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Um Imprevisto Tabuleiro Político e Suas Histórias

A propósito desta conturbada entrada do prefeito Rodrigo Neves no PDT, que provocou o afastamento voluntário do ex-prefeito Jorge Roberto Silveira do partido, temos que pontuar as semelhanças entre fatos novos e os do passado. Este PDT que hoje aí está, certamente nada tem a ver com a instituição de passado histórico e pungente de Leonel Brizola, Darcy Ribeiro, e dos ensinamentos educacionais de Anísio Teixeira, quando idealizou os CIEPs. 

Hoje, sob o comando, - se é que se pode chamar assim- de Carlos Lupi, e com a apavorante chegada de Ciro Gomes, (travestido de socialista desde criançinha), é uma instituição voraz, atrás de cargos para sobrevivência dos seus membros remanescentes. O fato de Jorge Roberto ter se afastado com um discurso ressentido se explica e tem motivações lógicas. A entrada de Rodrigo Neves e sua turma no PDT deve-se, nesse último episódio, a uma costura política feita por Lupi, sem, ao menos, ter dado ciência ao líder histórico deste diretório, Jorge Roberto Silveira.  O líder vivo foi relegado a um segundo plano. 

Agora, fazendo um paralelo histórico, numa analogia simplificada, a entrada do Lupi no PDT se deu por uma escolha equivocada do Leonel Brizola, quando conduziu o seu jornaleiro a um patamar que ele jamais deveria ter subido. O Lupi, no seu estilo piegas, bajulava Brizola, e agachou-se o mais que pode para que com sua “conveniente humildade”  pudesse enganar o Brizola. Deu nisso que aí está. Lupi presidindo o Partido chegou a ministro de Estado. Atrapalhou-se com o próprio status e poder, e mais uma vez, fez aquela pantomima que só deixaria o Ministério à bala. Esqueceu apenas de dizer as marcas desejadas. Se era a bala Juquinha ou Toffee, ou quem sabe, negociava por uma três mariolas de quinta categoria. Foi aquele vexame, que culminou com a sua pieguice contumaz declarar com adulação cafona: “presidenta Dilma eu te amo!”. Um espetáculo grotesco e ridículo. Culpa de quem? Do líder Brizola, que como se sabe, o demônio só entra em sua casa se você o convidar... 

Por analogia, e para quem não sabe, Rodrigo Neves é uma criação política de Jorge Roberto Silveira. Num passado não muito distante Jorge apostou suas fichas no jovem vindo da política estudantil. Deu-lhe asas, entendimento e orientação, e o fez pensar que poderia ser um clone do político carismático, filho de um governador e criado na Zona Sul com todos os requintes de garoto bem nascido. Jorge, como Brizola, esqueceu de dar os dados de realidade a criatura que criara.  Rodrigo, ainda que o imite, jamais terá a inteligência bem nutrida do Jorge, nem poderá ficar distante da cena política e ressurgir como uma Fênix de arribação. Rodrigo se ficar mais de um mês sem atividades será esquecido imediatamente. Talvez, por esta razão, ele viva gastando o dinheiro do município em seu marketing pessoal, desesperadamente.

Jorge preteriu muita gente para proteger Rodrigo, que foi secretário, vereador e tornou-se até deputado, seguindo a “Cartilha Silveira”. Imitou Jorge em tudo, mas de forma torta, que sempre ficou claro tratar-se de uma imitação grosseira e fácil de ser detectada.

