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Caráter Bandido

Seria o bem e o mal fantasiados de justiça e injustiça que estão em guerra neste país? Será que perdemos realmente o rumo do bem e que fomos e somos displicentes com relação ao nosso futuro?

Perdemos a mão, como se diz popularmente, quando deveríamos reconhecer nossos erros.

Mas, convenhamos, quando o problema é de caráter, não adianta sentar e chorar. O brasileiro perdeu muitos pontos neste quesito: caráter.

“Se dar bem” virou expressão corriqueira, habitáculo da educação de várias famílias. Até no futebol acontece isso. Certa vez um jogador foi até o árbitro para dizer que foi ele quem tocou no próprio colega de time e não o adversário que havia tomado cartão amarelo. Grande parte dos “torcedores” achou que esse jogador foi um fraco, burro e que deveria ter ficado quieto, deixando que a injustiça e a mentira imperassem.

Sim, é esse o Brasil que estamos vivendo... Classificamos ladrões em grandes, médios e pequenos, como se o ato de roubar tivesse degraus de indignação.

Assim, políticos que desviam R$ 50 mil são pequenos diante daqueles que desviaram centenas de milhões. Dessa forma, o brasileiro quase “perdoa” esse ladrão dos R$ 50 mil, porque é “ladrão pequeno”. Aliás, lembrei que o próprio Lula classificou esses “ladrões pequenos” como “aloprados”, que são pessoas amalucadas ou sem noção. Ou seja, Lula perdoa desvios de caráter, perdoa ladrões em razão do pequeno valor.

Vejam, não estou falando do ladrão de galinha ou aquele que rouba um saco de arroz de R$ 8,00, por fome. Nada disso, ok?

E nosso caráter começa a ruir em pequenos gestos do cotidiano. E isso se confunde com falta de educação e consideração com o próximo. Por exemplo, aquele indivíduo que segura o elevador do prédio comercial enquanto o seu amigo está saindo do escritório calmamente. Ele sabe que não deve fazer isso, mas faz. Que se dane o próximo nos outros andares. Eles que esperem!

Descumprir regulamento de condomínio é o primeiro passo para dar mau exemplo aos filhos. Quando você não se importa com a lei do lugar que você mora, imagina ser “obrigado” a respeitar o direito do seu vizinho? 

No trânsito, nem se fala em falta de caráter. Muitas raspadas de retrovisores por alguns motoqueiros já são considerados normais pela maioria e que sequer pede desculpas.

Outra forma de demonstrar que o nosso perfil de caráter, educação e civilidade já foi para o espaço é a questão da placa do novo túnel Luis Antônio Pimentel, que a prefeitura de forma deselegante e desprovida de consideração com os bons nomes da cidade, resolveu abreviar para Luis Antonio P... Não se abrevia o último nome, prefeito Rodrigo N.! A sua insistência em não resolver, revela algo que não consigo distinguir se é prepotência ou falta gestão. 

Prefiro me basear na segunda hipótese, já que li no interior do túnel na placa de LED, “boa viajem”, com jota (o túnel que ficou muito bom. Alô pvtistas! Não estou falando mal do túnel, mas da placa!).

A falta de caráter está impregnada em nós brasileiros. Estamos cegos. Nem venha o tal de Leandro Karmal falar algo que justifique. Estamos assim porque as leis são fracas e elaboradas por bandidos. E bandidos não prendem bandidos.

Assim, quando algum ladrão entra em nossa casa nós chamamos a polícia, da mesma forma, quando os ladrões tomam o poder em Brasília, teríamos que chamar as forças armadas? Mas isso eu não desejo! Pelo amor de Deus! Chega de tomar no lombo. Não queremos a canalhada, queremos apenas a restauração do caráter!


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