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O Aparelhamento Político nas Universidades e Escolas

É evidente que qualquer projeto de Nação, de possibilidade de crescimento, com todas as questões humanitárias, passa visceralmente por um “projeto de educação contínua” e de qualidade crescente. A educação é a mola, o molde e a solução. Entretanto, quando se tem projetos de poder caminhando paralelamente, este mote da educação pode ser usado como forma de cooptação, de lavagem cerebral, para esta ou aquela ideologia. Os poderosos, seja lá de que lado for, estão atentos a esta questão e disputam espaço nessa área, principalmente quando existe um vácuo de propósitos claros e muitos interesses em jogo, incluindo os mais venais e inescrupulosos. 

Esta história de ideal brasileiro pode ser visto de visto de vários ângulos, e dependendo da carga de interesses, vai forçar situações, de custo muito alto. Reverter mentalidades construídas lentamente, também leva tempo para desconstruir.

O mais grave são os projetos “educacionais” que objetivam a dominação através do pensamento único. Este é um tema muito intenso para simplificá-lo numa matéria jornalística. Mas, podemos sugerir que o leitor leia Hebert Marcuse, Martin Heidegger, Antonio Gramsci, apenas para citar os mais indicados para a compreensão dos projetos de poder da esquerda radical.

Objetivamente queremos enfocar um comportamento usual no Brasil, que não é recente, e nas universidades sempre foram recorrentes; até pela tendência da maioria, ainda que humanista, de ver a realidade através das lentes mais à esquerda. Este é um processo natural, e diríamos até mesmo necessário. Entretanto, esquerda nenhuma é perigosa se permite o debate e não perpetra a imposição, principalmente a do pensamento único, quando o radical obstrui qualquer possibilidade alternativa.  O grande perigo reside na radicalização, no pensamento totalitário, seja de esquerda, direita ou qualquer alternativa. A liberdade de pensamento é o cerne da questão.

O que podemos dizer é que, inteligentemente, percebendo a impossibilidade de tomar o poder pela força, criou-se no Brasil uma disfarçada e progressiva construção de intelectos cooptados, e direcionados para um único pensamento, ainda que naturalmente existam variantes, mas, estarão sempre dentro do espectro da esquerda dominante.

O mais curioso, é que a motivação reativa é a dominação do capital, das diferenças de castas sociais, e da “obstrução e acesso aos bens de consumo”. Nenhum dos cooptados questionam a dominação contrária, e romanticamente (são imbuídos a achar heróico e mais igualitário) acreditam nessa possibilidade de igualdade social. Igualdade que é nivelada por baixo. Nas castas dos dirigentes a igualdade luxuosa só é acessível para os “graduados”. Os demais, pertencentes à massa sem massa encefálica, caberão o trabalho e a manutenção do sistema.

Baseados nessa perspectiva, o PT e seus aliados, iniciaram a caminhada ao poder via educação. Sempre existiram focos comunistas dentro do ensino médio, que foram intensificados e regiamente financiados. O início de deu através da UNE, pois era propício e fácil.

Ninguém se engane. Não se faz revolução de esquerda sem muito dinheiro e muita cooptação sedutora e corrupta. Entretanto, dentro deste pensamento lavado, esta “moral burguesa” que norteia a nossas leis, devem ser esquecidas e combatidas. Daí, apropriar-se indevidamente do dinheiro público, é apenas uma expropriação, justa e digna: “tudo pela causa”, ainda que fora da lei e sem escrúpulos ou condescendências.

 Baseados nesses princípios os governos petistas, especialmente no período Lula, para obtenção dos seus intentos, e escudados numa ação irrecusável e necessária ao país, criou 18 universidades (contrário do que fez o governo Fernando Henrique), segundo eles resultando em 360 faculdades. Até aí, correto, embora o Brasil precise muito mais de ensino básico e médio, do que superior. Mas, aceitemos com um benefício, que facilitou a muitos o acesso ao ensino superior. A grande questão, é que este benefício, transformou-se numa espécie de armadilha. O estudante, especialmente pobre, foi doutrinado e “programado a pensar com manda a cartilha deles. Os estudantes tornaram-se, ainda que sem saber, soldados úteis, com a alcunha de obreiros e olheiros. Um verdadeiro exercito de jovens que passaram a acreditar e venerar líderes corruptos, inescrupulosos, e se investigados devidamente, sanguinários. Enfim, tudo pela causa e contra o capital!

O aparelhamento inicial se fez através do corpo docente. Os professores foram devidamente alocados e treinados para tarefa de doutrinação, como uma espécie de seita. O perigoso “Pensamento Único”, quase venceu. Como disse o ex ministro Antonio Palocci, em sua delação: só deu errado porque alguns perderam a noção do que faziam e despertou a reação de contrários. Que até as urnas eletrônicas eram usadas com fins eleitorais programados. Sabia-se quem iria vencer desde o início, até que chegassem à dominação total.

No Governo Dilma se intensificou o aparelhamento nas escolas fundamentais, com cartilhas de indução a novos princípios e práticas sexuais, ideologia de gênero e de implantação da desordem social. O propósito é desmontar a memória social e seus princípios, anular os núcleos familiares, tornando-os distróficos e manipuláveis. A escola é o campo ideal. Caminha-se desde a base até os professores, diretores até nos dirigentes, incluindo os reitores. O projeto é audacioso e inteligente, embora cruel e sem limites.

A partir dessa perspectiva a sociedade alvo será paulatinamente dominada, com projetos aparentemente bem intencionados, como foi o “Estatuto do Desarmamento”. Os princípios são convincentes e parecem nobres, entretanto o objetivo foi desarmar a população e torná-la vulnerável. Basta observar o crescimento da criminalidade. Pode parecer absurdo, mas o crime organizado é parte do projeto de poder e funciona como força auxiliar, embora muitos deles (criminosos) nem saibam disso. A questão é transformar a sociedade em reféns e dependentes. Assim, num determinado momento eles se mostrarão como heróis e benfeitores, mas no controle total.


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