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Maus Políticos: De Quem é a Culpa?

É claro que quando tudo dá errado, a primeira atitude de todos é apontar os culpados. Não existem erros sem culpas e “responsáveis”. No caso dos políticos brasileiros, que com raras exceções, são muito ruins, dividimo-los em categorias diversas de inferioridades e delitos, que vão desde os inoperantes aos mais corruptos, que montam suas quadrilhas entre membros de diversos partidos, não importando a coloração ideológica. É claro que pessoalmente estes “membros de partidos”, não possuem qualquer ideologia, ou mesmo uma simples preferência. Estão apenas preocupados com o “auto-bem-estar”; eleitoralmente, e acima de tudo, o quanto podem se locupletar de bens diversos, não importando a origem dos valores recebidos.

Estão tão solenemente focados nas práticas de auto enriquecimento, que muitas vezes deixam rastros, como gato escondido com o rabo de fora.

Mas, afinal? Quem os autoriza e os mantém favorecidos nessas posições?

 

A grande e intrigante pergunta é: quem os pôs ali? Acaso deram um golpe de Estado e se implantaram no cargo, ou através de alianças espúrias se impõem como governantes? É claro que não! No nosso sistema político e social, e até mesmo constitucional, somente é possível ocupar estes cargos através de uma eleição popular. (Exceto quando tivemos um Estado de Exceção (1964 a 1985), onde existiram governantes nomeados e legisladores indicados, que chamavam popularmente de “biônicos”, sugerindo poderes especiais, baseado na série de TV “O Homem de Seis Milhões de Dólares”, que possuía poderes cibernéticos e físicos.)

É comum se dizer que temos os piores políticos do mundo, que são corruptos, desonestos e convenientes aos seus interesses, e que só se lembram dos eleitores em períodos de eleição. Mas, se são tão ruins, porque votamos neles? Como se elegem, apesar da má fama, dos repetidos escândalos e pelo desprezo freqüente que dedicam àqueles que lhe deram poder e voz?

Na prática, o eleitor é o responsável pela existência desses maus e indesejáveis políticos, tornando-se participe dessa representação negativa. É difícil compreender esta repetida prática de votar em maus elementos, mas, a explicação é simples. Existem duas questões centrais: educação (cultura geral, que resulta em informação.) e necessidades econômicas e financeiras, que na esperança de conseguir um emprego, uma colocação para um filho, e até mesmo, ter um “amigo” poderoso, cede aos apelos em época de eleição. Invariavelmente estes mesmos eleitores tornam-se desafetos velados do político por não verem seus pleitos atendidos. Passam a falar mal pelas esquinas e se dizem decepcionados. Jamais percebem que estes “desejos não atendidos”, são apenas fruto das suas imaginações ou acreditam que num momento eleitoral algum candidato vai dizer não? Se um eleitor pede ou se insinua, quando muito diz que vai ver... Afinal está na conquista do voto e este é o momento mais impróprio para o eleitor pleitear qualquer benefício.

O que falta a estes eleitores são informações e maturidade política e social. Este eleitor passivo e supostamente leal, normalmente nada sabe de política, mas com o evento das redes sociais resolvem “opinar”. E aí... Passam a acreditar que são grandes analistas políticos.

É o momento em que mostram a clara desinformação. Emitem conceitos equivocados e cheios de erros de concordância verbal e inúmeros e grosseiros erros de grafia. E a verdade é que são pessoas de diversos níveis intelectuais e formação escolar. É comum ver pessoas com formação universitária escrevendo com tantos erros de português que constrange a quem o conhece. No Brasil a nossa formação escolar é tão precária que pessoas carregam vícios desde o primeiro grau; e conseguem (sabe-se lá como) promoção ao ano seguinte do curso, até chegar à faculdade. Muitos se formam, mas ficam restritos ao curso e não agregam conhecimentos gerais. O fato de ter um curso superior não é garantia de ter uma variada e necessária cultura geral. Daí, estas pessoas, chamadas por muitos de “doutor”, passam a ser ”referência” para estes “eleitores-massa-de-manobra”, ainda menos informados, acreditando que o “doutor” sabe mais e que é uma orientação confiável. É a velha submissão (cultural e social) inadequada e que só conduz a erros.

Por tantos enganos eleitorais, dão margem à criação outros tantos erros. Os últimos anos da nefasta gestão petista servem como o melhor exemplo. A “Onda Lula” elegeu verdadeiros equívocos, como o deputado José Guimarães, corrupto que foi pego com dólares na cueca, uma instável Maria do Rosário e uma recusável Gleisi Helena Hoffmann, por exemplo. Daí... Depois do desempenho corrupto, destrutivo, e os assaltos às instituições do país, culminou com o maior absurdo de todos que foi a eleição de Dilma Rousseff; e ainda carregando consigo Michel Temer. Ficaram tantos anos no poder, apesar de todas as denúncias e escândalos, que nesse sistema perverso de cooptação, muita gente (geralmente interesseiros e agraciados), ainda defende a inadmissível a corrupta máquina petista.

Estes anos de assaltos sistemáticos aos cofres públicos gerou outro fenômeno, meramente reativo, que foi a “Onda Bolsonaro”. Neste bojo foram eleitos novatos e políticos inexpressivos, alguns com votações inexplicáveis. Certamente, nunca mais obterão o mesmo número de votos.

Ainda é cedo para fazer duras críticas, mas, pelas últimas atitudes desarvoradas e desproporcionais, já mostraram para que vieram. Teremos deputados que ainda irão dar o que falar, e negativamente. Neste cenário, teremos a confirmação do “voto na pessoa errada”, e muito teremos a lamentar.

Na expectativa de renovar o Congresso com tantas raposas viciadas, nessa última eleição foram eleitos deputados e senadores que nada acrescentarão, além de muita confusão e um acréscimo de descrédito a um Congresso já tão desacreditado.

Infelizmente, cada povo tem o governo que pode e merece. Enquanto não resolvermos a questão educacional, informando e formando jovens com uma cultura eclética e aumentando a interação social de todos, permaneceremos na mesma obscuridade que nos encontramos.

Lamentavelmente iniciamos esta nova gestão da República com sérios problemas no Ministério da Educação, com um obscuro e equivocado ministro, com idéias estapafúrdias. O presidente da República acabou trocando este entrave educacional. Esperemos que o ministro que acaba de assumir o Ministério tenha a capacidade de geri-lo, e que possa olhar o ensino de base com a acuidade que o segmento necessita. Talvez, em alguns anos teremos pessoas mais preparadas e mais conscientes, com uma consistência intelectual digna de um país da grandeza do Brasil.

 


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