Diz Jornal - Cultura e Cinema | Documento | Nutrição | Informes | Internet | Edgard Fonseca | Pelo Whats | E! Games | Fernando Mello | Pela Cidade | Em Foco

Os artigos assinados são de responsabilidade dos autores

Tels: (21) 3628-0552 / 9613-8634
Rua Cônsul Francisco Cruz nº 03 - Centro - Niterói/RJ | 24020-270
Email: dizjornal@hotmail.com

PROJETO GRÁFICO - Edgard Fonseca Comunicação Ltda.
TIRAGEM IMPRESSA: 16.000 Exemplares

Newsletter
Receba nossas edições no seu e-mail.

 
 

-----------------
Tnews
Era Bom, Ficou Ruim...

-----------------
Egames
Revivendo Clássicos...

-----------------
Fernando Mello
O Morro e os Encostos...

-----------------
Edgard
Perdendo a Decência da Lucide...

-----------------
Edgard
Nikitikitikeru...

-----------------
Internet
Celular Dobrável...

-----------------
Cultura e Cinema
A modinha que não sai de moda...

 

Os Perigosos Governos Bolivarianos

É comum aos populistas criarem símbolos e mitos para justificarem atitudes políticas, ou mesmo se “refugiarem” nessas ilhas de imagens e conceitos.       

O general Simón José Antonio de la Santísima Trinidad Bolívar y Palacios Ponte-Andrade y Blanco, comumente conhecido como Simón Bolívar, foi um militar liberal e líder político venezuelano. Foi presidente da Grã-Colômbia, e na sua biografia constam nacionalidades, como venezuelano, boliviano e peruano, por ter incorporado em suas lutas estas “pátrias”, embora tenha nascido na Venezuela, em Caracas. Foi um libertador, anti-colonialista, defensor da educação, mas foi também um ditador.  

Como afirma a sua biografa, a jornalista peruana Marie Arana, editora literária do jornal The Washington Post, e autora de Bolivar: American Liberator - Bolívar: Libertador Americano", (nunca lançado no Brasil); ele tinha posturas muito mais à direita do que à esquerda. Jamais defendeu idéias “socialistas”, embora tivesse ideais igualitários e humanos. - “Em certos momentos, ele foi um ditador de direita. Em meio ao caos de uma revolução, ao tentar criar países, ele precisava ter uma mão forte. Ele dizia desprezar a ditadura, mas ele a usou, porque sabia que assim podia concretizar suas idéias.” Nasceu em julho de 1783, e morreu na Colômbia em dezembro de 1830 (aos 47 anos). É autor dos livros Manifesto de Cartagena, Escritos Y Proclamas.

Baseado na nacionalidade venezuelana e na suposta simpatia de Bolivar pelos “ideais socialistas”, o presidente venezuelano Hugo Chaves, apropriou-se do nome e declarou o seu país uma “República Bolivariana”, inclusive mudando a constituição e o nome do seu país. Outros presidentes, Rafael Correa, do Equador, e Evo Morales, da Bolívia, se autodeclaram "bolivarianos". 

Esta vertente ideológica uniu-se a Cuba e Nicarágua, através de Fidel Castro e Daniel Ortega para em seguida juntarem-se a Luiz Inácio Lula da Silva, do Brasil, com o propósito de criar uma corporação de países, no gênero da antiga União Soviética, de matiz autoritário e ditatorial. Assim nasceu o Foro de São Paulo, criado no Brasil, para gestarem este projeto de poder.

Se bem observarmos, guardadas as diferenças entre eles, todos estes presidentes caminham na mesma linha de raciocínio e discurso. O presidente da Bolívia Evo Morales confiscou bens brasileiros na Bolívia, inclusive de empresas particulares, além da Odebrecht, declarando-os “repatriados” ou uma ação de reintegração de posse. E o pior é que o governo brasileiro, na época presidido por Lula, simplesmente concordou pacificamente e integralmente. Isso foi uma combinação do Lula com Morales, como meio de “exportar capitais” para o fortalecimento desta nova corporação. O disfarçado comportamento associativo de Lula se constituiu numa traição à Nação brasileira. Lula, Chávez e Fidel Castro tinham muito mais conchavos bolivarianos que se pode supor. Daí, o financiamento do Metrô de Caracas e do Porto de Mariel, em Cuba, financiado com dinheiro do BNDS, que é um banco estatal para desenvolvimento nacional brasileiro.

Hugo Chaves, com as suas “ações bolivarianas”, afundou a Venezuela, que era um país rico e próspero, degradando a PDVESA (Petróleo Venezuelano) grande empresa petroleira, transformando a nação num reduto de destruição progressiva, com ascensão de aliados incompetentes que passaram a ocupar lugares importantes na administração do país.

