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Chuva de Balas

Como já escrevi aqui, Niterói está se transformando numa Aleppo, cidade síria absurdamente destruída pela guerra civil. Aleppo já foi uma das cidades mais belas e elegantes do mundo.

Toda vez que leio sobre a segurança e os acontecimentos terríveis de violência que estão a cada dia mais perto de nós, fico como todo mundo fica: com certo pânico e lembro que vivemos numa espécie de Aleppo. Mas, como em Aleppo não existe Cabral, Pezão, Picianni, com a debandada do Estado Islâmico daqui aos pouco ela começa a se reerguer. Já Niterói, só “sobe para baixo”, como se existisse subsolo no fundo do poço.

Ora, se tem lugares ou territórios em nossa cidade onde não podemos passar sob o risco de sermos brutalmente assassinados e aonde nem a Polícia Militar vai por receio do poderio de fogo dos traficantes, - com granadas, fuzis e metralhadoras que derrubam aeronaves, - além da quantidade absurda de bandidos, é nítido que estamos numa guerra civil. Quem deseja dizer o contrário? O Rio faliu pela corrupção. Os bandidos, também via corrupção, assumiram o poder.

Nosso direito constitucional de ir e vir, em Niterói e no Rio de Janeiro (que virou ir e não vir) simplesmente não existe mais. Isso acontece nos territórios dominados pelos bandidos, já sem o controle do Estado há muitos anos e se espalhou de forma que não saímos mais de casa à noite. A não ser para algo estritamente necessário.

Os cidadãos de bem se encontram encurralados entre a perversa e corrupta mão do Estado, dos políticos que defendem bandidos, e do dedo no gatilho dos traficantes.

A nossa guerra civil se diferencia da cidade de Aleppo porque ainda não há bombardeios aéreos por aqui. Era só o que faltava. Só essa a diferença. Os bandidos brasileiros são covardes. Atiram em qualquer pessoa por qualquer motivo.

Porém, um episódio de seqüestro de helicóptero que aconteceu em Santa Catarina, pode ser um início de guerra pelo ar. Basta um bandido com proteção das ONGs ditas dos direitos humanos seqüestrar um helicóptero no Rio de Janeiro, instalar uma metralhadora calibre .50 e sair atirando por aí, ainda mais com as Forças Armadas sucateadas como estão. Como bem conhecemos os covardes assassinos tupiniquins, eles irão sorrir para os seus celulares atirando a esmo e voando por aí, proporcionando uma chuva de balas. Isso não está distante de acontecer.

Dou total apoio à intervenção. Se for um projeto político do Temer, problema dele porque esse tipo de coisa não me engana e não votei nele porque não votei na Dilma. Jamais votaria nessa esquerda cheia de vícios, populista e que descreve a democracia como um movimento onde só é valido se a esquerda estiver no poder.

Estão tentando acuar o Exército por mero medo e histeria daqueles que estão presos ao passado. Gente, os militares deixaram o poder e os civis criaram essa democracia, desculpem, bandida. 

ONGs, OAB e diversas “entidades” civis criaram comissões para fiscalizar a intervenção, como se o bandido em questão fosse o Exército. É lamentável que a imprensa não dê destaque ao verdadeiro foco, que é a vontade do povo do Estado do Rio, que é ver todos os bandidos, traficantes e etc, presos ou na companhia de Deus.

Já que não valorizaram a educação, os professores e alunos, que então construam alguns presídios para que os bandidos se afastem e o povo possa trabalhar, estudar e viver tranquilamente.

Ora, se um traficante está portando um fuzil é porque ele quer matar antes de perguntar. Portanto, ele está numa guerra criada por ele mesmo, correndo um enorme risco de ser também abatido, salvando diversas vidas. O Exército de hoje não é o Exercito de 1964 até 1985. Hoje, os militares não querem o poder que a esquerda quer. Chega de mimimi!


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