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Nação Dividida: Velhos Amigos, Novos Inimigos

Nunca imaginamos que um dia veríamos os brasileiros (povo amável e associativo) brigando e cortando relações com velhas amizades por questões ideológicas. Muita gente minimiza e diz que é por causa da “politicagem”. Mas, a questão é bem mais séria e tem razões sociológicas a serem estudadas e melhor compreendidas.

Sempre disseram que brasileiro era alienado, que só pensava em futebol, carnaval e cachaça. Se fomos assim, não somos mais! Os tempos são outros, e com os meios de comunicação interagindo instantaneamente, a informação sendo difundida em larga escala, cada um de nós passou a ter seus conceitos filosóficos e meios de reação. O tempo de cada pessoa é diferente uns dos outros naturalmente, o que dificulta mais ainda a sincronização da lógica, maturidade e ética, e a sua aplicação ideal. Cada pessoa passou a ser uma espécie de ilha, com administrações individualizadas, mas pasteurizadas e estimuladas ao uso dos princípios comuns. É o barateamento da função intelectual, usando menor esforço, facilitou os confrontos, visto que estamos todos exaustos com tantos bombardeios cerebrais. A situação de conflitos atinge até famílias, e já existem algumas divididas, entre irmãos, pais e filhos, por motivações diversas, mas o estopim da explosão foi a política e os confrontos em Redes Sociais.

As Redes Sociais atuam como espelhos da sociedade e é uma espécie de balcão de exposição, que vira palco, mas também vira ringue lutas de insanas, ou mesmo campos de batalhas. Todos possuem uma “tribuna”, uma “página território”, e motivações diversas. Como foi fácil para o PT e seus aliados implantar os conceitos de divisão social, de onde tiraram o máximo proveito político, estamos vivendo o inusitado. Não que não existissem inúmeros preconceitos e discriminações. Sempre existiram e eram marcos negativos da nossa sociedade. A questão é que foram propositalmente estimulados para o confronto e a conseqüente divisão. O discurso do  “Nós Contra Eles” foi a semente de todos os outros conceitos de divisão e beligerância. Foram implantados de forma gradual e sutil, especialmente nos jovens, nas universidades, de onde foram se multiplicando num lastro intelectualmente capaz. Estas mensagens foram pregadas como mantras nazistas, repetidos até a exaustão, cooptando os menos favorecidos de intelecto e educação, transformando-os num exercito de zumbis fanáticos e determinados a obedecer às vozes de comando. Foi um trabalho, convenhamos bem feito! Mas, não menos deplorável e criminoso. Seguiram as cartilhas comunistas, especialmente o “Decálogo de Lênin”. Os 10 mandamentos dele refletem o que estava sendo implantado no Brasil e ainda causa muitos estragos. Vejamos: Em 1913, Lênin escreveu as ações táticas para a tomada do Poder. 1. Corrompa a juventude e dê-lhe liberdade sexual, 2. Infiltre e depois controle todos os veículos de comunicação de massa; 3. Divida a população em grupos antagônicos, incitando-os a discussões sobre assuntos sociais;  4.Fale sempre sobre Democracia e em Estado de Direito, mas, tão logo haja oportunidade, assuma o Poder sem nenhum escrúpulo; 5.Colabore para o esbanjamento do dinheiro público;6.Coloque em descrédito a imagem do País, especialmente no exterior e provoque o pânico e o desassossego na população por meio da inflação; 7.Promova greves, mesmo ilegais, nas indústrias vitais do País; 8.Promova distúrbios e contribua para que as autoridades constituídas não as coíbam; 9.Contribua para a derrocada dos valores morais, da honestidade e da crença nas promessas dos governantes. Nossos parlamentares infiltrados nos partidos democráticos devem acusar os não-comunistas, obrigando-os, sem pena de expô-los ao ridículo, a votar somente no que for de interesse da causa socialista; 10. Procure catalogar todos aqueles que possuam armas de fogo, para que elas sejam confiscadas no momento oportuno, tornando impossível qualquer resistência à causa…

Qualquer semelhança com o que nos aconteceu é meramente redundante!

