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Puxa-Saco Tira Votos

No mundo político existe uma figura comum (embora também exista em outros campos), que são identificados com facilidade pelo comportamento servil e pegajoso. Esta pessoa, na maioria das vezes, desprezada e sem amigos, transita pelos gabinetes de políticos, que convenientemente os mantêm por perto para se utilizarem dessa “mão de obra”, com freqüência para os serviços menores, incluindo os inconfessáveis. Esta é uma descrição resumida do puxa-saco.

A grande questão é que, embora eles sejam úteis para os serviços sujos e indesejáveis, por serem pessoas sem escrúpulos e sem nenhuma decência, são indesejáveis e muitas vezes odiados no meio social. O puxa-saco faz aquilo que for mais “rentável” para ele mesmo, mostrando-se útil e indispensável. Seu objetivo é cativar a benevolência dos poderosos, festejar por lisonja e servilismo; prestar-se a vilanias para conseguir algum proveito próprio.

 

Qualquer pessoa de bom senso dirá que esses indivíduos são nocivos ao bom convívio social, a harmonia dos grupos e a “respeitabilidade de um gabinete”.  Mas, aí entra a necessidade do político, que muitas vezes terá que desempenhar papéis desagradáveis, desconfortáveis e impopulares. Neste momento ter um bajulador alcançável e disposto a “mostrar serviço”, é tudo que um político deseja. Daí, a tolerância dos vereadores, deputados, senadores, governadores e até numa instância mais elevada, de um presidente da República, com esses tipos de quinta categoria, mas, úteis para levar e recolher a sujeira.

Alguns puxa-sacos chegam ao grau da sofisticação, elaborando bajulações intelectualizadas, mas, sempre rastejando, cheio de cantilenas festivas e subserviências deprimentes. São capazes de fazer de tudo para obter vantagens, e ficar bem com os poderosos. E grande parte dos políticos, vaidosos e carentes de lisonjas, se permitem enredar por estas “maldades”. Pois na verdade, é um mal completando o outro.               Os puxa-sacos são tão desprestigiados que no jargão popular, têm muitos sinônimos: sabujo, chalereiro (aquele que pega no bico da chaleira quente), lambe-pé, adulão, baba-ovo, capacho, lambe-cu, xereta, caçambeiro, corta-jaca, cheira-cheira, chupa-caldo, incensador, afocinhado, no chão, servilhão, borra-botas e muitos mais...

É o típico indivíduo que ninguém respeita, e são tratados com desprezo e distância. São os inconfiáveis do meio social e ninguém os quer próximo para não atrair antipatias colaterais. Alguém que é visto junto com estes indivíduos sem caráter definido, agrega suspeita por proximidade e afinidade. E aí está o grande problema, quando o político abriga um tipo desses em suas relações e não sabe colocá-lo no seu devido lugar, corre risco grave. Pela lógica, lugar de puxa-saco é no borrador, na masmorra, na anti-senzala. Trazer publicamente um elemento tão desrespeitando e odiado para perto é o mesmo que cometer suicídio político. Todo desrespeito e rancor dirigido a eles irá literalmente colar em quem estiver por perto. Um homem público em pé numa praça pública ao lado de um puxa-saco, perverso e mal quisto, perde votos por segundo. Quem passa e o reconhece, transfere o ódio automaticamente.

Atualmente existem os puxa-sacos que utilizam as Redes Sociais para tentar aproximações com políticos; e é muito fácil identificá-los: geralmente tomam para si a defesa não autorizada, e por motivos banais onde criam situações de conflito onde não existe, para criar a dificuldade e exercer o papel do “guarda-protetor”. Ninguém o chamou na conversa, mas, como em Rede Social, a entrada e franca, eles atuam cercando o político como se fosse um segurança armado. E o pior, é que ainda tem político que cai nessa armadilha. Os próximos passos são a aproximação e a derradeira mentira: “irá trazer seus contatos para agregar valor no eleitorado do político”. Essas pessoas mentem com desenvoltura e cinismo. Normalmente, se fazem de “bem-relacionados”, enquanto amargam o desrespeito público e a mais deprimente solidão. O puxa-saco jamais tem amigos, muito menos gente que confie nele, e nunca possuem influência sobre votos. Não têm Pelo contrário, sempre tiram votos de quem tem.

Este é uma maldade corrente, uma doença que se retro-alimenta, entre a necessidade mórbida do puxa-saco em se dar bem e o político vaidoso e incauto aceitando bajulações como massagens num ego doente e solitário.

Em fim é uma doença entre duas partes doentes que se completam.

 


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