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O Voto Facultativo

Chegamos naquele momento nacional em que devemos sacudir o espírito de civilidade que existe em nós, com inteligência e decisão.

Chegou o momento do voto, daquela tecla verde que pode modificar muito a nossa vida para os próximos 10 anos. Sim, escrevo 10 anos porque é o tempo mínimo para se consertar as besteiras de algum governo irresponsável.

Pois, bem, identifico que um dos maiores problemas na nossa democracia é o voto obrigatório. 

O voto obrigatório não estimula a democracia, já que o eleitor é obrigado a votar, sob pena de pagar aquela multinha ridícula e também (que é o que me preocupa), caso você não preste contas com o TRE, você não tira ou renova o seu passaporte. “Como irei imigrar para a Venezuela sem passaporte”, brincou um amigo.

Qual seria o bem maior do voto facultativo? Primeiramente, acho que a qualidade dos eleitores iria aumentar, porque será aquele verdadeiramente interessado em política e que está comprometido em mudar o país para melhor, a seu ver, claro.

Dessa forma, muitos políticos que vivem sendo reeleitos e acabam por criar verdadeiras comunidades de familiares “empregados” pelos muitos gabinetes, teriam que rever seus métodos, além de vantagens que não me cabe aqui classificar.

Na verdade, o político profissional é uma presença nefasta para a Nação e creio que o voto facultativo iria reduzir muito a quantidade dessas “raposas”.

Em minha opinião, o voto obrigatório vai alimentando um cadáver com vermes. Sim, porque acredito que a renovação fica mais difícil. Consertar erros políticos fica mais difícil. Tirar do poder, ainda muito mais difícil.

Ou seja, o político fica estabelecido depois de montar a sua “franquia” de curral eleitoral.

Todos os anos de eleição é a mesma coisa. O político “velho raposa”, que você nunca mais viu nos anos seguintes à eleição, principalmente faltando às sessões onde “representa” o eleitor, aparece num toque de mágica, caminhando pela cidade, indo aos shoppings e festas filantrópicas como um ser comum. Vai passando a data da eleição e ele se torna mais presente e, nas semanas da campanha oficial chega a parar para apertar a sua mão. Por fim, reúne os seus cordeiros e os alimenta com novas promessas, fala bonito, oferece chá ou café... Vai até a associação do seu bairro e promete, promete e promete... É a criação e manutenção de novos currais eleitorais. Tudo porque ele sabe que o voto é obrigatório e que você terá que ir, como um boi vai beber água, até a zona eleitoral para votar.

Quando eu votava em Icaraí, sempre ouvia nas filas do Clube Central algumas frases do tipo “estou com pressa para ir à praia”, “que saco ter que votar” e “que chato não liberarem a bebida alcoólica”...

Enfim, o foco sempre foi outro. Eleição e voto para muitos brasileiros significam apenas o chato que é a propaganda eleitoral gratuita e ter o compromisso de ir votar no domingo.

Se o voto fosse facultativo, certamente a qualidade do voto iria aumentar. A presença será sempre daqueles que têm o real interesse e melhorar o país, suas vidas e o futuro.

Muitos são os países onde o voto facultativo é aplicado. O engraçado é que dos 15 países com o maior PIB do mundo, o Brasil é o único cuja democracia obriga o cidadão votar.

E, para minha grande surpresa, até a China adota o voto facultativo. Mas por lá o corrupto é bastante raro porque são executados no paredão da honestidade.


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