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Desconstruindo Reputações

As ”delações premiadas” no Brasil representam ferramentas úteis na descoberta dos enredos dos crimes de corrupção. Se por um lado representa um avanço, e desnudaram faces até então “insuspeitas”, trazendo à baila a necessária verdade, com benefícios de recuperação de valores desviados, tem também uma face perigosa, quando se torna meio de barganha. Essa face obscura do processo tem que ser muito bem observada quando habilidosos delatores usam fatos e nomes como meio de escape, de obtenção de vantagens, redução de penas, e a “simpática aura do colaborador”.

É preciso entender que apesar da “colaboração” estamos lidando com um delinqüente que se não teve escrúpulos para desviar valores públicos; por tanto, porque teria algum para incriminar alguém, se este ato lhe valerá uma vantagem qualquer? Neste imbróglio de feras usurpadoras, todos são monstros destrutivos. Ninguém tem medo ou escrúpulo de destruir a reputação de quem quer que seja. O grande divisor de águas nessa questão se chama “provas”. Para valer, tem que provar, apresentando documentos irrefutáveis. Não basta dizer que “ouviu dizer”. E acho, inclusive, que a legislação deve ser endurecida contra falácias perniciosas. Se vai acusar que o faça com bases firmes, como o direito criminal exige: que as provas devem ser robustas e incontestáveis.

É claro que brechas como essas dão margens para os talentosos advogados que usam de tudo para por em dúvida todas as provas, até mesmo as mais “escancaradas”. Esta manobra jurídica tem um objetivo alcançável onde se diz que, “In dubio pro reo”, ou seja: na dúvida a prevalece a versão do réu.

Mas, ainda assim existe um agravante nesse caso. Se a denúncia acusatória for uma injúria maldosamente plantada, mas, muito bem feita, a dúvida vai persistir, ainda que não se condene o denunciado. E a condenação moral é inevitável e sem o benefício da dúvida, socialmente falando. Nesse enfoque, o denunciado se transformará publicamente na própria dúvida. Principalmente pelo fato da negação autoral ser a prática de todos. Todo mundo nega e nega. Vide o maior negador profissional, universalmente conhecido entre de todos no mundo, o Lula da Silva. Nega com tamanha veemência que é capaz dele mesmo acreditar.

É claro que quando se exerce qualquer cargo público existe a vunerabildade apenas por estar perto de alguns; e na hora do lamaçal e da vergonha, existe sempre o risco de respingar nos inocentes. É o ônus e risco do exercício público, especialmente da política. Quem entra nesta seara movediça sabe de todos os riscos. Num Brasil de canalhas, quando se ”mexe a panela”, todos parecem iguais. Quando se aceita um cargo com todos seus encargos e carmas, sabe-se do perigo que se agiganta e ameaça. Destruir reputações é fácil. Conquistar o respeito de todos e mantê-lo é o mais difícil.

Precisamos de reservas e atenção quando ouvimos uma delação de um delator qualquer, desesperado. É possível ser verdade? Sim, é possível, da mesma forma que pode ser apenas uma manobra, trazendo para dentro do caldeirão outros nomes para banalizar seus crimes e se equiparar a homens de bem. Assim, dividindo o peso da culpa, tenta se mover em direção oposta. Pensem bem sobre isso! Esperem que as provas sejam apresentadas. Nesse entremeio, convém usar o benefício da dúvida. Sem culpa formada não há crime, mas delação mentirosa pode demolir a reputação de alguém, que por alguma razão, atrapalhou o bandido que se vinga tirando vantagens.


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