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Falsas Informações: Prejuízos e Conseqüências

A internet causou uma revolução nos costumes em todo mundo, aproximou pessoas e abriu portas do conhecimento numa velocidade imprevista. Apesar dos benefícios, trouxe muitas práticas negativas, criou situações falsas, incluindo os piratas cibernéticos, que navegam fraudando documentos, praticando estelionatos diversos e que até já levou pessoas a atos impensados como, mudanças bruscas de profissão, negócios, destruição da família e até suicídios. Mas, um dos mais preocupantes comportamentos produzidos com o advento das Plataformas Sociais, é a possibilidade de cada pessoa, independente de formação, conhecimento ou nível social, opinar sobre tudo. Todo mundo passou a ter uma voz opinativa. Assim como no passado existia a prática, até engraçada, de muitos se arvorarem a ser o técnico da seleção brasileira, criticando seriamente a Comissão Técnica, na atualidade as pessoas (qualificadas ou não), apresentam-se como “especialistas” em todas as áreas do conhecimento. Estas pessoas, via de regra, transformam-se em massa de manobra para oportunistas desonestos e perigosos, mas, que sabem bem como manipular uma notícia falsa, para auferir algum tipo de benefício próprio ou para outras pessoas afinadas na trapaça.

O perigo e prejuízos aumentam quando ansiosas de saírem na frente oferecendo um “furo de notícia” (que nas suas vaidades competem nessa especialidade de produtor de novidades), propagam notícias falsas, as denominadas “Fakes News”. Por coerência toda notícia deve ser checada, apurada ao máximo antes de ser repassada.

Quais são os prejuízos objetivos de uma falsa notícia? O primeiro deles é por em dúvida a notícia verdadeira: desestabiliza a verdade.  Em segundo, é a possibilidade imprevista do prejuízo que pode causar, seja econômico ou moral. Ninguém imagine que as fakes news são produzidas por brincadeira ou diversão infantil. Existe sempre uma intenção obscura por trás.  Não é como os antigos “trotes telefônicos”, que caíram em desuso assim que foi possível identificar o chamador.  Na internet é possível identificar a origem e quem criou uma notícia falsa. Mas, em alguns casos, é muito complicado e difícil. Para um leigo é praticamente impossível. Estes “especialistas” que chamam de hackers, que em linhas gerais é uma pessoa com conhecimentos técnicos em informática que pode fazer um “hake” (em inglês significa uma modificação grosseira), ou seja: intencionalmente pode mudar conteúdos e destinos das informações postadas e implantadas na internet. Outra questão é a formação de conceitos falsos. Já vimos pessoas desinformadas ameaçando de processo criminal a alguém que mandou um simples e inocente e-mail. Ela alegava que não tinha autorizado a esta pessoa lhe mandar um simples e-mail. Dizia-se “invadida na sua privacidade”. Vimos também discussões despropositadas, e cheias de equívocos, entre “especialistas numa rede social. Trocam ofensas e bobagens aos montes. E se alguém interfere para mediar a conversa os dois “sábios” se voltam contra o mediador numa fúria impensável. Que, aliás, esta é uma das graves questões da atualidade. A fúria que se disseminou e tornou-se ferramenta cotidiana nas redes sociais. Como o Brasil está passado por um processo de esclarecimento das suas práticas desonestas, especialmente caudadas por políticos, as pessoas ofendidas na sua “ignorância bem intencionada”, tornaram-se vingadores da internet, criando grupos, uma espécie de milícia digital. Elas sentem-se traídas por terem alguma noção do que acontecia, mas foram confrontadas com as provas e prisões de poderosos, ficaram emocionalmente desestabilizadas e partem para agressão, sem critérios ou denodo. O que mais espanta, é que mostra o nível de desinformação de pessoas que possuem uma formação universitária, mas são verdadeiros “analfabetos funcionais”, até mesmo na construção dos seus textos, cheios de erros gramaticais e ortográficos. Mas, essas pessoas, que se intitulam “doutores”, arrogantemente não aceitam o diálogo, ainda que esclarecedor. Fazem uma guerra para que seus pseudos conceitos prevaleçam. Estas debilitadas discussões são propagadas e disseminam desconhecimento. Para o despreparado que leu aquilo e não tem nenhuma informação, aceita como verdade e lá vamos nós, para o fosso intelectual. Um país repleto de “sábios da internet”, operando um sistema social sem educação e informação lógica, votar em outros idiotas e outros menos idiotas, mas, oportunistas.
Precisamos frear este turbilhão de bobagens que circula na internet, principalmente num período eleitoral. Estamos correndo um sério risco de fazermos escolhas muito mais equivocadas do que as que já fizemos. E aí, ou se instala um conflito sem precedentes, com sangue derramado, ou caminharemos para nos tornarmos uma Venezuela gigante. Muita gente, mais uma vez, por desinformação e falta de vivência, maturidade política e horizontes estreitos, clama por soluções que podem se tornar o nosso abismo social e político.
 É muito importante que as pessoas façam um juízo de consciência, com humildade, sem rancores preponderantes, e procurem se informar com pessoas cultas e equilibradas. O meio termo e o equilíbrio é o que vai nos salvar. Não se pode esticar a corda até romper, pois a queda é o mais provável. Não se rompe um tecido social totalmente, pois será quase impossível recompô-lo. É preciso mediação dos conflitos e diminuição das agressões. Muita gente está rompendo velhas amizades por discordâncias nas redes sociais. O perigo nos ronda e se não houver equilíbrio e esclarecimento será mesmo o fim.

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