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Estórias de Lobisomem e Boitatá

No compasso de espera que paralisa a cidade, o advogado do prefeito Rodrigo Neves, Técio Lins e Silva, pediu adiamento do julgamento do seu recurso onde pedirá a libertação do seu cliente, alegando falta de provas para manutenção da prisão. Muita gente não entendeu a manobra, até pela desculpa que o advogado usou, que seria a necessidade de estar no Rio Grande do Sul em outra audiência, na mesma data marcada para Rodrigo Neves. É claro que foi pouco convincente, como também foram as razões alegadas por duas desembargadoras deste 3º Grupo de Câmaras Criminais, declarando-se impedidas. Por uma proteção liminar do STF, o magistrado fica desobrigado de declarar as razões do impedimento. É claro que todos nós protestamos por esta nuvem de fumaça que nos impede de ter ciência dos fatos. Todos nós clamamos por transparência em tudo, que não é um predicado usual no nosso país. A desembargadora Denise Vaccari Machado Paes declarou ter visto o nome do seu marido, também desembargador, na capa do processo. Não é algo tão relevante assim, mas, é plausível, considerando um cuidado ético extremo da magistrada. Mas, a outra, Drª Rosita Maria de Oliveira, não explicitou a razão, e vai ficar por isso mesmo. Tem além desses fatos outro pedido do desembargador José Muiños Piñeiro Filho,  que declarou não ter tido tempo de examinar o processo detalhadamente, o que o impedia de julgar em bases sólidas.

Agora, visto do outro lado dos fatos, podemos fazer exercícios de raciocínio hipotéticos, ainda que possíveis. Quem conhece os meandros da Justiça sabe que advogados de grande prestígio têm contato com juízes, desembargadores e ministros do STJ e STF.

Pelo prestígio e poder dos seus escritórios, se locomovem facilmente de um gabinete da Justiça carioca, para um de Brasília, numa velocidade comum àqueles abastados de dinheiro e conforto. Conversam com facilidade com todos os magistrados, o que dá a eles a vantagem de avaliarem as suas chances de sucesso nos julgamentos, seja em decisões monocráticas ou colegiadas.  Estas informações prévias permitem que recuem e peçam adiamentos quando sabem que irão perder. Quando percebem que as razões, pleitos e provas que possui são frágeis, recuam e adiam. Tentam nesse novo período de tempo obter outros instrumentos de defesa, que amplifiquem a sua voz defensiva, incluindo os jogos que se costuma chamar de “embargos auriculares”, que nada mais são do que algumas conversas de “pé de ouvido” com magistrados e secretários. E que ninguém subestime o poder dos secretários, pois são eles que fazem a analise e a pré- sentença a ser dada. Estes procedimentos não são ilegais, nem advogados pedem nenhuma concessão legalmente indisponível, mas, esta proximidade de argumentação é privilégios dos poderosos, que caminham na mesma estrada, nos mesmos ambientes, e até na proximidade de vida social, dos “Deuses dos destinos alheios”. E é assim em todas as partes do mundo democrático.

Ninguém aceita desculpa de “xícaras vazias”, quando se tem desejo e necessidade de beber qualquer coisa. Como tenho dito, a situação do Rodrigo Neves é complicada, e não existe nenhuma manobra ou conspiração contra ele. Naturalmente, a Justiça dispõe de razões incontornáveis, pelo menos neste momento. É sabido que o estado emocional atual do prefeito Rodrigo Neves é de desespero. Ele acreditava que iria contornar a situação mais facilmente, mas, a cada dia que passa, o fardo fica mais pesado, e não tem perspectivas imediatas de qualquer solução positiva.

A cidade carece de administração efetiva, e sabemos que Paulo Bagueira, conduz tudo com muito cuidado, alegando a interinidade. É preciso termos clareza que este impasse do prefeito suspenso vai demorar bastante e está na hora de tomarmos rumo. Bagueira precisa assumir realmente a condição de prefeito e governar com seus pares e assessores. É uma situação melindrosa governar com um time que não é o seu, embora possa aproveitar muita gente boa que está nesse governo. Mas, um novo prefeito tem que imprimir o seu manejo pessoal. Só assim teremos uma cidade plena. Por enquanto não passa de uma cidade em transe, com conversas de lobisomem, Moura-Torta e Boitatá!

Já chega! E vamos à luta, que o tempo ruge!

 


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