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Niterói, uma Cidade Quase Sem Parques

Impressionante como a prefeitura de Niterói adora uma maquete, um projeto, de preferência bem caros. Rufou os tambores e anunciou que o Parque das Águas Eduardo Travassos, situado numa bela área verdade no árido Centro de Niterói já vai passar por uma revitalização. Custarão R$ 7,8milhões (!!!) e foi inaugurado em 8 de junho de 2016 e já está inviável. Falta de tudo lá em cima e sobra bandido assaltando os incautos visitantes.

O Campo de São Bento, principal parque da cidade, está abandonado e infestado de foodtrucks e outras moléstias que o modismo inventa. É lógico que esses caminhões de comida, que enfumaçam o Campo e perturbam todo mundo com o barulho dos geradores, são totalmente inadequados, que o Caio Martins seria ideal, mas a prefeitura acha que dessa forma aparece mais. 

O Campo de São Bento dá mais visibilidade, o que é um chute no coqueiro porque o que fica visível é a lambança. Mas, de novo, a prefeitura anunciou a revitalização do CSB, com maquete, mapas e grana, muita grana. Mais uma obra que tem tudo para não acontecer.

Outro anúncio, com pompa, maquete e projeto: a solução da invasão do mar sobre Piratininga em dia de ressaca, uma obra que ouço falar já anos, anos, anos, assunto que em geral volta à tona quando as ondas invadem a calçada e jogam pedras (não nativas, foram colocadas lá!) na calçada e nas pistas. Só o projeto vai custar R$ 1,7 milhão. O Parque da Cidade (com acesso por São Francisco-Charitas) sobrevive, praticamente, por suas belezas naturais e alguns parcos esforços particulares. Mas, poderia ser fantástico! Tem tudo de bom para ser aproveitado. Mas...

Enquanto isso, a cidade ruma para a Região Oceânica onde (incrível!), não existe um mísero parque municipal.

Supre a ausência total de parque municipal na RO o Parque Estadual da Serra da Tiririca, principalmente pelo acesso existente em Itacoatiara para a visita do famoso Costão, assim como, há uma opção de lazer pouco conhecida do público geral que é a Trilha do Morro das Andorinhas. Mas essas duas opções são para prática de trilhas, subidas e exige certa jovialidade e disposição física, principalmente a subida do Costão. Resta o Horto Florestal; bucólico, mas desorganizado e sem estrutura de parque.

No início de 2017, a prefeitura de Niterói anunciou o projeto de construção do Parque Orla Piratininga e a licitação aconteceu em abril. Esperamos que o projeto atenda efetivamente a população da RO. 

Ainda existem muitas áreas na RO aproveitáveis e seria ótimo que a prefeitura fizesse um parque de lazer, com muitas e muitas árvores, para o descanso e lazer da população. Algo parecido com o Campo de São Bento, mas sem o maior erro de seu projeto: ele é muito pequeno. Na RO poderia ser feito um parque muitas vezes maior, basta pensar com responsabilidade. Aliás, como falta responsabilidade com a coisa pública, até porque, a população da Região Oceânica precisa efetivamente de descanso e lazer após passar pelo torturante trânsito da região.

Muitos acham que só em possuir praias já dá à Região Oceânica o status de região com lazer, o que não é verdade.

Passear na praia não é bem um lazer para todos. A praia de Itacoatiara fica escondida pela vegetação, não possuiu calçada e muito menos acesso a deficientes. Itaipu também não possuiu calçadas. E o calçadão de Piratininga vive com problemas de manutenção e de vez em quando, desaba.

Resta, assim, a calçada de Camboinhas, que não tem acesso a transporte público, e funciona como um “gueto de ricos”, novos ricos, abastados de outros municípios.


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