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Os Inúteis Marajás

O primeiro marajá que surgiu no Brasil foi D. João VI, que fugindo de Napoleão Bonaparte veio parar no Rio de Janeiro em 1808. Um de seus primeiros atos como Príncipe Regente foi criar o Banco do Brasil em 1808 para pagar as suas vadiagens.

A vadiagem dos marajás na política é uma marca do Brasil e, através do tempo, exibe nomes que viraram marcos. É o caso de Fernando Collor, marajá de grosso calibre, que foi eleito presidente em 1989 tendo como símbolo da campanha o “caçador de marajás”. Expulso do poder por corrupção, Collor que hoje é colecionador de Lamborghinis, Ferrais, Porsches, etc, anunciou que será candidato a presidente este ano, apesar de ser réu na Operação Lava Jato. Incrível: apesar da sua folha corrida, Collor já está com 2% de intenções de votos, segundo a última pesquisa do Datafolha para presidentes.

Com o passar do tempo, o “marajaismo” evoluiu, e graças à impunidade enriqueceu milhares de pessoas. Historicamente, o poder dos marajás atingiu o auge nos governos Lula e Dilma e também no governo do melhor candidato do PT à presidência, Michel Temer.

Todos os poderes têm seus marajás. São muitos, muitíssimos! Na política, além da Corte de Brasília aqui no Estado do Rio a Assembléia Legislativa é um acinte. São 70 deputados, cada um com 20 (!) funcionários que totalizam 1.400 pessoas. 

De acordo com o Portal da Transparência da Alerj, cada deputado recebe R$ 25.322,25 por mês, mais carro oficial (modelo de luxo, Nissan Sentra top de linha), mais R$ 1.250,00 (em torno de 265 litros!!!) por mês como “cota de combustível”, além do também famigerado auxílio – moradia no valor de R$ 3.189,85/mês para quem mora a mais de 150 Km de distância da capital. Respire fundo, tome um Plasil e clique neste link para ter acesso à multidão que recebe na Alerj. Basta entrar e clicar em Folha de Pagamento – 2018: http://transparencia.alerj.rj.gov.br/section/report/73

No Poder Executivo, a crise é só para peixe pequeno, gente trabalhadora concursada que está na base da pirâmide. Gente que foi solapada e castigada por Pezão que até hoje não regularizou os salários, que foram tragados pelo esgoto da corrupção. A luxúria no Palácio Guanabara continua, com seus garçons, helicópteros e outras mordomias. Isso sem falarmos do Poder Judiciário que é outro escárnio.

Aliás, achei que foi um vacilo o Moro ter mantido o recebimento do “auxílio moradia” em seu contracheque. Por outro lado, acho que fizeram muito escarcéu com a situação, lamentavelmente comum a juízes e desembargadores. Não é ilegal, mas...

Não preciso dizer que tem muita coisa errada neste país. Mas, quando o erro é consciente e vem daquele que julgamos o único herói nacional, foi ruim. Senti um traço de decepção e abandono.

Que os bandidos estão felizes com essa notícia, tudo bem. Eles são assim mesmo, vivem tentando encontrar pontos fracos naqueles que os julgam.

Pior mesmo é o Gilmar Mendes, que teve a coragem (o cara é corajoso, mas começa a sofrer perseguições em aviões e aeroportos). Não me conformo com a postura do restante dos ministros do STF, muito menos com a postura da Carmem Lúcia.

Os ministros do STS já poderiam ter feito reuniões privadas para lavagem de roupa. Se eu fosse presidente do STF, faria uma reunião dessas mensalmente, às portas fechadas e sem celular no ambiente. O pau ia quebrar, mas ficava tudo ali, entre quatro paredes, sem testemunhas, sem a Veja, Istoé ou TV Globo.

A nossa Alerj, por exemplo, além de ter a presidência transferida para Benfica, fez o que ninguém precisa fazer: aumentou o salário mínio regional do RJ em 5%, quando a inflação foi de 3% e ninguém mais comporta pagar aumento salarial, e o próprio RJ, falido e nas mãos dos incompetentes não vai agüentar, ou alguém tem alguma dúvida?

E vamos seguindo, aos trancos e barrancos neste local que perdeu identidade, cultura, segurança e justiça. Perguntem à Anitta, aquela mesma das músicas eróticas. Ela foi convidada pela Harvard para palestrar. Será que ela vai levar consigo o Pablo Vitar e a tal Jaja? . Não duvide!  

Assim cavalga o Brasil, berço esplêndido dos marajás e outros vadios em geral.


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