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Imunidade X Impunidade

Depois da derrocada inicial de Lula, a pauta agora é quem vai se livrar do “monstro”, que os políticos chamam de justiça.

Muitos não conseguem esconder o pavor, mas não abrem mão da ambição pelos cifrões e os meandros, lícitos ou não para escalar cargos mais altos. “O poder é afrodisíaco”, dizia Ulisses Guimarães.

Niterói é um exemplo disso. Praticamente a metade dos vereadores vai tentar uma vaga para deputado estadual. Também por isso a nossa cidade está abandonada. Enquanto o prefeito Rodrigo Neves enfrenta os seus conhecidos problemas com o Ministério Público Federal, os vereadores fazem suas contas de quanto gastarão para concorrer a deputado estadual. Não sei de onde eles irão encontrar verbas para uma cara campanha já que de acordo com o TSE o candidato poderá usar recursos próprios em sua campanha até o limite de gastos estabelecido para o cargo ao qual concorre. O limite para quem concorre a deputado estadual é de R$ 1 milhão e para federal R$ 2,5 milhões.

Muitos são totalmente desqualificados. Mas, a gente sabe que a qualidade dos nossos eleitores é muito rasa, o que explica, mas não justifica. Outra questão fácil de entender é que os vereadores se tornam candidatos e, quando perdem a eleição, voltam para os seus empregos, digo, cargos. Uma manobra 100% segura, risco zero.

No âmbito federal, assistimos cenas dignas dos maiores mafiosos da história mundial. Outros são dignos de ser bentos em óleo de peroba, tamanha cara de pau e desfaçatez. Um exemplo disso foi a nomeação de Moreira Franco para o Ministério das Minas e Energia. Moreira está enroladíssimo com vários processos, mas em Brasília ele é conhecido como o homem que só cai para cima, tanto que ganhou de presente o poderoso Ministério das Minas e Energia que, entre outros bilhões, vai vender a Eletrobrás, com Moreira à frente.

Temer pode não terminar o governo. A coisa está preta e ficará mais ainda em poucos meses. Um escândalo aqui e outro ali e ele vai se enrolando. Temer praticamente está nas mãos da Procuradora Geral da República, Raquel Dodge, vamos assim dizer, porque é ela quem pode disparar denúncias contra o Presidente da República. E Temer está muito mal. Malas de dinheiro e seus amigos ligados aos Portos do Brasil estão sendo presos, ouvidos e devolvidos. Uma vergonha. 

Com 2% dos escândalos, políticos americanos ou ingleses abandonam o cargo. Aqui, reina a cara de pau! Tanto que os diretores da série “House of Cards” da Netflix, que mostra corrupção e poder na Casa Branca, disseram que o Brasil vence a ficção. Como se diz popularmente, a batata está assando, a chapa está quente e Temer vive dias de angústia depois do certo alívio na questão da gravação do Joesley Batista. Mas Temer tem o Rodrigo Rocha Loures como seu fantasma nº 1, o maleiro com R$ 500.000,00, filmado pela Polícia Federal em plena atividade corrupta.

Para o nosso conforto, o Ministro Roberto Barroso já afirmou com todas as letras: “Eu vi a mala”, quando bateu boca e desmoralizou o Gilmar Mendes.

Em busca da tranqüilidade da imunidade parlamentar que existe para os mandatos federais de deputados e senadores, o desespero e o gasto de dinheiro estão fazendo com que muitos políticos percam o sono.

O que deveria mudar?

Claro que acabar com a reeleição seria uma ferramenta que aumentaria a dignidade. Acabar com o foro privilegiado é outra questão que precisa ser adotada já. Reduzir em 70% os ganhos de políticos em geral. Sejam do executivo ou legislativo. Acabar com a pouca vergonha da aposentadoria especial. Nem trabalham para isso. Fim do Plano de Saúde de primeiro mundo para o pessoal federal.

Nesse nosso vergonhoso Congresso cada deputado custa R$ 2 milhões por ano aos cofres públicos. Junta com senador, e a conta anual de tudo, senado e câmara dos deputados, o resultado é de R$ 2 bilhões. 

Definitivamente, não merecemos.


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