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Ufanista

Eu adoro uma linda história de amor. Adoro mesmo! Quem me conhece, pensa até que eu sou uma pessoa mais fria e distante. Porém, na verdade, eu sou uma manteiga derretida, patética e sentimental. Sou das antigas, sonhadora e piegas. Dessa forma, como vocês podem imaginar, eu adoro uma boa comédia romântica. Nada mais natural que uma cinéfila emotiva adorar se debulhar em lágrimas por algum filme meloso! E o Brasil, que durante anos dominou apenas a arte de gravar produções de época ou thrillers de violência, está se aventurando, cada vez mais (e com grande desenvoltura, diga-se de passagem), neste gênero tão fofo! E eu estou muito orgulhosa do meu país por isso. Estamos crescendo e amadurecendo, cada vez mais, nossa indústria cinematográfica. Faz tempo que nossos filmes perderam a cara de amadores... Não somos mais rotuláveis. Não dá mais para simplesmente “torcer o nariz” quando escutamos que tal longa é “nacional”. Muito pelo contrário. Quando descubro que tem produção brasileira no cinema, sinto atração e não repúdio. Pode ser um momento ufanista, eu admito! Todavia, não há nada mais lindo do que amar a sua própria pátria pelo que ela é; pelo que ela produz e pelas pessoas que a representam.

Por tudo que foi dito, desejo destacar neste texto o longa “Talvez Uma História De Amor”. E digo logo: quem curtiu “Brilho Eterno De Uma Mente Sem Lembranças”, filme norte-americano de 2004, protagonizado pelo excelente casal Kate Winslet e Jim Carrey, vai sentir nítidas referências na telona. Isso porque, a produção nacional narra a história de um homem que, aparentemente, perdeu a memória de uma forma bastante inusitada, uma vez que a única coisa que ele esqueceu foi do seu relacionamento. Em um determinado dia, ele chega em casa e encontra um recado na sua caixa postal. Era sua namorada terminando o romance. O problema é que ele não se lembrava dela! Todas as pessoas ao redor conhecem ambos e sabem que os dois estavam se relacionando. Ele, entretanto, é o único que “não sabia” e passa a viver esse dilema!

O drama, que tem nítidos tons de comédia, torna-se singular por conta do elenco afiado, encabeçado pelo talentoso Mateus Solano. Auxiliando-o na empreitada de conquistar a plateia com doçura, estão nomes de peso como Thaila Ayala, Elisa Lucinda, Juliana Didone e Totia Meirelles. Vale a pena ressaltar que dois atores se destacam por acrescentar (e muito!) no aspecto cômico da história: Bianca Comparato e Marco Luque. É comédia de bom gosto, feita por quem sabe fazer. Esta dupla arrasa e “quebra a seriedade” percebida em alguns momentos mais delicados do roteiro.

Uma questão interessante na direção acertada de Rodrigo Bernardo (detalhe que este é seu longa de estreia) é a sua não tentativa de fazer sorrir ou chorar. Nada é forçado. O que reina é a leveza. Obviamente, que a segurança cênica de Mateus Solano auxilia o diretor nesta empreitada. É por ser despretensioso que o filme conquista! Quero ainda destacar o trabalho minucioso e fantástico do diretor ao escolher a trilha sonora. Ele a utiliza como um recurso narrativo. As canções não estão presentes apenas como uma forma de dar dinamismo. Muito pelo contrário. As “aventuras” do protagonista são abrilhantadas com músicas que embalam os mais diversos momentos. Pra se ter uma ideia, ao assistir ao filme, é possível ouvir Charlie Brown Jr. e Frank Sinatra. Um contraste?  Sim, mas que não se dá de forma gratuita. Há contexto e timing. Um artificio cinematográfico aplicado de forma fantástica e acertada!

Como é possível perceber, eu estou apaixonada por “Talvez Uma História De Amor”. Morro de orgulho em saber que meu pais está cada vez mais afinado na Sétima Arte. Sinto-me igualmente feliz, pois, vejo grande amadurecimento dos nossos atores que deixaram de ser estrelas restritas à esfera das novelas. Não temos mais apenas uma listinha de artistas que fazem cinema. Não! Hoje, nossos atores estão cada vez mais completos e podem variar suas mídias sem medo. E eu continuo aqui, babando como sempre!


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