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Nomes Próprios e o Destino das Pessoas

É sabido que o universo é produto de vibrações. Existem teorias que toda massa física é ilusória, e se constitui a partir de átomos que se agrupam e criam as diferentes formas, padrões, cores, temperaturas e que tipo de influência exerce sobre outros corpos.

A Física quântica é um ramo teórico da ciência que estuda todos os fenômenos que acontecem com as partículas atômicas e subatômicas, ou seja, que são iguais ou menores que os átomos, como os elétrons, os prótons, as moléculas e os fótons, por exemplo. Não são especulações, nem delírios místicos. Tudo isso é pura ciência comprovada e que avança a cada dia.

Apesar de estarmos falando em avanços científicos atuais, este conhecimento não é recente, onde cientistas diversos através do tempo já teorizavam, e apontavam nessa direção, embora de forma mais rudimentar. Hoje, com o avanço tecnológico e o instrumental disponível é mais fácil obter comprovações, onde estas “vibrações” são captadas e representadas graficamente em computadores avançados, provando atividades e efeitos físicos reais.

É claro que desde a antiguidade, visto muitas vezes como efeitos mágicos, os sons mais comuns como das vozes humanas, são consideradas como fatores de transformações e efeitos. Daí, a atribuição de valores numéricos às letras dos alfabetos e que tipo de som produzem; e principalmente que efeitos finais podem provocar. As referências a fatos relacionados aos nomes das pessoas são seculares e até mesmo citadas em escritos primitivos e antigos como os escritos de profetas e evangelistas, em bíblias judaicas e até mesmo em escritos orientais budistas. Na numerologia cada letra (e som produzido) tem um valor vibratório, que a junção do conjunto, a partir da letra inicial, gera um padrão numérico, que irá influenciar comportamentos, saúde física, longevidade e até sutilezas de caráter.

É matéria relevante dentro da Cabala, que é um sistema filosófico-religioso judaico de origem medieval, mas que integra elementos que remontam ao início da era cristã. Dentro deste tema estão  os 72 Nomes de Deus, que não são nomes no sentido comum, são 72 seqüências de três letras hebraicas que atuam como um disparador de freqüências espirituais específicas. Baseado neste tipo de fundamento tem-se a ideia de que o nome próprio das pessoas está atrelado ao destino delas, que é algo tão antigo quanto o livro dos Gênesis, da Bíblia, quando Abrão teve seu nome mudado por Deus para Abraão, que significa “pai das multidões”, em hebraico.

O estudo destinado à explicação dos nomes próprios recebe o nome de Onomástica, que é um dos ramos da lingüística que se inclui a Antroponímia (estudo dos nomes das pessoas).  A palavra “nome” vem do vocábulo hebraico shem e do grego, onoma. É oriunda do latim nomen, “vocábulo com que se designa pessoa, animal ou coisa”. Para os babilônios, “não ter nome era um sinal de não existir”. Acreditavam haver um poder misterioso em cada nome e de que os nomes tinham uma influência direta sobre aqueles que os usavam, daí o costume e preocupação com as escolhas dos nomes, especialmente entre os judeus, acreditando-se que o significado de alguns nomes traduz o destino que eles carregam consigo.

Alguns místicos e outros “estudiosos” classificam nomes próprios como negativos e positivos, considerando a soma dos valores e a sua redução numérica, chagando a um valor que tem suas peculiaridades. Entretanto, estes valores estão sujeitos a alteração dessas características considerando que os sobrenomes também possuem valores e o conjunto é que vai determinar as características deste “destino”. Para tanto, é preciso estudar caso a caso, e se necessário suprimir ou acrescentar letras para “ajustar” positivamente o conjunto. Partindo deste principio o que vale é o agrupamento e não os pré nomes, alguns considerados como terríveis e malditos.

Alguns nomes, historicamente observados, podem ser identificados como características comuns. Os nomes masculinos Gabriel e Rafael, (nomes de anjos) são sempre indicados como crianças agitadas e irreverentes, assim como se desconhece alguma Luiza, ou Luisa, que não seja curiosa e não esteja em constante movimento. Os numerólogos assinalam que um acento grave num nome muda a sua configuração, como é o caso de “António”, usado em Portugal que é positivo, mas, o “Antônio ou Antonio”, usado no Brasil é um nome negativo e de difícil destino para quem o possui. Geralmente, (de acordo com estudos e relatos antigos) são pessoas que lutam sempre com grandes dificuldades, seja em qualquer profissão que escolham. É tido como um nome pesado, mas que se transforma com o acréscimo do acento grave, do jeito português. Segundo os estudiosos, a lógica está em previamente fazer um estudo sobre a composição final do nome. Inclusive vale para nomes de empresas, e nomes de casadas, ao acrescentar o sobrenome do marido. É importante avaliar com antecedência, para não ter que fazer arranjos depois de prontos. Existem casos famosos de mudança de nome de artistas que com a modificação do nome (pode até haver um dado de sugestão impulsionando a carreira) tiveram seus destinos profissionais e pessoais modificados para muito melhor. Um dos casos emblemáticos foi o do Jorge Bem, que passou a chamar-se Jorge Bem Jor. É importante frisar que apelidos usados comumente devem ser analisados, pois também produzem vibrações, assim como as assinaturas dos nomes. Ao assinar um documento a mente produz uma vibração referente ao que acabou de produzir e ler. Se a vibração for negativa, interferirá tanto quanto a vibração do som. As ondas vibratórias mentais, muitas vezes são muito mais potentes que as vibrações sonoras, ditas repetitivamente, sem a consciência da forma gráfica, que sempre se traduz em valores numéricos.

 


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