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Ajuda Para os Filhos dos Portadores de HIV

O Hospital Universitário Antonio Pedro, em Niterói, foi um dos pioneiros na criação de um serviço para o atendimento de pessoas portadoras do HIV/AIDS (PVHA). 

Em 2002 e 2003 houve a elaboração do Projeto de Implantação do SAE- Serviço de Assistência Especializada e a criação do Projeto de Implantação do Serviço de Atenção Odontológica a pacientes portadores do HIV no HUAP, financiado pelo Ministério da Saúde, Coordenação Nacional de DST/HIV/AIDS e UNESCO.

Passaram a funcionar a enfermaria do DIP e os Ambulatórios de Infectologia, Imunologia, Pré-Natal/Obstetrícia, Clínica Médica e Pediatria. O hospital entrou com a área física e os profissionais de saúde e administrativos e daí surgiu SAE- Coordenação dos Programas de AIDS (CAIDS). O programa recebeu em 2007, 2010 e 2017 a indicação QUALIAIDS PRATA do Projeto QUALIAIDS – Sistemas de Avaliação da Qualidade da Assistência Ambulatorial dos Serviços do SUS de Pessoas Vivendo com HIV/AIDS-PVHA.

O HUAP disponibiliza para estas atividades uma equipe com pediatras infectologistas, clínico geral, enfermeira, psicóloga oferecendo atendimento multidisciplinar às crianças, adolescentes, adultos e gestantes portadores da infecção pelo HIV.

Também é realizado atendimento a pessoas vítimas de violência e a crianças com infecção congênita, Aconselhamento pré/pós-teste anti-HIV, sífilis e hepatites com realização de Teste Rápido e PEP – Profilaxia Pós Exposição para HIV e o acompanhamento dos filhos de mães HIV positivas. Essas crianças não podem ser amamentadas por suas mães, pelo risco de contaminação. Daí, o aleitamento deve ser através de mamadeiras, resguardando o bebê, que naturalmente já terá o anticorpo do HIV, mas não será portador do vírus. Esta prática preventiva assegura a proteção dos filhos de portadores do vírus, e estes pais infectados, tratados em tempo e continuamente, vivem com razoável qualidade de vida, ficando o vírus indetectado e não há riscos de transmissão da doença, desde que seguidos rigorosamente os protocolos médicos.

A demanda por leite em pó para bebês de 0 a 6 meses, do tipo Aptamil 1 e Nestogeno 1 é constante. E como recentemente houve um atraso nos repasses das verbas federais, tudo que havia estocado não foi suficiente para atender a demanda. Então o advogado Cláudio Ludovico tomou para si a incumbência de arrecadar leite em pó e gêneros alimentícios não perecíveis e enxovais de bebês. Conseguiu atenuar um momento de dificuldade da distribuição de leite em pó.

A última informação é que a prefeitura fez o repasse do recurso que estava atrasado e a questão do leite já se normalizou. Mas, as demais doações, como alimentos não perecíveis e enxovais continua. Quem quiser doar poderá encaminhar para Avenida Amaral Peixoto, 479, sala 203 – Centro. (também pode deixar na portaria do prédio). Ou ainda na Coordenação do Programa de AIDS do Hospital Antonio Pedro, Edifício da Emergência, 5º andar, sala 32.

Apesar de o Hospital Antonio Pedro ser uma instituição federal, e ligada a Universidade Federal Fluminense, não deixa de ter seus problemas de ordem financeira, com atrasos de repasses, que seguem a burocracia formal do SUS, aonde o dinheiro vai primeiro para a prefeitura de Niterói, para que depois o repasse seja feito. Estes trâmites, às vezes, são mais lentos, o que dificulta a atividade na sua plenitude. Em vista dessas dificuldades, e como os atendimentos não podem parar, é comum que se criem formas alternativas para minimizar estes constantes problemas.

Por desinformação, muita gente não quer nem ouvir falar em HIV, AIDS, Imuno deficiência, como se fosse algo maldito e tão longe de suas realidades pessoais que nem se interessam por quem tem a dificuldade de acidentalmente se contagiar. Infectados são mais comuns do que se pensa e hoje existem mais mulheres infectadas do que homens, contando com os homossexuais.

Quando a AIDS apareceu, por todo desconhecimento da matéria, formas de contenção e tratamento, levou a óbito um número significativo de pessoas. Nessa época, ter AIDS era uma sentença de morte. Muito embora, a causa letal, não seja o HIV. O vírus atuante apenas anula as defesas do organismo, propiciando o movimento de uma bactéria oportunista, que via de regra é a causa da morte. Por todo clima de insegurança gerado, consequentemente foram criados mitos e preconceitos referentes à síndrome, segregando pessoas, atribuindo mecanismos absurdos sobre a contaminação e principalmente depositando nos homossexuais a culpa pela existência e proliferação constante do HIV. Com o avanço dos estudos e domínio da matéria, a Síndrome do HIV já não determina a perda da vida; e com tratamento adequado não se morre mais por esta razão. Ainda existem  riscos para estes pacientes pelos efeitos colaterais dos medicamentos, que desgastam proporcionalmente mais as atividades renais e hepáticas. Entretanto, a medicina também avança na melhoria do desempenho desses antivirais, da mesma forma que nutrólogos e nutricionistas, desenvolvem técnicas e dietas que compensam estes danos colaterais. A atividade física também é muito importante, pois melhora o desempenho orgânico e produz hormônios que melhoram a condição emocional. Por esclarecimentos médicos, não existe mais o pavor do contágio imediato apenas por contatos sociais e afetivos. O vírus, em quem é devidamente tratado, fica isolado num determinado reservatório biológico, onde a medicina ainda não conseguiu definir a sua localização. É como se o vírus estivesse adormecido, Não se reproduz ou replica. No mais, ele é anaeróbio, ou seja: não resiste ao oxigênio. O que quer dizer que só sobrevive e atua em ambientes fechados sem a presença do oxigênio. Ao ter contato com o ar ele morre imediatamente. Portanto, não há chances de contágio através de um aperto de mão ou um abraço, partilhar pratos e talheres, ou dormir na mesma cama e usando o mesmo lençol. Está provado que a contaminação se dá por contatos sanguíneos, ou por transmissão durante o ato sexual e seus fluidos. Num ambiente orgânico fechado, o vírus estando ativo, a chance de contaminação é muito grande; e como durante o ato sexual o atrito provoca micro lesões, o vírus penetra por estas “portas” do outro corpo.

É possível que nos próximos dez anos já tenhamos a cura definitiva do vírus, porque a síndrome já está contida. Já existe vacina sendo testada com sucesso em alguns países da Europa e possivelmente já estará disponível no Brasil no início do próximo ano.

O que precisa ficar claro, é que pessoas infectadas com o vírus HIV não significam que tenham ou venham a desenvolver a AIDS; a doença propriamente dita. Estar infectado, não quer dizer que esteja doente, mas, preventivamente deverá tratar-se. O jogador de basquete, Magic Johnson (foto), astro da NBA, fez o anúncio que estava contaminado com o vírus, em 7 de novembro de 1991. Desde então, ele se transformou em um ativista na luta contra a AIDS e virou exemplo, inclusive, para os cientistas no estudo em busca de uma cura. E desafia a lógica da patologia, pois nesses 28 anos não manifestou a doença, e vive em boas condições de saúde.


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