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A partir dessa semana acontecerá a definição das campanhas eleitorais. As convenções partidárias se realizam, os candidatos a vice de presidente e governadores serão definidos e os demais candidatos a deputados e senadores serão confirmados. O prazo limite é 05 de agosto,

Esta redução do prazo das campanhas para 45 dias é uma verdadeira armadilha para os eleitores e para candidatos novos. Como se tornar conhecido e angariar votos em poucos dias? Como se não bastasse o sistema eleitoral que é injusto e mascara o real desejo do eleitor. Muitas vezes votamos em um candidato, mas elegemos outro, que não votaríamos ou nem conhecemos. A necessidade de uma reformulação geral do sistema eleitoral é uma necessidade imperiosa. A grande questão é que os velhos dominadores do pleito eleitoral conspiram para que mudanças não sejam feitas e se perpetuem no controle da situação. Se assim não fosse não teríamos mais um Renan Calheiros, cheio de inquéritos e processos nas costas, mas, ao invés de ser punido, continua no poder e dando as cartas. É o principal exemplo do coronelismo moderno.

Teremos certamente uma eleição a ser lembrada historicamente. Não por méritos, mas por dissabores que virão de qualquer forma. O eleitor menos politizado não quer nem ouvir falar em políticos, e de forma reativa se nega a ir votar, ou anula o voto, contribuindo, ainda que sem saber, para manutenção das “velhas raposas canalhas”. Os mais ou menos informados, aceitam votar, e muitas vezes julgam mal por desconhecer o conteúdo, e se tornam massa de manobra para modismos reativos e oportunistas. Daí, malandramente, surge as manobras, e principalmente as campanhas enganadoras, ou até mesmo equivocadas.

Vejamos: um candidato como o Bolsonaro, surfa na onda dos milhões de insatisfeitos, que se sentem enganados e se revoltaram contra o modelo corrupto e sem escrúpulos dos petistas, que depois desta longa aparelhagem cruel e da dilapidação do patrimônio público, e dos conceitos de moral e ética, ainda se apresentam com salvadores do povo. Desta forma, pessoas que não são simpatizantes da direita, ou nem tem conhecimento disso, se identificam com o discurso moralista e reformador, ainda que o candidato, não possua base de conhecimento técnico e político para afetuar as “tais mudanças”. O discurso reativo do Bolsonaro é apenas oportuno diante da negação do modelo existente, que levou o país a esta situação de penúria econômica, financeira e moral. Qualquer um que se apresente como anti-PT vai angariar seguidores e muitos eleitores. É a figura do oposto. Entretanto, neste caso, num país de grande extensão, com as dificuldades existentes, tanto do modelo eleitoral, como a falta de recursos para apresentar uma proposta de governo em toda sua extensão territorial, não vai conseguir aglutinar votos suficientes para vencer um pleito complicado como este; além da falta de estrutura corporativa e partidária do PSL. Até o momento Bolsonaro dispõe apenas de oito segundos de TV e Rádio para os mínimos 45 dias de campanha. É muito pouco. E com apenas os recursos do fundo partidário, não dá para fazer uma campanha deste porte. Conta-se apenas com as redes sociais, que não são suficientes e eficazes para tudo. Este público eleitoral da internet tem um limite, e está sujeito a mudanças de última hora, pelas mais diferentes razões.

Este eleitorado “fiel” ao discurso do Jair Bolsonaro tenta compará-lo a Jânio Quadros, na sua “inflexibilidade moral”. Existem diferenças clássicas: Jânio era muito mais culto e as suas decisões eram pensadas, (o que não quer dizer que acertava tudo). Bolsonaro, além de limitado culturalmente, é muito mais radical, o que não lhe permite vislumbrar outras alternativas viáveis. No mais, não se administra um país como o Brasil, com autoritarismo verbal. (É bom lembrar-se da experiência nefasta do Fernando Collor. Sem apoio do Congresso, caiu).

Para fazer o que o Bolsonaro diz que irá fazer, terá que ter apoio de armas e dar um golpe de Estado. Fechar o Congresso, dissolver as Cortes Superiores e implantar um regime de força e exceção. Tornando-se um ditador, que seria um desastre, vai errar mais do acertar.

O Ciro Gomes é um camaleão conveniente, um ser mutante. A sua trajetória política desde a origem foi a do autoritarismo de direita. Iniciou a carreira política no PDS (Partido Democrático Social), legenda sucessora da Aliança Renovadora Nacional (Arena), partido que dava sustentação à Ditadura Militar Brasileira. Nesses 36 anos de militância já passou por sete partidos diferentes (PMBD, PSDB, PPS, PSB, PROS e agora PDT). Apresenta-se de forma oportunista como defensor do Lula e já declarou que só a sua vitoria nas eleições vai tirar o Lula da cadeia. É claro que ele torce para que o Lula continue preso. Se saísse estragaria os seus planos eleitorais. Mas, na intenção de cooptar o eleitorado petista apresenta-se como “homem de esquerda vocacionado”, o que é uma piada. Essa é a mais incoerente postura. Ciro só conhece e reconhece atitudes reacionárias, por seu passado, por sua família, por históricos comportamentos explosivos. Ele tem uma natureza agressiva e apesar da experiência política, (já foi deputado Estadual e Federal, prefeito, governador, ministro da Fazenda (Itamar Franco) e ministro da Integração Social de Lula), comete erros elementares de conduta. É advogado e professor, tem preparo intelectual, mas, falta-lhe equilíbrio emocional. Dispara frases impróprias e impopulares, costuma xingar os adversários e responde a processos por injúria.

Desta vez, apesar de todas as críticas que são feitas, Geraldo Alkimim, está fazendo política e campanha para ganhar eleição. Não está se preocupando com a “qualidade” dos aliados e está fazendo uma ampla e promissora aliança. Está fazendo o mesmo que fez Dilma e Lula. Faz uma frente de partidos, ganha corpo eleitoral, aumenta o tempo de TV e rádio e vai ter apoios em todas as partes do país.  Já perdeu uma eleição para presidente e dela tirou ensinamentos. É um homem experiente em administração pública e já governou duas vezes o maior e mais complexo Estado brasileiro, que é São Paulo, mais potente que inúmeros países no mundo. Ele sempre teve oposição dentro do próprio PSDB, que forças, como Fernando Henrique Cardoso, embora não demonstre, sempre “puxa-lhe o tapete”. Aprendeu a enfrentar problemas e mostra-se determinado. Esta nova postura, apesar de perigosa e difamante, o levará certamente para o segundo turno. Se ganhar, administram-se as alianças, cumprindo os acordos. Se pisarem fora da linha, quebra-se o acordo e destitui-se o desviante.  

 

O Álvaro Dias é um bom candidato, mas, está num partido pequeno, sem expressão nacional e as suas alianças, até o momento, são insuficientes para enfrentar uma campanha pelo Brasil. Mas se chegasse ao segundo turno poderia vencer a eleição por seu perfil firme, preparado e que inspira confiança.


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