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Manobras na Beira do Caos

A pergunta que todos nós fazemos é: “o que faremos para sairmos da situação que nos encontramos? Que tipo de país é este, que não conseguimos decodificá-lo, compreender o mal que nos aterroriza, que desconfiamos das instituições públicas e em grande parte das particulares também? Quando não temos certeza a quem recorrer, para dirimir dúvidas a respeito de uma cobrança que nos é imposta indevidamente, estamos beirando caos. É nos acercarmos de perigos constantes e não sabermos que movimentos fazer, pois se errarmos estaremos perdidos.

Acreditamos que o primeiro passo é buscar informação; assim podermos analisar e entender os fatos da atualidade, embasados num conhecimento do passado. É preciso entender que se ficamos inertes nos tornamos alvo fixo, e mais fácil de ser capturado e aniquilado. É preciso reagir e criar movimentos contínuos de reação. Ou caminhamos em grupos organizados ou seremos engolidos pelas “feras da atualidade”.

Vamos elencar as principais razões que nos levou ao atual quadro de desalento e de dificuldades crescentes.

Voltemos no tempo para reconhecermos o caminho percorrido. Vamos tomar por base a nossa origem. Fomos colônia, dependentes e submissos a poderes externos e fomos espoliados sistematicamente, até chegarmos aos tempos da “Independência do Brasil”. Uma independência sem apoio popular, principalmente porque na época a população tinha em torno de 80% de escravos, que não tinham direitos, nem voz. Restavam as elites, e muitos ainda mantiam interesses e alianças com os colonizadores.  Demoramos a fazer a primeira constituição e Pedro I, um monarca útil aos interesses da época, mas, muito autoritário, desconsiderou a primeira versão e com seus pares elaborou outra, que contemplava seus interesses. Ele não era político e suas atitudes desagradavam à maioria. Sofria acirrado combate por parte dos jornalistas da época, O seu desgaste como monarca indefinido e ainda com interesses em Portugal, o fez desistir do Brasil, passando o trono para o filho de cinco anos, o D, Pedro II. O país foi governado até a sua maioridade por Regentes, com especial atuação de José Bonifácio de Andrada e Silva.

Pedro II foi um monarca mais educado e preparado, período em que a Nação evoluiu culturalmente, tornou-se economicamente próspera e reconheceu direitos e deveres. Destacou-se no cenário internacional e foram quase seis décadas de aprovação da grande maioria. Os dois filhos homens de Pedro II morreram, restando-lhe apenas a sucessão por uma filha, que também não tinha interesse em reinar. Pedro II envelheceu e a sua saúde precária o fez entregar a regência da Nação nas mãos da sua filha Isabel, que tomou decisões importantes como a Abolição da Escravatura, fato que contribuiu para a decadência e queda da monarquia.

Improvisadamente proclamaram a República, onde apareceram grandes dificuldades administrativas, políticas e sociais.                                                                                                                                                         A partir de 1917, com o evento da Revolução Russa, deu-se inicio aos reflexos do comunismo no mundo e a essa influência passou a existir no Brasil. Os bolcheviques, como eram chamados, fundaram a União Soviética que chegou a congregar 15 repúblicas. No auge, o império soviético chegou a comandar 40 países no mundo. Eram severos nas suas iniciativas e, para varrer o passado executaram o czar Nicolau II, sua mulher, seu filho, suas quatro filhas, o médico da família imperial, um servo pessoal, a camareira da imperatriz e o cozinheiro da família, em julho de 1918. O comunismo inspirou-se nas idéias do filósofo alemão Karl Marx (1818-1883), que pregava a união dos operários do mundo para criar uma nova sociedade, sem Estado e sem classes, com base na propriedade coletiva dos meios de produção. Embora, na prática, os dirigentes soviéticos sempre alimentaram práticas contrárias a estes princípios e sempre viveram em castas, na mais perfeita opulência.  A régua da igualdade proletária era para o povo. Para quem “comandava”, o luxo sempre foi a marca determinante. Estas práticas se repetiram em outras nações comunistas, como é o caso de Fidel Castro, em Cuba, que sempre acumulou fortunas, ou mesmo o mais recente, Hugo Chaves da Venezuela. Comunistas e comandantes, mas, muito ricos.  O uso da força sempre foi um instrumento de manutenção do poder e nunca aceitaram conviver com idéias que questionassem ou ameaçassem o poder absoluto.

