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O Que Mudou no Facebook?

As Redes Sociais representam a fonte da integração tecnológica entre pessoas. Foi um grande avanço nas relações pessoais, principalmente, restringindo distâncias geográficas, e resgatando lembranças e pessoas que se distanciaram por diversas razões. Foi e é a grande oportunidade de encontrar pessoas amigas e atualizar informações. É claro que sempre apareceram aqueles que fazem uso para os mais diversos fins, inclusive utilizando a ferramenta positiva para fins nefastos, fraudes e difamatórios. Mas, apesar dos avisos, as Redes Sociais são para fins produtivos e benéficos. Entretanto, por serem excelentes canais para mídia de imagem, para vendas de produtos e serviços, foram utilizadas abusivamente por algumas pequenas empresas, e por políticos. Ficou durante um tempo, como uma espécie de canal livre onde todos puderam criar páginas (Fanpage ou página de fãs); que é uma página específica dentro do Facebook direcionada para empresas, produtos ou marcas, sindicatos, associações, autônomos, ou seja, qualquer organização com ou sem fins lucrativos que desejem interagir com os seus clientes. O regulamento do Facebook veda a utilização de perfis para marcas em geral e inclusive existe um limite de 5.000 amigos por perfil, que para grandes empresas é um universo muito pequeno.

O Facebook é a maior rede de todas. Foi fundada em fevereiro de 2004, por Mark Zuckerberg e por seus colegas de quarto da faculdade Eduardo Saverin (brasileiro), Dustin Moskovitz e Chris Hughes; e atualmente passa de mais de um bilhão de usuários no mundo.

O site, que se tornou este gigante mundial, recebeu inicialmente algo em torno de US$500.000 do co-fundador do PayPal, Peter Thiel, como um “anjo Investidor”. Em maio de 2005, o Facebook recebeu 12,8 milhões de dólares de capital da Accel Partners.  Em 23 de agosto de 2005, o Facebook compra o domínio facebook.com da Aboutface por US$200.000,00. A partir esta data, foi "repaginado", tornando-se mais popular e agradável aos “amigos”.

Esta empresa sempre viveu de publicidade, paga por grandes empresas. Até o ano passado usava um algoritmo, (que é uma sequência de instruções bem definidas executadas mecânica ou eletronicamente, que produz um comportamento repetitivo e controlador), mais tolerante a expansão orgânica de páginas, inclusive a de pequenas empresas, que de certa forma pegavam carona na rede, sem custos e com uma expectativa muito boa de atingir clientes, e criar boa imagem. Serviu bem a políticos menos abastados, ou oportunistas, que faziam da Rede, uma espécie de porta voz eletrônico a custo zero.

As significativas transformações tiveram início de 2012, com adaptações do algoritmo, que culminaram com as últimas modificações em 2018, onde as mudanças são mais duras e objetivas, direcionando a Rede para comercialização de espaços. Essas transformações vão diminuir (ainda mais) o alcance das publicações das fanpages.

A idéia é priorizar o conteúdo criado por amigos. Por outro lado, o alcance reduzido das páginas serve de “estímulo” para que sites e marcas paguem para destacar conteúdo.

Segundo Mark Zuckerberg, usuários do Facebook têm reclamado da quantidade de posts de empresas, marcas e veículos de comunicação em seus feeds de notícias.  A prioridade é ajudar a conexão de uns com os outros.

Diz ainda que não é tão benéfico aquilo que chama de consumo passivo de conteúdo — o que inclui assistir a vídeos ou ler artigos. Já existem canais de informação de caráter didático para empresas aprenderem como gerar resultados reais no Facebook. Existe um eBook gratuito: “Introdução ao Marketing no Facebook”. Esta é uma das maneiras como a Rede pretende se aproximar desta nova clientela. Não há mais espaços grátis. Serão sempre negócios.

No novo feed de notícias, o Facebook tentará prever com quais posts você vai querer interagir.  A justificativa é que essas são publicações que inspiram discussões nos comentários. Além de que, posts de família e amigos e serão priorizados em detrimento de posts de página.

De nada adiantará ter 5.000 “amigos” se não houver interação. O sistema detecta as pessoas que se cruzam e interagem. É criada uma espécie de “comunidade” de cada um, e as postagens vão aparecer prioritariamente para este circulo de pessoas. A idéia é focar em “ajudar você a ter mais interações sociais significantes”. A mudança é simples: mais posts de amigos, família e grupos e menos de empresas, marcas e veículos de comunicação.

As “Páginas” verão seu alcance, tempo que as pessoas passam vendo vídeos e tráfego diminuírem. O impacto deve variar de página para página, de acordo com fatores como o tipo de conteúdo produzido e como as pessoas interagem com ele. Páginas fazendo posts com os quais as pessoas não interagem ou comentam devem ver quedas na distribuição.

As Fanpages que motivam conversas entre pessoas vão aparecer mais no feed. Um exemplo prático são as transmissões ao vivo, que freqüentemente levam à discussões entre quem os assiste no Facebook.  Os vídeos ao vivo geram 6 vezes mais interações que vídeos regulares.

A prioridade serão as pessoas e a forma de interação. O Facebook vai continuar combatendo posts caça-engajamento, do tipo campanhas por assinaturas para movimentos políticos e sociais. É claro que mudanças sempre trazem desconforto e algumas pessoas estão achando o Facebook maçante e controlador. Muita gente está desistindo de seus perfis ou simplesmente parando de acessar. Muitos estão preferindo usar o Instagram, mas as filosofias vão convergir rapidamente, até porque o Mark Zuckerberg, dono do Facebook, comprou o Instagram e o Whatsapp. No final, mais do mesmo, embora se diga que o Zuckerberg, tem um orgulho e carinho maior pelo Facebook, por ter sido uma criação sua e o ponto de partida de tudo.

Tenha em mente que a sua audiência no Facebook não é exatamente sua e que uma mudança no algoritmo pode comprometer todos os seus resultados. Por esta razão não fique preso apenas às Redes Sociais. Priorize produzir conteúdos próprios e fortaleça seu site ou blog. O mundo está girando rapidamente, cuidado para não ficar plantado na mesma estação por muito tempo.


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