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O Tsunami Bolsonaro

A grande a maioria da população brasileira não entendeu muito bem a expressiva votação que recebeu o candidato Jair Bolsonaro e seus companheiros de partido. Apesar da repercussão do atentado contra Bolsonaro, quando foi esfaqueado por um matador, (embora a sua defesa tenha minimizado este fato e o transformou em ”transtornado mental”) e que o transformou no candidato mais comentado da eleição, o resultado surpreendeu até os mais experientes políticos. Que Bolsonaro seria bem votado já era esperado, e inclusive se falava na possibilidade de ganhar no primeiro turno. Mas, qual era a realidade? Bolsonaro estava e está num partido pequeno e de poucos recursos. Até o seu fundo partidário era insignificante diante de outros. Tinha apenas oito segundo de tempo de televisão e rádio. Era uma mídia, inteiramente, pobre e insuficiente para uma campanha à presidência da República. 

A facada acabou beneficiando-o no tocante a sua imagem, pois as emissoras nacionais e até nas Redes Sociais, passaram a falar nele 24 horas por dia.

Mas, a pergunta que se faz é que só isso seria o suficiente? Na verdade trata-se de um conjunto de fatores que somados o transformou no tsunami dessas eleições.

Fatos anteriores

Bolsonaro não era um desconhecido, está no sétimo mandato como deputado, e sempre manteve uma postura polêmica e contundente nas suas corajosas afirmações, nem sempre “politicamente corretas”. Se por um lado, a imprensa o demonizou com freqüência, sofreu discriminação ostensiva de algumas bancadas, que sempre dificultaram a aprovação de seus projetos; mas ele manteve-se coerente nas suas convicções e por piores que fossem as suas afirmações mantinha-se destacado no Congresso.

Foram anos de embates e segregação contra ele, por ser militar reformado, por defender as Forças Armadas, num ambiente pós a ditadura. A situação era contraria a ele em todos os aspectos, mas ele manteve a sua linha de pensamento, acreditando e afirmando as suas convicções. 

Veio a “Era Petista”, com um invólucro de conquistas sociais, combate às desigualdades e uma democracia forte e verdadeira. O PT tinha Lula e o seu guru José Dirceu. Tudo que fazia era sonhado e aplaudido por todos, menos por Bolsonaro que se manteve alerta.

Veio o desencantamento e a descoberta que todo o Projeto de País era uma grande farsa. Tramava-se a implantação de uma nação de orientação socialista autoritária, com um viés próximo da antiga União Soviética.

Entretanto, o PT foi descoberto numa prática ilegal de desvio de fundos públicos para compra de apoio às suas manobras, aprovando leis adequadas ao seu projeto de poder. Uma desavença entre o então deputado Roberto Jeferson e José Dirceu resultou em denúncias, que se descobriu a prática de desvio em empresas estatais, como os Correios e nos Fundos Pensão, que valores eram desviados para pagar os deputados cooptados, que recebiam “mesadas”, que resultou no escândalo denominado “Mensalão”. Muitos foram cassados e presos, mas Lula, usando o seu poder de esconder-se, transformar-se em vítima e mentindo sem pudor, escapou, sob uma blindagem de outros envolvidos. Houve o primeiro prejuízo que foi a queda do pensador e ideólogo José Dirceu. Mas, Lula tem uma inegável capacidade de resistir às acusações e reverter a situação, dizendo-se traído e jogar a culpa nos comparsas. Se não tivesse tido a complacência de alguns caciques da política, como Renan Calheiros, Fernando Henrique Cardoso, Aécio Neves, Romero Jucá e outros tantos, teria sido impedido de continuar no mandato. Diziam que era melhor deixá-lo “sangrar” e definhar até o final do mandato. Que ele não se recuperaria e pouparia a Nação o vexame de mais um impeachment. Bolsonaro era uma voz solitária clamando pela legalidade e pela destituição do enganador. Foi voto vencido, mas continuou a esbravejar.