Em 1919 foi criada a Internacional Socialista e em 1922, em Niterói foi fundado o primeiro Partido Comunista no Brasil, o PCB. Desde esta época o Brasil se debate como idas e vindas desse montante ideológico. Ele sempre causou controvérsias por ser contra ao capitalismo, ainda que democrático. O comunismo, por ser um regime autoritário e dominador, gerou conflitos por toda nossa história recente.

Concomitantemente, surgiram na Europa os movimentos Fascistas e Nazistas, de extrema direita. Eles também tiveram lugar no Brasil, e o jornalista Plínio Salgado criou o partido Integralista, movimento de extrema direita que combatia frontalmente o comunismo. O comunismo se fortalece e através de Luis Carlos Prestes partem para uma tomada de poder que se chamou “Intentona Comunista”. Na época o presidente Getúlio Vargas, que flertava com o Fascismo e o Nazismo, consegue abafar a revolta, mandando prender os revoltosos, fato que lhe possibilitou dar um golpe e criou o Estado Novo. Este foi um período de muitas paixões ideológicas, e Getúlio apesar de ditador, tinha a simpatia de grande parte da população pobre do Brasil. Como toda ditadura, reprimiu e sacrificou muita gente, mas, perdeu o controle, que o levou a uma situação de impasse que ele resolveu com um tiro no próprio peito. Após este período configurou-se a liderança de um jovem político mineiro, chamado Juscelino Kubitschek, que fez um governo de grandes transformações, incluindo a construção de Brasília, a nova capital Federal. Nesse período, sofreu tentativas de golpes, a inflação cresceu e apareceram denúncias de corrupção. Concluindo seu mandato, baseado nessas dificuldades propiciou o surgimento da figura culta e autoritária de Janio Quadros, com sua retórica moralizadora, onde o símbolo de campanha que era uma vassoura, que iria simbolicamente varrer do Planalto toda “sujeira e corrupção” existente no governo de Juscelino. Era a consagração da UDN (União Democrática Nacional), que de forma populista fascinou multidões.  Janio Quadros venceu as eleições, mas como era radical e autoritário, consequentemente, sem apoio do Congresso, não conseguiu governar o que resultou na sua tumultuada renúncia. Nesta época, presidente e vice não eram eleitos na mesma chapa e o vice de Janio era João Goulart, de idéias socialistas, que por muito pouco não conseguiu assumir a presidência, por fortes resistências. Ele era cunhado de outro líder de esquerda, o governador Leonel Brizola. A postura insegura e ameaçadora de Jango, e o crescimento de movimentos socialistas, resultaram no golpe militar de 1964, com a deposição e deportação de João Goulart. Iniciou-se ali um período de mais de duas décadas de repressão política e social, com graves seqüelas no tecido social brasileiro. Veio a abertura e redemocratização do país, elegendo Tancredo Neves para presidente, que por razões misteriosas “adoeceu” e morreu sem tomar posse. Após novo momento de incertezas, assume o vice, José Sarney. O Brasil estava esfacelado econômica e financeiramente, resultando em planos mirabolantes, inclusive com a troca da moeda brasileira, de Cruzeiro para Cruzado, que mais tarde daria lugar ao Real. Vivenciamos dificuldades diversas e ainda sem a prática da liberdade democrática, vivemos experimentos, ungidos de novas esperanças. Passamos pelo governo de Fernando Collor, com confisco da poupança Nacional e falhas de comportamento que resultou no impedimento do presidente. Como tinha um vice legalmente eleito, Itamar Franco (tido como “meio doido”), assumiu a presidência e fez, apesar de muitos desacertos, o governo mais sério e propositivo do período pós ditadura militar.

