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Sobre a Liberdade de Expressão

Li, reagindo entre espantado e incrédulo, sobre o cancelamento de uma exposição de artes chamada Queer museu. A exposição revela em suas peças cenas de um cotidiano não muito comum ou que sempre transitou na sociedade sob um manto, abordando a diversidade. Muitos acusam o Santander Cultural (dono do espaço onde se realizada a exposição) de ser conivente com pedofilia, zoofilia e etc, o que também está correto.

Segundo informações que li, houve manifestação com as pessoas ameaçando quem estava tentando visitar a exposição. O Santander Cultural cancelou a exposição, e pediu desculpas àqueles que se sentiram ofendidos com alguma obra que fazia parte da amostra.

Em minha opinião todos erraram e houve censura radical, como toda censura é.

Nosso país não é uma pérola das liberdades individuais, principalmente porque acho que os governos são sempre muito intervencionistas na vida de cada um. 

Nosso povo nem percebe que, na verdade, quem decide sobre quase tudo em nossa vida é o governo, essa suposta entidade, repleta de corruptos e incapaz de administrar um pequeno condomínio, sem roubar ou ter competência.

Agora, imagine este mesmo país sendo orquestrado por um festival de “politicamente corretos” e de várias “Fátimas Bernardes”, ou seja, um lado querendo dizer que tudo que é errado deve ser o correto (se não incomodar o ego de alguém, claro), e a outra, praticamente dá aula de temas adultos para crianças no horário matinal, antes reservado às crianças.

Vejo que o Santander Cultural tentou se esquivar de uma desgraça cultural que é a reação ignorante e fora do contexto democrático de grupos supostamente “moralistas”, os politicamente corretos, que são tão radicais como nazistas.

Ora, se a exposição aborda temas que incomodam a você, simplesmente, não vá! É seu direito decidir. É seu direito não se ferir. Ninguém está obrigando você a ver, assistir, gostar ou não de uma exposição cujo tema é contrário aos seus sentimentos, ideais, sejam eles até de fundamento religioso. Você é livre, mesmo neste país descontrolado psicologicamente e de moral invertida.

Pode deixar que as “Fátimas Bernardes” irão para você.

Certa vez entrei numa exposição que acontecia ao lado de um show de música ao ar livre. Caminhei entre as peças expostas e não entendi. Voltei até a entrada e li que todas as peças tinham sido executas com esperma do artista. Isso mesmo: esperma! Fui embora, quieto. Quem quiser que veja, se manifeste maravilhosamente com esse tipo de cultura. Mas, sinceramente, não me agradou e foi direito meu sair, assim como, foi direito básico do artista expor os seus trabalhos, enfim. O respeito, na forma de silencia, precisa existir.

A liberdade sempre foi uma luta para todos os povos. Ninguém gosta de opressão, pressão ou censura. Fico sempre com a liberdade, que não tem preço.

A censura provocada pelo movimento contra a exposição foi um acontecimento terrível para as liberdades individuais. O Santander Cultural não deveria ter cancelado a exposição a meu ver. 

Claro que não sou a favor de pedofilia, zoofilia e etc. Sou a favor da liberdade de acontecer qualquer manifestação cultural em espaço privado, como acontecia naquele espaço cultural.

Se a exposição fosse em local público, de graça e de fácil acesso a qualquer pessoa, como numa praça de alimentação de um shopping, por exemplo, aí sim, estaria errado. Mas, dentro de quatro paredes?

Só sei que a censura é algo que vandaliza a liberdade e somente provoca a derrota do conhecimento, do seu poder de decisão e da sua liberdade individual.

O que não dá é assistir algumas “Fátimas Bernardes” ensinando as crianças que coisas e assuntos absolutamente adultos em horário infantil.


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