Silenciosamente todos nós fomos estimulados para confrontos, sob o pretexto de “humanização”, empoderamento das minorias, e fomos claramente divididos em grupos e guetos. Homossexuais sempre existiram e sem existirão, mas sob pretextos de inserção social foram sendo usados para confrontar e impor as suas presenças com práticas exageradas. Tudo existia antes, mas não havia este ódio que é visto em alguns. Atualmente, se não forem aceitos e aplaudidos, tornam-se ruidosos, muitas vezes agressivos e impositivos. Geraram ódio entre pobres e ricos, apontando os ricos como malfeitores e responsáveis por suas penúrias, muito embora o Brasil estivesse longe de ser um país mais justo e igualitário. A questão, é que não foram feitos movimentos para diminuir a pobreza, educar e promover possibilidades de ascensão social. Estimularam o ressentimento como tônica central. O importante é jogar um contra o outro. 

Quebraram a autoridade dos professores de diversos níveis e adolescentes passaram a barbárie nas salas de aula, incluindo agredir fisicamente e expulsar o mestre de sala de aula. Uma total inversão de valores. Criaram valores desordenados, sem lógica e regras igualitárias. Muitos fazem apenas o que desejam, independente do direito dos demais. 

Os smartfones mudaram os conceitos de interação e obtenção de provas. Hoje tudo se documenta, seja fotografando ou filmando, sem precisar de serviços de profissionais. Atualmente todo mundo é “repórter por todos os dias”. Evidentemente, se interagimos mais rapidamente em inúmeros fatos e eventos, a necessidade de informação aumenta pela própria natureza do diálogo que estabelecemos no nosso meio. Cobramo-nos mais, e reconhecemos melhor aquilo que nos aflige, nos priva e limita. Daí, com a informação acessível, a internet oferecendo as resenhas durante o desenrolar do fato, nos condiciona emocionalmente a exigir mais, de nós e dos outros. Afinal, o mundo está muito mais veloz e não temos tempo disponível para digerir e sedimentar o conhecimento de oferta imediata. Tudo tem as suas equivalências. Se temos mais informação, temos mais conceitos. Se temos maior oferta de conceitos, duplicamos a nossa capacidade de escolha, sem nos preocuparmos com as conseqüências emocionais pela invasão de sentimentos diversos; um “novo” difuso, sem muita afetividade e comandado pelo imediatismo imperioso. E nem ao menos, digerimos e processamos a informação que nos afeta intimamente. Não temos tempo para reflexão e escolhas simétricas. Tudo acontece com tamanha velocidade que não amadurecemos um conceito para termos uma plena certeza. Quando começamos a nos intimizar com certas idéias, elas já estão sendo substituídas por novas e a emoção em trânsito e em preparo será substituída. Nada amadurece devidamente, pois não há tempo hábil. Quando mal começamos, já estamos acabando, trocando de posições e nada se acomoda; pelo menos até a próxima exigência.

Ficamos mais repletos de informações, emoções e conceitos técnicos, mas. Mais vazios de nós mesmos, onde não nos auto reconhecemos; e a intolerância é quem norteia e nos dá vigília intelectual. Com tantas oportunidades, desenvolvemos a necessidade de individualização, e nos tornamos “especialista” em tudo reproduzindo o velho sentimento de “Técnicos de Futebol” durante as Copas.

Se não acordarmos em tempo, para desarmar os ânimos, perceber o quanto fomos usados como massa de manobra, teremos muito a lamentar. Ideologia alguma substitui um afeto, uma amizade terna e o aconchego e confiança familiar. Dividiram-nos. É fato! Está na hora de nos despirmos destes sentimentos implantados e retornarmos a antiga prática, com discordâncias, mas, sem ódio!

O que ocorre politicamente no Brasil de hoje é a reação contra tanta maldade implantada. O movimento reativo do conservadorismo é um gesto de restauração das avarias e chagas abertas por tanta maldade, pensada friamente para uso de uma maioria de ditadores de esquerda, que são muitas vezes piores que os ditadores da direita. Devemos ficar atentos e usar este aprendizado para vigiar e defender a nossa liberdade, a pratica democrática e o respeito ao outro, seja minoria ou não. O único caminho que não podemos abrir mão é o do equilíbrio, centrados nos valores morais, respeitando igualitariamente todas as leis. Criar um país mais justo e sem privilégios e empregos de fachada. Acabar com as fraudes na previdência e encarcerar os falsos aposentados. Distribuir a Bolsa Família para quem realmente precisa e promover a construção de moradias dignas para todos. O brasileiro não precisa de favores. Precisa ter segurança, escola de qualidade, saúde para todos e trabalho sustentador. Feito isso, é vigiar os ladrões do patrimônio que é de todos nós. Avante, e em paz! 


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