Chegou a vez do PT. O discurso era de esperança e transformações, onde o povo, principalmente os mais pobres seriam os maiores contemplados. Esse discurso, com todas as marcações da cartilha comunista, pôs em prática os ideais neo-comunistas, advindos desde o início dos anos noventa, no pós queda do muro de Berlim e conseqüente esfacelamento da União Soviética.  Para compensar a queda e fracasso comunista, Lula, Fidel Casto, Hugo Chaves e outras lideranças na America Latina criam o “Foro de São Paulo”; que consiste da criação de um estado socialista único composto por países da região, com estrutura e filosofia comunista. Rebatizaram a nova entidade com o nome de República Bolivariana.

O plano consiste em favorecer e fortalecer os aliados, quebrar a estrutura familiar e social dos países, para que individualizados, ninguém faça resistência ao novo modelo de “República Bolivariana”. A inspiração deste modelo vem sendo gestado desde o início dos anos noventa, inspirados nas teorias do filósofo Antonio Gramsci. Ele defendia que a tomada de poder deve ser por cooptação intelectual, e criação de um modelo educacional conveniente. Para ele, o modelo de guerra, é sangrento, oneroso, e com muitas baixas de ambos os lados e sempre com a possibilidade de perder o confronto. Assim foi elaborado um Plano de Tomada de Poder, liderado por José Dirceu e outros intelectuais aliados, usando a figura popular do Lula, como uma espécie de ícone, produzido por ideólogos, marqueteiros e publicitários. A cristalização dessa imagem custou milhões em comunicação. Se observarmos, veremos que desde que Lula assumiu, a organização tratou desestruturar o Estado, sucatear e espoliar as estatais, quebrar o sistema financeiro, e apoderar-se de tudo que pudessem. Desviar recursos nacionais para outros países do pacto (Foro de São Paulo), incluindo financiar republiquetas ditatoriais africanas para criação de locais de esconderijo, em caso de necessidade de fuga, ou dar sumiço em opositores; ocupar todos os postos chaves do país, para aparelhar e confundir, até mesmo a Constituição, incluindo desmoralizar o Congresso e os Tribunais Superiores. Nessa empreitada de aparelhamento eles iniciaram pelas escolas e universidades, criando uma geração de “cerebralmente lavados”. Esta cooptação inclui professores, artistas, intelectuais, jornalistas, (incluindo os mercenários), para reverberar ao máximo as teorias do processo. Estes “soldados” serão os responsáveis pela formação intelectual condicionada de uma geração inteira, desprovida de valores morais, de definição sexual (pode ser tudo, incluindo trocar de sexo ou não ter identidade), sem desejos de agregar parentes ou mesmo um desinteresse e desrespeito pelo “conceito de família”. “Criaram, com pretextos “aparentemente nobres”, o Estatuto de Desarmamento”. Com isso obtiveram uma população inteiramente desarmada e incapaz de reagir em caso de golpe de Estado. Armaram os chamados “Movimentos Sociais” constituindo-se em milícias camponesas e agora, também urbanas. Também fazem pactos com organizações criminosas para promover desordem social e imposição pelo medo.

A única e inesperada situação que os conduziu a falhar foi o desejo e delírios de riqueza que os dirigentes da organização passaram a ter. Perderam a dimensão do apoderamento e enriquecimento pessoal. Todos se locupletaram pessoalmente de forma tão desmedida que causaram desequilíbrio no sistema; e tiveram a má sorte da criação e eficiência da Operação Lavajato. Operação judicial que já prendeu e desmontou boa parte desse sistema cruel. Este fato novo não estava nos planos da grande Organização que se tornou gananciosa, viciada e sem limites. Perderam a dimensão, como todos os ditadores, Nicolas Maduro, Morales e até o casal Kirchner; perderam o senso grupal e objetivo, intoxicado ao enriquecerem assustadoramente, sentindo-se imperadores onipotentes!

Este é o panorama que nos ameaça atualmente. A serpente pensante, apesar de condenado a mais de 30 anos de cadeia, está solto e tramando um golpe. Este ainda é um braço ativo da organização, implantado no STF, que está garantindo a liberdade do “capo”. A cartilha comportamental dessa organização os conduz a mudar de direção toda vez que perderem uma disputa, minando a credibilidade dos pleitos, e acusando os opositores sem critérios lógicos, que tudo é uma conspiração contra eles e que tudo se resume num golpe! Pois este é o principal cerne do seu pensamento: o grande golpe.


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