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Singular

Para muitas pessoas o convencional é o ideal. Elas têm uma rotina equilibrada, alimentação saudável, fazem exercícios diariamente, estudam, trabalham, se casam, se reproduzem, etc. Fazem tudo o que é esperado delas, seguindo uma espécie de roteiro pré-estabelecido e, obviamente, também, pré-aprovado. Muitas pessoas acabam por tentar fazer parte desse conjunto, todavia, essa adaptação pode ser um tanto quanto frustrante. Tentar ser quem nós não somos é, realmente, bastante cruel. Isso porque, para satisfazer os desejos dos outros, às vezes, temos que abrir mão da nossa própria felicidade. Dessa forma, para poder contemplar os desejos alheios, precisamos passar por cima dos nossos sonhos e valores, esquecer quem somos, abrir mão da nossa própria personalidade.

E é abordando essa temática, que dois filmes sensacionais entram em circuito nas próximas semanas. Um deles é uma produção leve e motivadora, mesmo tendo como pontapé inicial um "chute na bunda" cruel. Em "Acertando o Passo", após quase cinco décadas de matrimônio, a esposa descobre, pegando no flagra, que o marido a traía com a sua melhor amiga! Pois bem, esta senhora, depois deste tombo, vai precisar se reerguer e reencontrar seu equilíbrio interior. Creio que um dos momentos mais lindos do filme é quando a irmã da protagonista diz a ela: "Uma coisa é ter medo de morrer. É uma coisa totalmente de diferente ter medo de viver". E é exatamente isso: para nos mantermos vivos e venturosos, precisamos extinguir o medo de ser quem somos, nos assumir e nos livras das pessoas e do peso do passado. Precisamos desintoxicar do que não nos faz bem, assumindo novos rumos e enveredando por novos destinos e perspectivas. Não podemos ter medo de fracassar. O que deve nos amedrontar é não ter a capacidade de tentar novamente, persistindo na busca incessante pela alegria de viver!

O outro filme que chega às telonas com esta temática é nacional. E conta com uma grande atriz como protagonista: Letícia Sabatella. Em "Querida Mamãe", acompanhamos no cinema a peça teatral escrita por Maria Adelaide Amaral. Os temas levantados pela autora, quando a mesma formulou seu texto, estão demasiadamente vivos, mesmo onze anos depois... A abordagem que a mesma faz do preconceito e da dificuldade de comunicação familiar estão mais vivos que nunca, ainda mais em tempos de tantas Redes Sociais e poucas "relações interpessoais" verdadeiras! Na produção, Letícia dá vida a uma médica que passa por um momento muito delicado. Ela está deprimida e nada a satisfaz. Ela conhece, no trabalho, uma moça que, com a desculpa de pintar uma tela com seu rosto, tenta se aproximar. O que surge entre elas é uma história de amor e cumplicidade. Entretanto, é óbvio que sua família "perfeita e convencional" irá condenar tal conduta. Inclusive, a sua própria mãe, mesmo vendo a filha radiante, irá dizer que a mesma é egoísta por não pensar em nada além de sua própria alegria! Enfim, "Querida Mamãe" acaba sendo um longa centrado na dificuldade enfrentada pelo ser humano de poder escrever sua história a partir das suas próprias escolhas. É bastante retórico dizer: "busque ser feliz, independente do que os outros pensam". Por outro lado, a verdade é que sabemos que não é tão simples assim. Há muitos preconceitos que nos assolam. E, dependendo das atitudes que tomamos, pagamos muito caro para assumir nossas escolhas.

Para que eu tivesse a liberdade de construir meu próprio caminho, meus pais me deram uma criação bastante lúdica. Sempre dialogaram comigo e me deram acesso à educação de qualidade. Além disso, a todo o momento, disseram-me que eu deveria ser independente e gostar de mim mesma, como eu sou, em primeiro lugar. E fico muito agradecida aos meus pais. Apenas tendo discernimento e amor próprio, conseguimos driblar os preconceitos e viver plenamente, do jeitinho que queremos ser. Viva a individualidade!


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