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Batendo Cabeça

O Ministério Público ajuizou mais uma ação contra Sergio Cabral, que já soma 87 anos de condenações. O centro deste problema é o ex- secretário de Saúde Sergio Cortes, que também está bastante comprometido, embora tenha sido livrado da cadeia recentemente. No seguimento atingiu mais dois ex-secretários da pasta. Aí residem questões que precisam ser coerentemente analisadas.

Quando Felipe Peixoto, na minha sala, me comunicou que iria assumir a secretaria de Saúde, disse-lhe simplesmente: “você sabe das dificuldades desta pasta. Não se esqueça do nosso amigo comum, Gilson Cantarino, homem de bem, que foi acusado injustamente, mas, não se livrou dos problemas dramáticos e se destruiu emocionalmente. Desta secretaria só se sai preso ou desmoralizado. O que você prefere?”  Felipe com a sua inconfundível cabeça dura e audição seletiva, reagiu com otimismo: “ Estou ciente, e  vai dar tudo certo! Pezão me pediu e me disse que precisava de alguém de confiança para o cargo.” Insisti: “Veja bem... Você tem uma eleição ano que vem... Não seria melhor ficar na Secretaria de Pesca e Abastecimento?  Você a conhece bem, fica em Niterói, e não oferece riscos...”

Ele já estava decidido.

Assim que assumiu, por ser correto e homem de bem, começou a ser pressionado. Afinal, ninguém daquela turma anterior e quadrilha montada queria um “fora do esquema”, comandando a secretaria mafiosa. Foram muitos os chamados na ALERJ para que ele se “justificasse” por suas medidas tomadas. Voltei a alertá-lo, mas ele seguia célere e tinha, como sempre, um excesso de confiança. Sentiu a pressão, montou uma Corregedoria e começou a investigar “desvios e desmandos”. Incomodou mais ainda.

Quando surgiu o episódio dos medicamentos vencidos, ele se apressou e mandou incinerar e dar publicidade ao fato, acreditando estar protegido com a medida. Aí, foi a hora do desacerto. Se ele não desse andamento numa licitação em curso, que foi anterior a sua gestão, o Estado ficaria, na sua leitura, desabastecido de muitos medicamentos. Para se proteger, recorreu a Procuradoria o Estado, acreditando que este aval do Procurador lhe daria um certificado de lisura na ação. Enganou-se.  Errou! Deveria ter cancelado o pedido, recorrido ao Tribunal de Contas, explicando a necessidade de uma licitação de emergência. Por mais desonestos que fossem os conselheiros, a sua ação era pública e notória. Seria irrecorrível para O TCE não lha dar a autorização. Ele só esqueceu-se de um detalhe. O governo Pezão é uma continuidade do governo Sergio Cabral, e boa parte dos atores eram os mesmos de antes. A arapuca estava montada. Daí em diante, ele passou a ser vulnerável e presa fácil naquele antro. A pressão aumentou e Pezão foi “instado” a exonerar Felipe Peixoto; e nomear Luiz Antonio de Souza Teixeira Júnior, amigo da confiança de Sergio Cortes. Assim, tudo resolvido. Tudo como dantes no “Reino de Abrantes”.

Foi aquela saia-justa e ficou parecendo que Felipe tinha abandonado o barco num dos piores momentos do Estado. Ficou parecendo “menino fujão”. E a desculpa foi pior ainda: saía para se dedicar a sua campanha a prefeito de Niterói! Tudo açodado e desajeitado. Deu no que deu. Agora, independente da acusação de 2012, - que também acho injusta-, mas o fez ter os direitos políticos cassados, terá mais este obstáculo; embora acredite que ele vá se livrar disso. O tempo é que é a questão. Está em cima da hora dos registros de candidaturas. Serão 90 dias cruciais e uma corrida insana. Necessita de dois Habeas Corpus.

Honestamente desejo que ele consiga se candidatar. Caso contrário... Político sem mandato, com um cargo de Consultor de Bispo, é rumo da fraqueza e do esquecimento. Que tenha boa sorte!


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