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O Voto Útil Transformador

A manipulação petista nos bastidores nos leva a uma indesejável polarização eleitoral, como uma espécie de “beco sem saída”. A manipulação forjada de dados para levar o seu inexpressivo candidato para o segundo turno, também trabalha com a hipótese de competir com um candidato, escolhido por eles, que acreditam que podem vencer. Toda movimentação para que Jair Bolsonaro cresça nas pesquisas é no objetivo de eliminar outras possibilidades, como Geraldo Alckmin e Ciro Gomes. Eles estão convencidos, pelo perfil de extrema direita do Bolsonaro, que seja mais fácil vencê-lo, usando apelos sentimentais e supostamente ideológicos, invocando os anos da dura ditadura militar. Os petistas são perigosos, pois são muito obsessivos, treinados, inescrupulosos e dirigidos por uma serpente pensante chamada José Dirceu; que foi retirado da cadeia (apesar de condenado a mais de 34 anos, em 2ª Instância), para dirigir este movimento de retorno do PT ao poder central. O candidato é um “poste”, que não conseguiu reeleição, perdendo para João Dória no 1º turno em São Paulo. Esta certeza de vitória advém de até onde aparelharam tudo e na manipulação dos códigos das urnas eletrônicas, fabricadas por seus comparsas venezuelanos. Daí surge a necessidade urgente da união de todo o centro-democratas para fazer frente e impedir o retorno do PT ao poder. A ideia que impõe é a do voto útil.

Mas afinal, o que é o voto útil? O voto útil nada mais é do que o voto tático, só com a definição de ser mais útil para quem deseja derrotar um candidato ao qual todos atacam por ser inconveniente aos propósitos nos quais acreditamos. De nada adianta dividir os votos, fragmentando os eleitores em bons candidatos, mas sem bojo eleitoral, sem apelo popular e sem chance de aglutinar forças, ainda que levemente divergentes, mas capazes de se unirem para um bem comum.

Existe a “Teoria da Tomada de Decisão”, defendida pelo matemático americano John von Neumann. Ele formulou a “regra minimax”, segundo a qual em qualquer situação a melhor estratégia é minimizar a perda máxima. Sensato, no que se refere à redução de danos objetivos. As concessões devem ser feitas para maximizar os ganhos diante de uma situação irrecusável.

Diante do dilema que todos enfrentamos nesta eleição, onde foi criada uma polarização entre ideologias, (Petismo X Anti-petismo) é preciso analisar com calma a situação para não termos que nos arrepender, e muito. Todos sabem que os 13 anos de domínio do PT, que se apresenta como partido, mas, em verdade é uma organização para implantação de um sistema totalitário, é desastroso. É um sistema baseado na ditadura dos dirigentes e nivelamento por baixo da população. A ideia é transformar toda a America Latina numa “nação única”, como foi a fracassada União Soviética. Não bastaram os exemplos economicamente desastrosos, o sangue derramado, a opressão violenta, a supressão de liberdades totais e o achatamento da população em detrimento do luxo e arrogância dos seus dirigentes, persistem na ideia.

Os comunistas lutam por essa ideia de domínio, trazendo esta prática para nós americanos. Fidel Castro morreu, e seu irmão Raul, já envelhecido passou o controle para outro dirigente, o atual presidente Miguel Díaz-Canel. Para isso, levou simplesmente 59 anos de poder e domínio dos Castro, especialmente Fidel, que personalíssimo conduziu a política a sua maneira; não se escusando de torturar e matar os opositores do seu personalíssimo regime. Entretanto, segundo banqueiros internacionais, Fidel Castro acumulou uma das maiores fortunas do mundo. A igualdade e a pobreza eram para todos, onde faltaram até papel higiênico e sabonetes. Mas, para ele e os seus, incluindo as muitas amantes, viveram no luxo e a luxúria. Esta é a síntese das ditaduras comunistas, que se apresentam emblematicamente no modelo venezuelano, onde o povo passa muita fome e Niciolás Maduro, seu “presidente”, se farta de vinhos em Paris, aonde uma garrafa chega a custar R$80.000,00, e fuma charutos que custam R$2.000,00 a unidade. Ao comunista mor, tudo! Ao povo, o trabalho escravo e a miséria! 

Não temos alternativas a não ser a união em busca da eleição de um candidato de centro.

O senador Álvaro Dias é um homem de vida limpa, tem boas propostas, mas não conseguiu sequer espaço no seu antigo partido, o PSDB, para ser o candidato à presidência da República. Isto prova incapacidade de liderança imediata e não reúne as condições de ser o líder de um grande acordo nacional para neutralizar e eliminar o petismo. O Amoedo é tecnicamente capaz, mas não tem experiência política, não é bastante conhecido do eleitorado e nunca foi testado na administração pública. Torna-se inviável. O Meireles tem altíssimo índice de rejeição, principalmente por ter sido ministro do Lula e do Temer. Está fora de questão.

Resta o Geraldo Alckmin, que já foi com sucesso governador duas vezes do maior estado brasileiro. Governar São Paulo é tão importante como governar a França ou Alemanha. É um estado-país. Ele é equilibrado, sensato, bom negociador e com capacidade de convívio e sem conflitos com deputados. Basta ver o que lhe aconteceu em São Paulo. Foi exímio gestor de todos os conflitos e necessidades. É um administrador ideal para tirar o Brasil do caos que se encontra. Entretanto, somente será viável se tiver o voto útil. Se todo eleitor consciente e exausto dos desmandos e atrocidades do PT, deve abrir mão de votar nos demais e votar maciçamente nele, o 45. 

Se, por tudo, for impossível esta gestão do voto útil, então que o Brasil se uma e vote no outro candidato que for contrário ao poste do PT.

Se for Bolsonaro e Haddad para o segundo turno, não deverá existir qualquer dúvida: o Brasil em peso deverá votar no Jair Bolsonaro 17. Será a faxina que o país precisa. Chega de José Dirceu, de Dias Toffoli, de Lindberg Farias, Gleisi Hoffmann e principalmente o representante do mal, Lula da Silva, a maior desgraça brasileira! 

Avante Brasil!  Sem PT ou outro arremedo de dominação e desonestidade.

Sensato será no que se refere à redução de danos objetivos. As concessões devem ser feitas para maximizar os ganhos diante de uma situação irrecusável. Na prática, esta eleição é votar no menos pior.


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