Com a morte de Chávez e Fidel, e o conseqüente enfraquecimento de Lula, com a entrada de Dilma Rousseff, O BNDS acabou tomando calote da Venezuela no financiamento do Metrô; embora Cuba esteja honrando os pagamentos do financiamento do Porto de Mariel.

Houve no “mundo bolivariano” um momento de descaminho maior com a morte de Hugo Chaves, que alegava delirantemente que o seu câncer era fruto de uma arma secreta americana, que teria atingido também, Lula, Dilma e Fidel. Com a sua morte subiu ao poder algo muito pior e mais despótico que era o Chanceler da República Bolivariana, Nicolas Maduro; oriundo das classes mais baixas da Venezuela, que utilizando as práticas sindicais chegou à presidência da República. Uma analogia próxima a Luiz Inácio Lula da Silva.

Estes governos bolivarianos têm levado estas nações para o caos econômico e social, como foi o caso da Argentina, com os governos do casal Nestor e Cristina Kirchner. Hoje a Argentina amarga e tenta se recuperar de dois governos destrutivos de vertente próxima ao bolivarianismo.

Disse Marie Arana: “Há duas coisas envolvidas aí neste novo bolivarianismo, que não é um bolivarianismo de verdade. Primeiro, por o conceito embutir uma ideia de unificação. Bolívar acreditava nisso: eliminar fronteiras com uma grande aliança panamericana. E, em segundo lugar, Bolívar dizia admirar os americanos, mas dizia que eles "não tinham nada a ver" com os latinos. Acreditava que era preciso criar uma forma de ensinar ética às pessoas. E qual é o nosso maior problema hoje? A corrupção, a ilegalidade, a informalidade. Ele entendeu muito antes de todos que tínhamos sido privados de uma educação básica e sido corrompidos de certa forma. Então, ser bolivariano seria defender a educação, a liberdade, a ética, a equidade social e o esclarecimento do homem.”

Entretanto, o que observamos na Venezuela de hoje, é a ditadura da estupidez autocrática, por um ignorante arrogante e sanguinário, que corrompe todas as instituições para se manter no poder, e levou o povo à fome e a miséria, provocando um êxodo desesperado como tentativa para a sobrevivência. Este ditador venezuelano, se não for detido, irá conduzir a Venezuela às profundezas da absoluta miséria, com conseqüências desastrosas, promovendo este genocídio que o mundo está assistindo. E o pior é que, em razão do corporativismo ideológico, políticos brasileiros, alinhados com Maduro, fazem a sua defesa, repetindo ensandecidamente que na Venezuela as eleições foram legítimas e democráticas, que o “comandante Maduro” é um estadista honrado e produtivo. Na contra mão da verdade e da razão assistiremos a escravidão e devastação de uma Nação que foi exemplo de progresso, educação e saúde.

O Brasil correu sério risco de tornar-se alinhado a este bloco. E só a proximidade, foi suficiente e nos levou ao estado de confusão institucional que nos encontramos, com 27 milhões de desempregados e mais de 40 milhões na informalidade. Decrescemos e nos empobrecemos. Os nossos níveis de violência, criminalidade e pobreza são insuportáveis e precisamos reagir imediatamente para não sucumbirmos nesse turbilhão de populismo, corrupção, pobreza generalizada e ausência de meios para reação.

Bolivarianismo é a sinalização para um caminho onde a Nação brasileira jamais deverá pisar. Para o bem de todos!

 


-----------------
Documento
O Novo Panorama Político de Niterói

-----------------
Documento
O Mundo dos Youtubers

-----------------
Documento
Nação Dividida: Velhos Amigos, Novos Inimigos

-----------------
Documento
O Tsunami Bolsonaro

-----------------
Documento
Pesquisas para Confundir

-----------------
Informes
Unus Mundus...

-----------------
Informes
A Importância dos Vices-Presi...

-----------------
Informes
As Canções Que Você Dançou...

-----------------
Informes
Bagueira é Reeleito...

-----------------
Informes
Acervo Fotográfico...

-----------------
Informes
Contra a Pedofilia...

-----------------
Informes
Novo Fórum Federal...

-----------------
Informes
Ano Novo Judaico...

-----------------
Informes
Lançamento de Candidatura...

-----------------
Informes
Inauguração de Comitê Icara...
 
Últimas Edições
Rua Cônsul Francisco Cruz nº 03 - Niterói/RJ | (21) 3628-0552 / 9613-8634 | dizjornal@hotmail.com
Creat by EADesigns