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A Morte Anunciada

A morte anunciada do Museu de História Nacional não foi apenas a destruição do importantíssimo acervo e do prédio. Vai muito mais além. Foi a morte da história, dos sonhos dos universitários de museologia e arqueologia e dos nossos sonhos, que desde criança foram alimentados naquelas visitas escolares.

A nossa história e a do mundo receberam um duro golpe.

Que me desculpem os nacionalistas de plantão, mas neste momento estou com vergonha de ser brasileiro. Muita vergonha e tristeza. 

Governos e instituições não conseguem administrar nem um prédio. Viramos as costas para a cultura e para a história.

Um povo sem cultura e agora sem os registros mais importantes de sua história, consumidos nas chamas alimentadas pela corrupção, descaso e abandono.

Se governos pouco ligam para a saúde da população, imagine a importância que vai dar para a cultura, a história e o passado. 

A morte do Museu Nacional causou tristeza internacional e revelou, mais uma vez o que todo mundo já sabe, que o Brasil manda o pouco dinheiro que reserva para a cultura para o ralo da corrupção e incompetência.

Falta de vergonha na cara e de uma verdadeira responsabilização.

Um ministro da cultura em outros países iria pedir demissão por vergonha. Ou vociferar contra o próprio governo que o sustenta. Nada disso aconteceu (até o momento em que escrevo esse artigo).

Aliás, convenhamos, falta vergonha na cara de muitos. A própria UFRJ, que finge administrar o Museu tem demonstrado que sua capacidade gestora é terrível. Gestores da UFRJ deveriam perguntar aos seus próprios competentes professores como deveria agir para melhorar as condições da Universidade.

Um exemplo de descaso, desrespeito e falta de gestão é o caso do Canecão, que a UFRJ fez de tudo num longo processo judicial para retomar o prédio e conseguiu. Resultado: o Canecão, importante palco do cenário musical e cultural do Rio de Janeiro foi totalmente abandonado e será a próxima vítima.

Muitos artistas se perguntam: por que a UFRJ lutou tanto? Para abandonar a cultura e arte ao léu?

O Canecão é um dos pontos do comportamento da gestão pública irresponsável e que, agora, está representado no infeliz e de incomensurável prejuízo que foi o incêndio do Museu Nacional. 

No campo federal, claro que cultura é encarada como shows, nunca com a existência de museus.

O Museu Nacional funcionava com verba de R$ 600 mil/ano. Mas vejam que a classe artística sempre teve o seu ganha-pão garantido junto ao governo federal como indicam os investimentos de R$ 516 mil para o DVD do MC Guimê ou R$ 4.100 milhões para a turnê de Luan Santana. Mas não tinha verba para um importante museu no cenário internacional.

Agora, vêm todos chorar na frente das câmeras lamentando a partida do Museu Nacional para as cinzas, incrementar a #lutopelomuseunacional e etc.

E ficamos todos achando muito justo e adequado.

Todo mundo gosta de dizer que o Brasil é o primeiro lugar nisso ou naquilo. Mas acho que o Brasil está no primeiro lugar da falta de vergonha, pois é reconhecido como um país “não sério” por todo o mundo.

Nenhum estrangeiro conseguiu entender como um presidiário ainda teve a sua candidatura discutida num tribunal superior. Ninguém que é sério conseguiu entender. Ah! Teve um que perguntou se a pena que estava cumprindo iria terminar antes das eleições. Coitado...


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