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Amigos que Brigam por Política

Nada impede, e é inteiramente legítimo, pessoas pensarem politicamente de forma contrária. Não há obstáculos para duas pessoas com ideologias diferentes poderem se relacionar e até mesmo serem bons amigos. A grande questão é não permitir que fundamentos ideológicos, que via de regra denotam comportamentos e forma de pensar, contaminem a relação pessoal. Como exemplo, existe um casal, vivendo junto, que cada um exerce vida partidária em partidos que se opõem. O marido é de um partido de centro e a mulher, da esquerda radical. Ainda torcem por times de futebol diferentes! Especula-se facilmente que esta união não vai durar; mas, já estão casados há cinco anos e já se relacionavam anteriormente por mais dois ou três anos. O segredo desta relação é respeito mútuo e não trazer para dentro de casa os problemas partidários e ideológicos.

Este exemplo se presta como um alerta e um alento às possibilidades de pessoas amigas não se estranharem e partirem para a retaliação intelectual por razões ideológicas, partidárias, ou ainda pior, por políticos de preferência.

Nos últimos tempos, especialmente depois dos governos petistas, onde incutiram a forma agressiva de partidarizar as ações pessoais, como se fosse a única alternativa, difundiram o mote na base do “nós contra eles”. Coisa da cartilha beligerante das esquerdas raivosas (pelo menos na teoria) cooptando e alienando pessoas, treinadas como “kamikazes esquerdopatas”.  Com o evento das Redes Sociais, ficou ainda mais flagrante e aumentou demasiadamente a exposição das pessoas. Elas eram, até então, aparentemente serenas, e que envenenadas por discursos inteiramente convenientes, passaram a confrontar amigos que não comungam das idéias que lhe foram “implantadas”, passado ao ataque reativo por motivos insignificantes.

É como se tivesse acontecido uma repentina politização e polarização. Uma mecânica burra, de “isso ou aquilo”, de forma irracionalmente binária, que fatalmente leva ao confronto. O que estas pessoas não perceberam, mas ainda vão entender, é que estão sendo usadas, por suas emoções de indignação, restrições econômicas e de direitos restritos por insegurança pública; pelo desatendimento por parte dos Estados e Municípios, na saúde, educação e segurança. Estes políticos, sejam de esquerda, centro ou direita, usam inteligentemente estas emoções e a revolta popular para seus interesses e benefícios.

É desejável que todo cidadão exerça seus direitos e tenha uma atividade ideológica, ou até mesmo engajamento político. Todos somos animais políticos, que por ignorância nacional, falta de instrução formal, informação adequada, nos manteve alienados da razão política por muitas décadas no Brasil. Agora, com os meios digitais e as facilidades da internet, - que democratiza a informação, livrando a grande maioria de serem “catequizados” por canais de TV ou revistas sensacionalistas (todas muito bem pagas por seus patrocinadores), - está crescendo o debate. Só que pela inexperiência neste campo, as pessoas estão sendo manipuladas e ainda não obtiveram os meios de discernimento e defesa contra a lavagem cerebral de que estão sendo vítimas. É preciso baixar o nível de adrenalina ideológica. A grande maioria está na adolescência da política e age com a mesma intensidade hormonal dos mais jovens.

É preciso calma e equilíbrio. O que acontece no Brasil é estarrecedor e cabe o atabalhoamento por tantos abusos, crimes escandalosos e a usurpação das nossas reservas, patrimônio e benefícios inalienáveis. Mas, fazemos este alerta para uma reflexão coletiva: amizades estão sendo estragadas e desfeitas por personagens distantes dos nossos afetos mais avizinhados, que são políticos altamente convenientes, com apenas interesses pessoais; e estão usando toda energia das pessoas para atingirem seus intentos criminosos.

Tem gente perdendo amigos defendendo bandidos, criminosos muito piores que os que tememos e conhecemos pela imprensa. Um temido assaltante de rua fará muito menos mal às pessoas, principalmente numericamente, do que um político corrupto que foi agraciado por seu voto. Sua atitude é parte de uma eleição, o que te faz cúmplice quando seu candidato, transformado em “bandido de estimação”, perpetra seus crimes contra o coletivo. Não ponha estes canalhas acima das suas relações pessoais, onde é possível trocar afetos e companheirismo. Lembre-se que para o político você não é nada mais que um número sem nome na multidão alienada. Crie meios para o debate limpo. Ainda que diametralmente oposto. Convívios políticos discordantes são possíveis e salutares. Preserve a sua individualidade mais se lembre que é no coletivo que florescem as amizades. Reconcilie-se com velhos amigos politicamente discordantes. Não permita que bandidos refinados atrapalhem o seu livre arbítrio de escolha dos amigos e o exercício do verdadeiro convívio honesto. 


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