de pobres imigrantes, que acabam custando muito caro. Não foi um programa de sucesso para a cidade do Rio de Janeiro. 

No Morro do Bumba foi aquilo que assistimos: deixaram que muitos construíssem seus barracos numa área degradada e que foi usada como lixão. Com todas essas absurdas proibições, mesmo assim, construíram ruelas, forneceram água e luz (na época, Cedae e Cerj). Pronto! Estava construída mais uma comunidade para os eleitores. Para os pobres eleitores que iriam sofrer com todo o desabamento. 

Achamos que depois do Morro do Bumba, uma triste tragédia humana, nunca mais isso iria acontecer (palavra de político com lágrimas nos olhos).

Claro que o poder público continuou na sua saga desgraçada de conquistar mais e mais eleitores e não importa como. São promessas e mais promessas. Mentiras e mais mentiras. 

Dessa forma, fizeram o mesmo com o Morro da Boa Esperança. Deixaram aquilo crescer, entre árvores derrubadas e pedras soltas, num terreno instável, um morro íngreme, em certas épocas ocorrem chuvas torrenciais, como sabemos.

Mas nada e nem ninguém queria saber. “Há um estudo...”, alguém disse alguém numa entrevista. Não ficou pronto em 2017. A área sempre foi de risco, “mas o risco era médio”... Por fim, numa entrevista, iniciou-se a “fase de desconhecimento” muito comum no poder executivo de várias cidades quando se busca por responsáveis pelo acidente.

“O estudo de risco não identificou a rocha que provocou a tragédia”. “A Região não foi definida como prioritária no mapeamento de risco”. 

O prefeito de Niterói, Rodrigo Neves disse: "Não foi deslizamento de encosta, mas rachadura de um maciço de Área de Preservação Ambiental (APA), portanto não havia necessidade de contenção de encosta".

Por fim, a diretora do DRM – Departamento de Recursos Minerais do Estado, Sra. Aline Freitas afirmou; “"A prefeitura está incorreta e equivocada em dizer que o DRM fez inspeções aqui. O único mapeamento do órgão foi em Jurujuba, entre 2016 e 2018. Aqui não foi feito mapeamento por nós e nem fomos solicitados para fazer o estudo. É importante dizer que, a obrigação era da prefeitura verificar se aqui era área de risco ou não".

Enquanto isso choramos os mortos e não aprendemos a lição, porque poderemos votar nos mesmos políticos irresponsáveis no futuro.


-----------------
Fernando Mello
O Morro e os Encostos

-----------------
Fernando Mello
Cheque Especial Demais

-----------------
Fernando Mello
Fechar o Supremo Tribunal Federal

-----------------
Fernando Mello
Cabeça Eleitoral

-----------------
Fernando Mello
Celeiro da Corrupção

-----------------
Pela Cidade
Adesão Total...

-----------------
Pela Cidade
Pedro Genn Desiste de Concorre...

-----------------
Pela Cidade
Toda Poesia do Cecchetti...

-----------------
Pela Cidade
Encontro de Corais...

-----------------
Pela Cidade
Chá Feminino de Adesão ...

-----------------
Pela Cidade
Encontro de Apoio...

-----------------
Pela Cidade
Mérito do Repórter...

-----------------
Pela Cidade
Festa da Família Lemos...

-----------------
Pela Cidade
Encontros...

-----------------
Pela Cidade
Lançamento Eleitoral de Suces...
 
Últimas Edições
Rua Cônsul Francisco Cruz nº 03 - Niterói/RJ | (21) 3628-0552 / 9613-8634 | dizjornal@hotmail.com
Creat by EADesigns