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Eis que surge mais um final de semana com muitas produções deliciosas pintando nas telonas. Comédias, dramas, ação... Películas nacionais, hollywoodianas, européias... Enfim, tem para todos os gostos! Alguns dos temas podem até ser delicados, porém, a leveza nos brinda com o melhor do cinema. Além disso, como o tempo está frio – este inverno que promete ser bem geladinho – ir ao cinema torna-se uma opção bastante convidativa! Uma cadeira reclinável, aquele escurinho e uma pipoca quentinha é um programão, não é mesmo?

Pois bem, tenho dicas fresquinhas! Adorei assistir ao casal de atores Paolla Oliveira e Ricardo Pereira protagonizarem "Alguém como Eu". Dei boas gargalhadas com esta comédia romântica rodada entre o Rio de Janeiro e Lisboa! A história, em si, é um pouco batida, não posso negar. Por outro lado, é o trabalho do elenco que confere credibilidade e humor a proposta. Paolla encarna a mulher moderna em busca de um príncipe encantado. Ricardo faz o papel do homem contemporâneo que liga mais para si mesmo do que para o mundo à sua volta, dando um show de egocentrismo e machismo em determinados momentos. A questão é que a personagem de Paolla deseja que seu namorado consiga ver as coisas através da sua perspectiva, ou seja, de um ponto de vista mais feminino. Quando ela faz esse "pedido", seu desejo se torna realidade: ela passa a enxergar seu namorado como se ele fosse uma mulher. Enfim, já dá para imaginar a quão divertida esta situação pode ficar, não é mesmo?

Outra produção também chamou minha atenção: "Antes que eu me Esqueça". O drama consegue tratar com suavidade um tema extremamente delicado: o Alzheimer. Não há dúvidas de que o ator José de Abreu destaca-se por seu vigoroso talento. E delega-se a ele interpretar um juiz aposentado que vive só, até que os efeitos do Alzheimer começam a ser notados por um de seus filhos. Em um dado momento, um de seus herdeiros recorre à justiça para interditá-lo legalmente e, tal ato, o faz passar a conviver novamente com sua prole. A película tinha tudo para descambar e tornar-se um longa-metragem pesado e melancólico. Entretanto, o mesmo conseguiu manter-se firme e sutil, com pitadas de humor negro. A meu ver, os créditos para tal façanha devem ser dados aos coadjuvantes de peso como Danton Mello e Guta Stresser. Juro que, assim que a projeção começou, eu acreditei que sairia do cinema deprimida e pensativa. Enganei-me! Ao final, consegui sorrir, metabolizando um contexto positivo e acalentador. Aplaudi de pé!

Quero destacar ainda um filmão com uma de minhas atrizes prediletas: a sempre linda, talentosa e oscarizada Charlize Theron! Em seu trabalho mais recente, intitulado "Tully", Charlize mostra nas telonas o que é – de fato e sem censuras – a maternidade! A atriz, inclusive, ganhou alguns kilinhos, para realmente caracterizar essa fase da vida de muitas mulheres que não é (nada) fácil. No longa, ela é mãe de duas crianças pequenas, grávida do terceiro filho, sem qualquer perspectiva de vida além desta... A produção já seria brilhante se findasse com este êxito: o de retratar, fielmente, a realidade do que é ser mãe – sem tentar fantasiar ou deturpar todas as angústias e dores inclusas neste processo. Todavia, "Tully" vai além, se abstendo de ser um filme sobre a maternidade. E essa "reviravolta" ocorre quando, em determinado ponto do filme, uma babá entra em cena, para ajudá-la a cuidar de seu filho recém-nascido. As duas criam um laço bastante estreito, misturando o nível estratosférico de estresse da mãe com toda a serenidade da babá recém-inclusa no clã. Não vou falar mais, caso contrário, provavelmente, haverá algum spoiler deflagrado em meu texto. Por outro lado, recomendo muitíssimo que vejam essa belíssima obra de arte. Como disse acima: um filmão!

Não importa qual filme você decida assistir. Tanto faz se você irá sozinho ou acompanhado. Se comerá pipoca, balas, chocolate ou se preferirá ficar quietinho, imerso em profunda concentração. O que realmente importa é poder sair e se divertir um pouco. Colorir a vida. Deixar os problemas um pouquinho de lado... Permita-se sorrir. Descontrair. Fugir da realidade. Viver! Deixe a arte contagiar você, curar você, tomar conta... E, depois, me conta como foi bom... Aposto que vai valer a pena.

 Bom final de semana!


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