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O Perigo das Redes Sociais

É claro que as Redes Sociais se constituíram como um grande benefício para toda sociedade, independente de geografia, espaço de tempo e com uma rapidez, quase instantânea. Ela possibilitou resgatar relacionamentos muito antigos e dispersos pelo próprio ritmo da vida e por distancias imensas, que sem o advento das Redes Sociais seria quase impossível reavê-los.

Aumentou significativamente as possibilidades de acesso rápido a todo tipo de informação, melhorando muito a cultura das pessoas. É também um expressivo meio de sustentação emocional para os solitários, fazendo sucessivas conexões, que abrandam o sofrimento da solidão nas grandes cidades.

Existem outras questões que se projetam associadas ao lado bom deste instrumento.

As Redes Sociais se transformaram numa espécie de fórum permanente de debates e de expressão, incluindo aqueles que nunca tiveram voz ativa. A grande questão é este espaço democrático passou a dar poder a pessoas que não estão habilitadas para debates, desconhecendo maioria das questões em pauta, e a participação sem conhecimento de causa e sem a instrução devida, leva a equívocos imensos, influenciando outros membros do mesmo patamar de informação (ou de desinformação), produzindo núcleos de falsas tendências, correntes atabalhoadas e sem conteúdos que as sustentem.

Com isso abre-se caminho para fragmentação desses grupos, que saem sem qualquer fundamento, formando outros grupos de informações destorcidas ou interpretadas por analfabetos funcionais. Estes grupos tornam-se presas fáceis para os profissionais da política, manipuladores profissionais do marketing de confronto, e em última análise, para os “convenientes” formadores de opinião pública.

Quando se fala em combate as falsas informações (Fakes News), é preciso entender as suas possibilidades de origem. Existem grupos profissionais em Internet profunda e especialistas em Redes Sociais, que vendem os mais diversos tipos de serviços. Muitos trabalham para empresas com o objetivo de tornar os produtos do contratante mais conhecidos e populares, e até mesmo fomentam vendas. Até aí, fora a manipulação de massas indefesas e presas fáceis ao consumo desenfreado, não há ilegalidade nesses serviços. São apenas profissionais de marketing, publicitários e especialistas em vendas, fazendo seu trabalho, ainda que de forma sutil e imperceptível para muitos consumidores.

Mas, existem os perigosos manipuladores, principalmente na área da política, construindo e desfazendo reputações. Capturam e criam influenciadores desavisados, conquistados por supostas idéias de renovação e “elevados propósitos”, tornando-os numa espécie de “obreiros inocentes”, manipulados e usados por estes influenciadores, que não possuem qualquer escrúpulo, ética ou conceito de moral. Para eles as pessoas são como peças de um jogo, dispostas num tabuleiro maldoso e a serviço de quem pagar mais. Na maioria das vezes trabalham para políticos corruptos e inconseqüentes, preocupados apenas com a manutenção das suas complicadas redes de poder.  Existe ainda a questão da tecnologia e das inteligências artificiais a serviço desses grupos, que fazem o serviço de milhares pessoas em segundos, espalhando todo tipo de informação. Estes “robôs”, programados respondem a postagens, atacando ou defendendo idéias ou pessoas. São invasivos e capturam informações e dados pessoais de membros da Rede, de acordo com os interesses. 

Estes profissionais de Redes, além do conhecimento técnico e possibilidades de manipulação de dados, investem grandes somas de dinheiro, pagando ao servidor para bloquear ou divulgar informações. É quase impossível a este servidor identificar todas as armadilhas, que na maioria das vezes não aparentam ilicitudes; além do interesse no faturamento, que muitas vezes são somas muito grandes.

Estes inocentes úteis se deixam manipular facilmente e são tantas vezes prejudiciais aos bons propósitos. A grande maioria nada sabe de política, economia, saúde e segurança. Mas, por vaidades pueris, acham que devem opinar, interagir e tantas vezes dizem grandes bobagens no mais raso português, eivado de erros de concordância verbal e principalmente grafia. É impressionante e lamentável o nosso nível de desconhecimento da língua pátria, e mesmo alguns com cursos superiores, cometem erros grosseiros. É possível avaliar pessoas e o nível intelectual por estas postagens, incluindo a dificuldade que têm de expressar idéias concatenadas e de escrita. Essas pessoas não possuem capacidade de auto-avaliação. Pois se expõem ao ridículo e passam atestado de analfabetos funcionais, ainda que possuam títulos e diplomas diversos. As Redes Sociais são o espelho da nossa sociedade, mostrando o nível de cultura e aprendizado elementar. Estes operadores, ditos letrados, são presas fáceis desses manipuladores e são vítimas de si mesmo, por incapacidade de reconhecer suas próprias deficiências, que os egos inflados impedem uma releitura de suas vivências e conveniências, pela vaidade e desejo de mostrar-se, propiciando exposição excessiva, compensando seus fracassos e estimulando a vaidade traiçoeira.

Para essas pessoas as Redes Sociais não passam de armadilhas e meio de aprofundamento das dificuldades intelectuais e afetivas.


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