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E o DIZ, Disse!

Em principio poderia parecer difícil falar de um ano de tantas dificuldades. Este relembrar faz doer novamente e a tendência humana é deixar para trás como se fosse possível apagá-las. Acreditamos, sem masoquismo, que refletir sobre todo mal sofrido tem especial relevância na prevenção de situações futuras.  O ano de 2017 foi um ano de provações para todo mundo. Guerras, tragédias naturais, atos terroristas, fuga em massa de povos ultrajados e nem sempre acolhidos. Este foi o panorama mundial.

O nosso Brasil amargou o desemprego, a falta de perspectivas e esperança, abandono da saúde e educação, com a insegurança pública, e acima de tudo, com certeza plena que estamos apodrecidos. Não que tenhamos escolhido diretamente este destino, mas delegamos poderes a políticos, que junto com empresários gananciosos e inescrupulosos, desenharam impiedosamente o nosso quadro de desordem e desolação moral e econômica.

Apesar de tudo, tivemos a sorte, que antes de nos tornarmos uma Venezuela, uma parte da nossa sociedade organizada, representada pelo Ministério Público, Policia Federal e parte da Justiça, brilhantemente operaram a força tarefa da Lavajato e outras operações de mesmo teor, desnudando a nossa fragilidade institucional, moral e política. Foi o grande alento ver o crescimento das operações de combate à corrupção sistêmica e ao assalto impiedoso aos cofres públicos; ainda que forças malévolas, especialmente dentro da maior Corte do país tentem desmoralizá-las e anulá-las, cometendo, em nome da “constitucionalidade” atos de desconstrução e retrocessos inaceitáveis. Este foi o panorama brasileiro.

No nosso Estado do Rio de Janeiro a dificuldade foi ainda maior. Temos entranhados historicamente a desonestidade no trato da coisa pública, desde os mais remotos momentos da nossa história, onde sempre aparelharam as Inspetorias Fiscais, dividindo-as como feudos de vários deputados. A prática das propositais “nomeações” para cargos chaves, onde pudessem se locupletar e auferir ganhos eleitorais, até as mais baixas operações de distribuir “cargos” para servidores e populares, desde que aceitassem devolver ao deputado corrupto metade ou mais do “salário gracioso”. O Rio de Janeiro vem definhando desde sempre, até culminar com o cinismo arrogante e impiedoso da organização criminosa chefiada pelo bandido Sergio Cabral. Aparentemente a estrutura criminosa foi desmontada, mas ainda tem muita gente oculta e solta. E o que é pior, continua com as mesmas práticas como se nada estivesse acontecido. O Estado do Rio de Janeiro, lamentavelmente e proporcionalmente, tornou-se o mais complicado e pior estado da Federação.

Resta-nos o município de Niterói com suas intrincadas dificuldades. A questão do trânsito e do controle urbano tornou-se um mostro de múltiplas cabeças. Muito se deve a previsões equivocadas e insuficientes, mas, existe um fator determinante, que é a desproporção entre o número de veículos e a dimensão da cidade. Teríamos que ter novas avenidas e soluções viárias para sustentar este crescimento numérico de veículos circulando. Mas, são obras muito caras e demoradas. E aí, haja vontade política e recursos usados com muita propriedade e seriedade. O niteroiense tem uma cultura de que andar de carro é sinal de status e afirmação do sucesso social. Daí, a grande maioria utilizar um veículo para uma pessoa, o que é inteiramente nocivo e irracional. O nosso transporte coletivo é de razoável qualidade, mas, visto como coisa de quem não pode muito. Muita gente que mora na Região Oceânica e trabalha no Centro da cidade deveria combinar com outros vizinhos para descerem em grupo, num revezamento diário. Seria, a cada pessoa adepta, uma redução de três a quatro carros a menos nas ruas. Entretanto, cada um acha mais “prático” ir sozinho e sofrer horas no engarrafamento. Esta dificuldade levará fatalmente ao uso clássico de revezamento de veículos por número de placas, entre pares e impares. Quem é rico vai ter um carro para cada versão de placa, e cada dia de uso... Mas, de qualquer forma vai ser uma redução significativa. Falta apenas um prefeito que tenha disposição para tomar esta atitude, que para muitos é impopular.

O município de Niterói precisa tomar uma providência quanto aos moradores de rua. A cidade está cheia deles; miseráveis, sujos e drogados, jogados numa espécie de lixeira coletiva. A cidade fede e nada é feito!

Aqui no jornal fizemos o nosso trabalho duro e seriamente. O que isso significa? Manter a verdade e a independência tem um amargo preço. É muito difícil não fazer concessões aos poderosos. Se você não está alinhado com suas “diretrizes” é considerado inimigo. É claro, passa ser perseguido em todos os níveis, especialmente no econômico. A pressão dos poderosos, que agem como mafiosos, tentam desqualificar o jornal e inventam fatos negativos para nos enfraquecer. Já teve quem dissesse que tínhamos parado de circular, ou que não imprimíamos mais, sendo apenas um “veículo de internet”. Não sabendo que isso nos promove, pois a nossa penetração via internet tornou-se um dos nossos trunfos. São milhares de leitores que baixam a versão online no Facebook, no Instagram e no nosso site.  As edições online são enviadas para um milhão e oitocentos mil endereços. Somos muito fortes na modalidade dos notebooks, tablets e smartphones, que são a grande realidade atual. A intenção da perfídia é apenas para atrapalhar a nossa comercialização, no intuito de nos enfraquecer financeiramente. Mas, nunca paramos de circular e vamos continuar incomodando. Eles fazem pressão para que empresas concessionárias do estado e município, não anunciem conosco. E a pressão se estende às empresas que dependem da fiscalização municipal que são muitas vezes ameaçadas. Se anunciar com eles, vira nosso inimigo; e os coordenadores da “publicidade oficial” são proibidos de fazerem qualquer veiculação nesse nosso “jornal inimigo”. Mas, não nos colocamos como inimigos de ninguém, apenas somos amigos da verdade e da boa fé.

Agradecemos aos nossos leitores, especialmente àqueles que reclamam que a edição foi pouca, pois acaba rapidamente, ou que por um motivo qualquer não chegou a versão online ao seu email. Recomendamos que olhem suas caixas de Sapam e Lixo Eletrônico. Por enviarmos quantidades muito grandes, as operadoras interpretam como “venda maciça”, pela repetição do envio do mesmo arquivo. Mas, o envio é feito para quem está na lista, e somos apenas um jornal fazendo o seu papel. Os desencontros são apenas adversidades no trânsito do mundo virtual.

Agradecemos a fidelidade e os atos de apoios.

Desejamos a todos que tenham um bom Natal e que no Ano Novo possamos nos renovar o bastante para resistir às adversidades e continuar lutando por um País, Estado e Município, melhores do tivemos até aqui. A equipe do DIZ está junto de vocês de coração aberto e pronta para a luta.

Luz para todos!


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