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Até Tu Uber!

Nunca achei que fosse escrever sobre esse assunto um dia. Afinal, a empresa Uber sempre tratou com muito respeito os seus usuários e qualquer reclamação sempre foi resolvida prontamente, devolvendo o valor da viagem e tomando outras resoluções. 

Como todo mundo sabe (e sente) a diferença primordial do Uber é você saber com antecedência o valor da viagem e sempre achar que o motorista será um cara sem estresse e pronto a ser simpático 100% do tempo.

Pois é, o tratamento cordial ainda é uma característica dos motoristas do Uber e é típico de uma maioria esmagadora de motoristas.

Tive uma experiência interessante no início de fevereiro. Saindo de um show na Lapa, madrugada, fui checar preço do Uber e do 99 Taxis. Nisso, fui abordado por um taxista que perguntou para onde eu queria ir. O preço que ele passou foi de R$ 250,00. Sim. Fui tratado pelo taxista como um incauto, relaxado e desavisado turista. O preço do Uber estava em R$ 105,00. Não resisti e mostrei para ele o meu celular e ele ficou revoltado. Sim, ele ficou revoltado porque foi desmascarado.

Sei que vivemos numa espécie de Allepo (um cidade da Síria que foi linda, mas hoje destruída pela conhecida guerra civil), e que aqui cada um pensa e si mesmo antes de mais nada. Esse taxista em questão é um deles. Só pensa em se dar bem.

Esse tipo de taxista, que também deve recusar corridas na maior cara de pau foi o maior motor para o sucesso do Uber entre nós.

Mas, o aplicativo de viagens, como a maioria da imprensa chama, começa a dar sinais de brasilidade, da contaminação do “si-dei-bem”.

Seu sistema que aparenta ser altamente sofisticado e seguro parece que foi “quebrado” por alguém porque o atendimento não me parece o mesmo nos últimos meses e viagens começam a ser canceladas sem qualquer motivo aparente.

Outro dia cancelaram uma viagem minha de Botafogo ao Centro do Rio e eram 14h. O motorista do Uber, estranhamente, parou numa esquina próxima e após uns 5 minutos, criou uma viagem para o mesmo lugar, cancelando a minha. Isso não prestou. Ele agiu como um dos poucos taxistas bandidos. Reclamei imediatamente e o Uber respondeu em menos de 5 minutos dizendo que iria verificar junto ao “parceiro”.

Esta semana peguei um carro caindo aos pedaços. O ar condicionado estava funcionando, mas o cano de descarga estava furado e os pneus pareciam ovais porque o carro balançava sem que houvesse buracos na pista. Fiquei com pena do motorista. Simpático, mostrava cansaço de muitas jornadas. Coitado. Mas, olhar o carro com carinho deveria ser tarefa obrigatória dos responsáveis pelo aplicativo.

Porém, acho que a Uber levou um S de alguns maus motoristas. A Uber não deve ter feito um estudo muito aprofundado do brasileiro. Falo de um estudo que englobasse o jeitinho, o faz de conta... Aquele parceiro com cara de nota de R$ 200,00, que corta pelo acostamento, sobe em calçadas e dá susto em motoqueiro.

Acho que o Uber não imaginou que muitos bandidinhos estão atrás dos volantes dos seus carros com o fim de “sidarbem”, de conhecer “gatinhas” e etc.

Ainda bem que é uma minoria, mas as demandas judiciais já começaram a pipocar aqui e ali.

O Uber já descobriu o “parceiro-pinóquio”, aquele que encontra um celular esquecido do último cliente e desliga. Fica quieto pensando no dinheirinho que vai receber vendendo pro colega. Esse é o bandido tupiniquim, estilo “achado não é roubado”.

Esse tipo de problema vem incomodando o Uber. E os processos judiciais de alguns clientes já estão realmente dando trabalho ao jurídico da empresa no Brasil.

Eles não contavam com a certeza de impunidade. E as doces balinhas sumiram.


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