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Um Único Fato Muda Tudo

Quantas vezes na vida as aparências da circunstância parecem definitivas e imutáveis? Qualquer um de nós já viveu uma situação que demonstrava o fim da linha, o insolúvel, a certeza do irremediável. Entretanto, um único fato muda o destino de tudo.

A princípio pode parecer uma simples crença popular, uma manifestação de fé, religiosa ou de fundamentos sobrenaturais, mas, é como num jogo de dados. Uma virada a mais determina outros números e combinações, alterando misticamente o resultado final.

Não se trata de acordos astrais, combinações celestiais, o popular “estava escrito nas estrelas, ou ainda “Maktub” (está feito, ou tinha que acontecer). Funciona como uma espécie de engenharia aleatória, como uma chuva de dados. Ou talvez a força do pensamento, ainda que inconscientemente, altera a realidade. Poderíamos até aprofundar a discussão e invocar teorias como a ilusão da existência, efeitos da física quântica, ou desenhos tramados pela Matrix. Possibilidades à parte, existe um fundamento indiscutível que é a crença, ou visualização, que como numa produção de um filme constrói a realidade. Se tomarmos por base que a nossa “realidade” é ilusória e atemporal, tudo é possível.
Lembremo-nos das crianças, que sem censura acreditam em determinadas ações e incompreensivelmente realizam ou fazem acontecer inúmeros novos desejos. Já assistimos muitos fatos de última hora que muda o resultado de um jogo de futebol, aparentemente ganho. Minutos após o tempo regulamentar, nos últimos segundos dos “descontos”, acontece um gol, que vira o jogo, dando o campeonato para quem parecia derrotado.
Falamos cotidianamente que o “universo conspira” e são incontáveis os casos de mudança derradeira.
Nos idos dos anos 70, em Salvador- Bahia, um empresário da noite, vivia os últimos dias de derrota empresarial, com dívidas que pareciam impagáveis. Ele administrara mal a sua boate, casa da moda e muito bem freqüentada; mas que ele a tratava como se fosse uma festa particular. A sua imensa mesa vivia cheia de “amigos” que diuturnamente, comiam e bebiam do bom e do melhor, “por conta da casa”. Evidentemente esta equação jamais daria bom resultado. Quebrado e socialmente perdido, acordou com os oficiais de justiça para que viessem na       segunda feira fazer a penhora de tudo, e arrestar até o último copo. Fora feito um levantamento e inventário de tudo, e foi mera deferência dos oficiais, deixarem o arresto para ser feito na segunda feira, visto que era um final de quinta feira. O empresário estava deprimido e chorava pela cidade. Iria ficar sem nada e os “amigos festeiros” tinham sumido completamente. Ele tinha no bolso pouco dinheiro e como nada poderia fazer com insignificante quantia diante do montante devedor, resolveu jogar na loteria esportiva. Os jogos aconteciam no final de semana e era a sua última esperança. Jogou com fé.
No final do domingo comemorou aos pulos uma bolada ganha no jogo. Para época era uma quantia considerável. Não ficara rico, mas era suficiente para pagar todos os débitos, fazer uma reforma na boate e ainda ia sobrar um tanto. Foi uma catarse. Ele entrou na boate e começou a quebrar tudo. Não ficou uma louça inteira. Ele dizia que eram lembranças da traição, dos falsos amigos e da sua vaidade desmedida. A notícia se espalhou rapidamente e os Oficiais de Justiça o procuraram e um acordo foi feito para o pagamento integral da dívida. Reabriu a casa com pompas, mas era outro homem. A sua mesa agora era minúscula e num canto dos fundos. Tinha apenas duas ou três cadeiras e caso alguém viesse para sentar-se com ele, o garçom trazia outra cadeira e a comanda de consumo.
Num outro episódio um paciente estava internado em estado terminal. Aguardava a doação de um rim, que nunca chegava. Esta internação era considerada a derradeira, visto que o desgaste era intenso e somente um transplante o salvaria. O ambiente do quarto era de comoção e tristeza. No quarto ao lado deu entrada uma jovem muito alegre e bem disposta. Ia fazer uma lipoaspiração, para acentuar as curvas que ela considerava muito “cheias”. Ao inverso do quarto do vizinho o clima era festivo. O pai da moça, muito religioso, percebendo o drama da outra família aproximou-se para oferecer uma palavra de conforto e dizer que Deus estava vendo tudo e ele não faltaria. A moça sadia e perfeita, sofreu um choque anafilático e morreu na mesa da cirurgia. Foi uma quebra de trajetória e o inesperado trágico quedou-se sobre aquela família. Entretanto, o pai religioso, fez uma reflexão e autorizou a retirada do rim da filha para o transplante no jovem                                 moribundo. Um único fato muda tudo. Pode ser trágico para alguém e o mesmo fato ser a salvação de outro.
Cleriston Andrade depois de prefeito bem avaliado era o candidato a governador praticamente eleito. Seu avião caiu e o partido, faltando 50 dias para eleição colocou no lugar João Durval, desconhecido e que nunca sonhou em ser governador. A comoção e o clamor popular elegeram o desconhecido.
Se fizermos uma analogia com um jogo de Poker, é como se todas as mãos fossem de perdas e desacertos. Na rodada de fogo, uma única carta alvissareira resulta num Royal Straight Flush, ou ao menos, um Ford de Ases, salvador de última hora.
Dizem os pensadores e místicos que não devemos nos desesperar. Manter a cabeça fria e confiante altera positivamente os fatos. O medo é a via do fracasso e combustível de todo mal. Acredite que o último e derradeiro fato pode e deve acontecer. Afinal, nessa Matrix, o primeiro passo para se conquistar qualquer coisa é desejar e visualizar como fato acontecido.
Toda realidade é mutante, virtual e depende de quem a fabrica.

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