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Morte Por Uma Garrafa

A semana retrasada foi marcante para nós, niteroienses. Marcante por conta da violência generalizada e pela omissão dos poderes públicos. Parece que a operação deflagrada na semana anterior contra os PMs corruptos de S. Gonçalo que prendeu mais de 70 deles, de alguma forma, refletiu em Niterói.

Na tal “esquina do perdeu” (o cruzamento da Avenida 7 de Setembro com Rua Ministro Otávio Kely) a violência se multiplicou e vários casos de assaltos à luz do dia aconteceram semana passada. Até uma comerciante foi lamentavelmente baleada gravemente e ocorreram diversos tiroteios em Icaraí e São Francisco. E continuam! Troca de tiros infelizmente faz parte do cotidiano no Fonseca e adjacências. Muitos moradores já reconhecem o calibre da arma pelo som.

A insegurança, que era apenas uma sensação muito grande até o ano passado, se transformou numa gélida e solida realidade que se encontra muito próxima de todos nós.

Aquela frase “saímos para trabalhar e só Deus sabe se voltamos” que ouvimos e vemos das vítimas na TV se transformou num infeliz mantra que nem os mais competentes psicólogos conseguem retirar de nossas estressadas mentes.

A semana retrasada também foi marcada por um ato covarde. Um ato daqueles que deveríamos ter muito repúdio. Um imbecil, segurança de supermercado da Avenida Central em Itaipu (Real), ao não conseguir tirar uma garrafa de whisky das mãos de um jovem bêbado que pegou na prateleira, abriu e começou a beber na frente do estabelecimento, simplesmente, deu-lhe três tiros, matando o rapaz e imediatamente fugiu.

Isso é devastador! Uma garrafa de whisky custou a vida de um rapaz bêbado; transformou um segurança em assassino e este supermercado num lugar perigoso de se ir.

Se morássemos num país sério, o supermercado estaria lacrado, a população estaria boicotando o local e o segurança preso. Mas, somos brasileiros e sabe como é...

O Estado do Rio foi levado à falência pelas sujas mãos do ex-governador Sérgio Cabral. Esse senhor e sua quadrilha assassinaram a todos nós, todos os funcionários, aposentados e pensionistas, como também ao povo em geral. Um a um foi tombando, vítima da desvairada corrupção. Estamos marcados na alma. Para sempre.

Sérgio Cabral, com toda a desfaçatez bandida, desviou verbas vultosas da saúde e segurança. Dessa forma estúpida, fomos lesados na coluna vertebral.

Somos assaltados e não temos a quem recorrer. Policiais se corrompem para ganhar um “capilé” a mais. Somos baleados e não temos hospitais.

Socorristas, enfermeiros, médicos e demais funcionários que trabalham em hospitais estaduais são verdadeiros heróis e deveríamos, quando tudo um dia melhorar (sou um otimista, não tenho jeito) deveríamos homenagear esses profissionais.

Não tenho dúvidas que Sérgio Cabral é o representante do que se passa na mente de muitos e muitos políticos. Tanto do executivo quanto do legislativo.

Sou partidário da vida, mas nesse caso, quando se está diante de um crime humanitário, acho que a pena de morte seria a punição correta para o ex-governador.

Quantas pessoas Sérgio Cabral matou de forma indireta? Quantos idosos aposentados desistiram de viver diante do atraso de suas aposentadorias, da angústia? Quantos doentes morreram por falta de medicamentos, equipamentos ou vagas? Quantas pessoas foram assassinadas pelos bandidos que invadiram o asfalto e estão dominando o Estado, como se um Califado estivesse mandando como o Estado Islâmico, abrindo e fechando escolas, comércio, e ruas. Tudo sob a vista de uma aparente submissa Secretaria de Segurança.

Fomos desarmados pelos artistas “politicamente corretos” e ricos da Globo que participaram ativamente da Campanha do Desarmamento para, em seguida, embarcarem em seus carros blindados e entrarem em suas casas em condomínios cheios de seguranças.

E nós estamos aí sozinhos e levando tiros, fugindo dos bandidos armados e soltos pelas ruas de nossa abandonada cidade.


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