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Intolerância Religiosa: 

Entre Deuses e os Demônios Urbanos.

A humanidade através dos tempos matou mais em nome de Deus que todos os demônios conseguiram em suas guerras. A verdade é que filosoficamente, em nome da purificação das guerras santas, derramam sangue dos justos e injustos, e lançam povos contra povos: palestinos contra judeus, católicos contra protestantes, e a versão mais moderna, dos evangélicos contra os afro-religiosos (Candomblé, Umbanda e outros desdobramentos cruzados). É claro que se pesquisarmos bem, atrás de muitos conflitos desta ordem encontraremos outros fatores motivacionais, inclusive os de origem econômica e financeira, além da possessão de bens e territórios.

Sabemos que o preconceito e a tentativa de manter a supremacia de uma religião sobre as outras se baseia em pseudo certezas e manipulações impositivas. Quem viu Hitler perseguir os judeus sabe que as razões raciais e econômicas foram muito maiores do que religiosas. Mas, a religião sempre entra como moeda de troca em todas as guerras. A incapacidade intelectual e até mesmo espiritual de aceitar uma prática religiosa diferente é o pior problema. Temos no Brasil uma multiplicidade imensa de religiões e aparentemente o brasileiro convive bem com esta diversidade, que vai dos cristãos católicos, ortodoxos, presbiterianos, batistas, maronitas e por fim as denominações evangélicas com diversas tendências e formatos. Temos os budistas e o Bahá'í. Ainda o Mormonismo, Espiritismo, Judaísmo, Neopaganismo, Hinduísmo, o Islamismo e por fim as Religiões afro-brasileiras e indígenas. Estas, mais perseguidas por preconceitos muito anteriores, ligando alguns cultos a bruxaria e demonismo, como é o culto dos vodus, vindo das Antilhas.

A maior dificuldade atual é o preconceito contra as designações africanas e centro americanas; e foram desenvolvidos dogmas de perseguição, como uma espécie de cruzada santa por várias igrejas evangélicas. Elas atribuem a estes cultos a existência do mal, com diversos principados demoníacos e espíritos de trevas. Confundem tudo e colocam todos no mesmo nível da Quimbanda que comprovadamente se utiliza de espíritos malfazejos e usam feitiçaria com objetivos de agressão a opositores e desafetos. A falta de informação e preconceito dificulta o diálogo e o respeito ecumênico.

O que recentemente nos chamou a atenção foram as declarações na internet de religiosos populares, mas ortodoxos, contra o cantor e compositor Arlindo Cruz, que se encontra em estado grave num UTI de um hospital carioca. Arlindo sabidamente é adepto ao Candomblé e faz mensalmente as suas “oferendas de filho de santo” para Xangô, seu orixá “dono da cabeça”. Ele comumente se apresenta usando uma guia de santo azul escura que é a guia de Ogun, que segundo ele, é seu segundo Orixá e já fez o ”assentamento” desta entidade, que é o senhor dos caminhos e o general de batalha em todas as demandas. Lemos agressões desafiantes, do tipo: “quero ver agora. Chama lá aqueles demônios que você cultua para ver se te salvam!” A mais perfeita intolerância, desconhecimento e crueldade; que nada tem a ver com o “espírito cristão”. Como se ter um Orixá guardião fosse a garantia para não se submeter às leis do universo. Nenhuma pessoa, religiosa ou não, deixará de sofrer o desgaste físico imposto pelo tempo. Este planeta tem princípio e fim. E quando o fim de alguém se aproxima, de acordo com a Lei do Carma, não há escapatória. A diferença de quem pratica uma religião para um agnóstico, será o conforto da fé. Estes aceitam melhor a adversidade e o sofrimento da passagem para outra dimensão. Os preconceituosos são falsos cristãos, pois a primeira ação advinda do cristianismo é a compaixão e a tolerância. Existem grandes templos e assembléias nas grandes cidades. Movimentam fortunas e a fé cega de milhões. O ambiente urbano é propício para o controle das massas. E entre Deuses e Demônios a intolerância é quem reina. Infelizmente...


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