Tudo ia bem até quando Jorge precisou convenientemente fazer uma escolha para ter um vice na sua chapa que fosse do PT. A preferência de Jorge recaiu sobre Godofredo Pinto; nessa eleição, Rodrigo e  Godofredo tiveram que disputar internamente a indicação no PT. Rodrigo Neves já tinha construído uma relação com Sergio Cabral, que jogou pesado com dinheiro e ameaças dentro da disputa. Rodrigo acusou Jorge de ter dado apoio a Godofredo dentro do PT, e acabou perdendo a disputa. A admiração e subserviência de então se tornou um misto de amor antigo, com traição e idolatria obscura. O rejeitado Rodrigo Neves, passou a fazer a política do menino insubordinado, e nada que Jorge pode oferecer foi bastante. Numa eleição seguinte quis medir forças contra o Jorge numa disputa pela prefeitura, Foi uma eleição feia e Rodrigo não poupou desvarios e impropérios contra o seu criador. Perdeu a eleição e acumulou mais inveja e ódio. Apesar disso, na eleição seguinte para prefeitura, em que disputou contra Felipe Peixoto teve o discreto apoio de Jorge Roberto. Felipe Peixoto jamais teve a simpatia do Jorge, apesar de terem sido do mesmo PDT. Entre os dois, Jorge sempre preferiu Rodrigo e nesta eleição o Felipe perdeu. Entretanto, logo que tomou posse como prefeito, Rodrigo disparou a sua mágoa antiga contra Jorge e passou a fabular uma dívida que ele chamou de “rombo do governo anterior”. Uma falsa e grandiosa dívida que nunca existiu. Foram feitas auditorias e restou provado que os valores alegados eram falsos. Tudo não passava de uma “vingancinha suburbana” que Rodrigo repetia todas as vezes que iniciava uma fala. Chegava a ser despropositada e sem nexo. Era só a criatura querendo ferir o criador. Apesar disso, na eleição seguinte, novamente teria que enfrentar Felipe Peixoto. Apareceu uma conjunção de forças vindas do governo Sergio Cabral, - que passou a ser o padrinho oficial do Rodrigo-, junto à malícia grosseira do Lupi e a permissão do Jorge, e tentaram uma composição esdrúxula. Rodrigo Neves entraria no PDT e Felipe Peixoto se submeteria a ser seu vice. É claro que Felipe não aceitou, e vendo que não teria apoio do partido e com riscos de ser traído e ficar sem uma legenda para disputa, preferiu trocar de partido, ingressando na aventura de uma sigla sem nenhuma tradição na cidade. Também errou, e Rodrigo mais uma vez venceu a eleição.  

Se não fossem os problemas surgidos com a própria administração, que o atual Tribunal de Contas aponta superfaturamento na obra da Transoceânica, a delação do marqueteiro Renato Pereira, da Prole Publicidade, que o acusou de fraudes em licitações, falsidade ideológica e desvios de recursos; de sua obscura relação com Rodrigo Pessoa, da UTC e Constran, com denúncias protocoladas no Ministério Público, Rodrigo Neves estaria pronto para disputar a eleição para governador do Estado. 

Chegou a cogitar ser o candidato a vice-governador na chapa de Eduardo Paes, mas este também caiu em desgraça e está com os direitos políticos suspensos. Daí, sem alternativas, Rodrigo, mais uma vez, mudou as tratativas anteriores sem qualquer cerimônia, e declarou que vai continuar prefeito até o final do mandato. Não sabe exatamente quanto tempo estes processos e denúncias podem durar. Talvez nem possa terminar o mandato.

O deputado Comte Bittencourt, seguindo a sua consciência e intuição preferiu continuar com o seu mandato na ALERJ, aonde vem desenvolvendo um excelente trabalho em defesa da educação e outras frentes neste combalido Estado. Ele renunciou ao mandato de vice prefeito e será candidato a reeleição como deputado Estadual. 

Na atual conjuntura o vice-prefeito passa a ser o vereador Paulo Bagueira, presidente da Câmara dos Vereadores. Se acontecer a interdição de Rodrigo Neves até o final do ano que vem, assume o Bagueira para convocar novas eleições em 90 dias, pois ainda não terá sido concluído o prazo de 2 anos do mandato. A partir de janeiro de 2019, assume quem estiver presidindo a Câmara. Bagueira se desejar ser prefeito terá que se reeleger presidente da Câmara, pois o seu atual mandato se encerra em dezembro de 2018. Existe ainda a possibilidade de Paulo Bagueira se candidatar a deputado Estadual na próxima eleição. Se isso acontecer o vice-presidente da Câmara, vereador Milton Cal, é que terá a incumbência de ser o vice-prefeito, ou assumir a prefeitura a partir de 2019.


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