Lula conseguiu manejar a situação, recuperou-se a custa de generosa cota de “benefícios” aos deputados e senadores e agentes da Justiça. Conseguiu se reeleger cumpriu outro mandato, implantando e aparelhando o país onde fosse possível. Surgiram os sinais de aparelhamento e desvios da Petrobrás, os inexplicáveis empréstimos do BNDS, a dilapidação e pilhagem dos fundos de Pensão, e das demais empresas Estatais. Apareceram as combinações escusas com empreiteiras e os subornos e os sinais de enriquecimento ilícito. Apesar dos avisos, Lula sempre cooptando alguém e já no comando de uma grande quadrilha nacional, se mantém no poder e ainda elegeu a Dilma Rousseff.  Ela, inteiramente inábil e sem a capacidade de enganar do Lula atrapalhou-se em tudo e foi levando a Nação para o caos. Mas o aparelhamento e esquemas de fraudes já implantados; e ainda fizeram ela se reeleger. 

Se não fosse a salvadora Operação Lavajato, a fibra dos procuradores e do juiz Sergio Moro, eles teriam continuado a enganação. Mas, foram tantos crimes descobertos, tantos grandiosos escândalos que acabou deposta, e abriu-se a deprimente realidade falimentar do país.

Veio o Temer, agregado dos dois governos anteriores e eleito por eles, mostrou-se incapaz de gerir o rombo, principalmente por falta de autoridade moral, por outros escândalos e a amostragens de muitos crimes; que após o mandato terá que pagar. Temer por sua vez, apesar de ser acusado pelos petistas como traidor e golpista, está discretamente aliado aos mesmos petistas, tentando eleger o Fernando Haddad. Se isso acontecesse, quem iria soltar o Lula seria o Temer, através de indulto presidencial, negociando uma proteção para ser “indultado” também dos seus crimes. Isso pouparia o desgaste do Haddad e a quadrilha estaria reunida novamente.

Cenário de Reação

A Nação acordou e independente dos milhões de cooptados, lavados cerebralmente, os aparelhementos da máquina, recebedores de cargos e benefícios, incluindo falsas e indevidas Bolsas Família. O povo clamou por um opositor à altura para combate de tão complicada e criminosa rede. Os demais candidatos, ou mostraram-se vacilantes, ou incapazes, foram aos poucos sendo previamente eliminados. Restou o Bolsonaro, com oposições e rejeições diversas, mas mostrando-se combativo e destemido para a luta. Veio o primeiro turno, (que ainda alegam dúvidas e falações que teria sido vitorioso imediatamente, mas a dificuldade de provar que em alguns lugares ainda restaram “urnas batizadas”, ficou por isso mesmo.) ganhou com folga o primeiro embate, fazendo uma magnífica bancada de 52 Deputados federais e 4 senadores. Venceu em 17 estados, e em 23 capitais. Restaram 9 pequenos Estados para Fernando Haddad e Ciro Gomes venceu apenas no Ceará, incluindo Fortaleza. 

Bolsonaro tem mais da metade dos votos válidos em 12 estados e no DF; o opositor em apenas 4.  O seu Partido o PSL recebeu 10,8 milhões de votos para deputado federal a mais nessas eleições que em 2014. Na eleição anterior, para a Câmara dos Deputados, o partido do Bolsonaro teve 808 mil votos. Entretanto, em 2018, foram 11,6 milhões, que representa um crescimento de 1.341%.

Enfim, a Onda Bolsonaro elegeu gente desconhecida e novata. O vereador de Niterói Carlos Jordy, que ganhou sua primeira eleição há 2 anos, com uma votação muito expressiva, venceu esta eleição para deputado Federal por estratosféricos, de 204.048 votos. O candidato de primeira eleição na vida, em Minas Gerais, Romeu Zema, do Partido Novo ganhou largamente o primeiro turno e está amplamente na frente até o momento. Ele apenas aderiu à campanha do Jair Bolsonaro, vendo que o João Amoedo não teria chances de vencer.

A onda Bolsonaro elegeu no Rio de janeiro os dois senadores, Flávio Bolsonaro em primeiro lugar (filho do Jair Bolsonaro) e Arolde de Oliveira. Em São Paulo, Carlos Bolsonaro (filho de Bolsonaro) foi o deputado mais votado da história brasileira com - 1.814.443 votos, e Joice Hasselmann (PSL) - 1.064.047 votos, em segundo lugar. Advogada que foi autora do processo de impeachment contra a ex-presidente Dilma, Janaina Pascoal (PSL) também foi a deputada estadual mais votada da história. Recebeu 1.814.443 votos.

Deposita-se em Jair Bolsonaro a esperança de redenção e extinção do petismo. Certamente irá vencer com folga as eleições. O Brasil torce para que tudo dê certo.


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