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Assédio Moral-Sexual

Considero irrecusáveis os movimentos de delação da opressão sobre pessoas com pretextos profissionais ou outros para obtenção de “favores sexuais”. É simplesmente inadmissível. Num passado recente um ator famoso chegou a declarar em tom de chacota que na Rede Globo, “ator empurrado por trás sobe mais depressa”. Nos corredores desta emissora e de tantas outras correm falações sobre inúmeros famosos, homens e mulheres, que só galgaram o sucesso por suas concessões sexuais para produtores e diretores. Estas práticas são muito antigas, inclusive aceitas por muita gente, como “regra do jogo”. Já entravam na empresa sabendo o que as esperavam, e simplesmente topavam. De uns tempos para cá surgiram os movimentos de reação e denúncias contra o assédio sexual. A prática é muito bem vinda e necessária como meio de contenção e regulação dessas relações, muitas vezes obscuras. Tipos como o médico Roger Abdelmassih e do produtor americano Harvey Weinstein, têm que ser extirpados do convívio social. Ou mesmo, tipos como o ator Kevin Spacey que estaria obcecado por Nathan Darrow, intérprete do agente Edward Meechum, de House of Cards. Ele manipula todos os seus recursos, incluindo repetir abusivamente uma cena de filme, só para obter a “vantagem” de beijar o “homem dos seus sonhos”.  São criminosos e antiéticos e devem ser punidos. Estes são citados por serem famosos. Mas, no cotidiano de pessoas comuns estes fatos se repetem diariamente, com a mesma impunidade.

A grande questão é que, toda vez que surgem movimentos como este, até que se encontre o equilíbrio dessas ações vão ocorrer exageros e mau uso da prática. Muita gente tem usado este pretexto para afirmar-se pessoalmente, resolvendo seus sentimentos de rejeição e desamor, contrapondo com ódio peculiar existente nessas mentes desesperadas. Ou interpretam de forma distorcida e conveniente aos seus anseios emocionais, buscando atingir e conflitar com pessoas que apenas são mais expansivas e sem muito senso crítico.

Recentemente foi divulgada uma carta de certo movimento feminino, onde foi considerado assédio sexual as seguintes situações: 1-  “boa dia Princesa!” A mulher declarou que não deu a ele a intimidade de chamá-la de princesa. 2- “Ele de canto, olhou o meu decote!” Como assim? Nem para dizer que foi agressivo, insistente, invasivo e com olhar de tesão. Foi discreto, disfarçando o olhar... Onde está o assédio sexual? Afinal, o que quer esta mulher? Quer usar um decote, mas, ninguém pode olhar... Brincadeira! 3- “Belíssimo batom! Para quem é tanta beleza?” Esta situação ficou, como sempre, no campo do exagero e do infeliz e politicamente correto. Já não se pode, polidamente, achar qualquer coisa. Uma doida qualquer pode achar que é assédio. Uma situação assim, poderíamos dizer que é um “galanteio”; um simples elogio, que não faz mal a nenhuma mulher dotada de normalidade e equilíbrio. Nada que não se possa ser resolvido com uma simples resposta: “É exclusividade do meu namorado, ou marido”. Ou, “Já tem endereço. Lamento, mas, não é para você!”. E ficaria tudo pacificado e sem demandas e estresse.     

 Acredito que haja também má fé nessas litigâncias. O interesse é tomar dinheiro, na base de acordos. Estes acordos para evitar ações judiciais estão se equiparando aos de abusos de menores e incapazes. Grassam aos montes. Se há um dano objetivo, que seja punido. Agora, “vender o perdão” a título de “indenização do dano”. Esses acordos deveriam ser proibidos. Só abrem portas para a chantagem e o achaque. Lamentavelmente.


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