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A Obra do Inferno

Como muitos niteroienses, optei por viver na Região Oceânica com minha família graças a qualidade de vida que havia por lá. Vivia em Icaraí, mas acreditei que a R.O. poderia me dar mais. Entendo por qualidade de vida a segurança pública, a presença forte da natureza, limpeza, urbanização. Frequento a R.O. desde menino e lá vivo há quase 20 anos e, por isso, me sinto seguro em afirmar que nunca aquele ex-paraíso esteve tão caótico como atualmente.

Tudo porque a prefeitura inventou a obra do inferno, a tal da Transoceânica,um conjunto de bizarrices que começa num túnel que vai ligar o Complexo do Preventório ao Complexo do Cafubá. A obra está atrasada meses e ninguém afirma quando será inaugurada. De minha casa em Itaipu até o meu trabalho, no Centro de Niterói, consumo diariamente uma hora e meia de engarrafamento e desvios esburacados, sem sinalização, correndo todos os riscos. Vejo meia dúzia de operários trabalhando lentamente no tal BHRSX@#!¨&* que ninguém está entendendo como vai funcionar. Se é que vai funcionar.

Não satisfeita em destruir a qualidade de vida dos habitantes da R.O. a obra do inferno parece não andar. Pior: quando vão embora, os operários largam vias interditadas sem qualquer sinalização (as vezes os moradores pintam tábuas), as picadas laterais “provisórias” que misturam buracos e lama, com quatro ou cinco operadores de trânsito ao longo de toda a estrada tentando fazer milagres. O comércio na Região sucumbiu, é lógico. Afinal, no meio daquela anarquia, como e onde parar para comprar alguma coisa?

E as perguntas que fazemos, parados no meio daquele caos, parecem obvias:

- O que levou a Prefeitura gastar mais de R$ 300 milhões (emprestados) numa obra sem consultar a população que mora na Região Oceânica?

- Por que, em vez do túnel e BRs, a Prefeitura não alargou e sinalizou decentemente a estrada Francisco da Cruz Nunes, uma obra que sairia mais barata e levaria muito mais ganhos a população?

- Por que os vereadores não questionaram a Prefeitura sobre a necessidade dessa obra, antes dela ser iniciada? Não foi por causa de aviso já que o prefeito Rodrigo Neves anunciou aos quatro ventos que a obra do túnel era a mais aguardada por Niterói nos últimos 40 anos.

- O que os vereadores, fiscais da população junto a Prefeitura, pretendem cobrar agora, quando tudo parece ter desandado? Duvidam? Apareçam lá diariamente entre 6 da manhã e 8 da noite e assistam ao caos urbano provocado pela ignorância.

Como todos os habitantes da R.O. enfrento a insegurança pública. A questão ambiental parece abandonada já que as lagoas de Itaipu e Piratininga secam visivelmente, a mata é arrancada para dar lugar a casas, barracos e similares e as praias se tornaram proibitivas para nós que moramos perto delas porque a desordem geral toma conta e a prefeitura pouco ou nada faz. Hospital praticamente não existe. Já tive uma péssima experiência no  Mário Monteiro em fevereiro.

Amigos me perguntam por que ainda vivo na Região Oceânica. Porque graças a Prefeitura os imóveis em toda área desvalorizaram brutalmente e, lamentavelmente, a situação tende a piorar porque essa obra chamada Transoceânica, a obra do inferno, tem dois caminhos a seguir: vai parar, virando mais um elefante branco ou ao ser inaugurada, cheia de erros como curvas de quase 90 graus para ônibus em torno do quartel dos Bombeiros, vai virar uma central de tragédias.


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