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Tenho enfrentado, recentemente, grandes desafios. E não estou me referindo a questões materiais. Desafios psicológicos mesmo! Brigas internas. Guerras da alma. Quem nunca as teve? Quantas vezes, nesta vida louca, não nos pegamos discutindo, em voz alta, com nós mesmos, tentando descobrir como reagir, que caminho tomar, as palavras certas a dizer? Pois é, viver está longe de ser fácil. O bom é quando conseguimos selecionar filmes - na mesma semana em que estamos vivendo essas aventuras interiores - cujos protagonistas também passam por questões bastante delicadas. Eu dei sorte. Nos dois longas que vi, posso afirmar que em ambos é o protagonista que vale o filme. Tudo (cenário, produção, trilha sonora, coadjuvantes, etc.), tudo mesmo, ficou pequeno nestes filmes diante da grandiosidade de sentimentos e explosões de descobertas vividas por atores tão entregues e maravilhosos em seus personagens principais!

Venero a carreira de Colin Firth faz tempo. A meu ver, um dos maiores artistas de sua geração. Recordo-me de iniciar meu "namoro" com ele quando vi "O Paciente Inglês". E, pasmem, isso foi em 1996! De lá pra cá, confesso que ele nunca me decepcionou. E já se foram tantos trabalhos, como: "Moça com Brinco de Pérola", "Quando Me Apaixono", "Direito de Amar" e "O Discurso do Rei" (que lhe rendeu o Oscar de Melhor Ator). Dessa vez, em "Somente o Mar Sabe", Colin conta a história da vida real de um marinheiro que em 1969 decidiu participar de uma competição para circunavegar o mundo em um iate, na esperança de se tornar a primeira pessoa na história a dar a volta no Planeta, sem parar. Seu objetivo era ganhar o prêmio e salvar sua situação financeira e de sua família. Com um barco inacabado, seus negócios e sua casa em risco, ele deixa sua mulher e filhos para trás, e embarca nesta aventura. A produção mostra, de forma inebriante, os perigos enfrentados por este navegador, numa jornada épica... E, pra mim, suicida. Isso, porque, a certo ponto, dando conta de sua derrota incontestável e eminente, ele começa a falsificar seus relatórios de geolocalização, para esconder seu fracasso. Sozinho no oceano, essa escolha tem um preço alto. Juro: passei duas horas de projeção nervosa, sentindo-me guiando o barco juntamente com Firth. Sua expressividade é tamanha que, é possível se sentir perdendo as forças, a sanidade e a esperança, juntamente com o personagem. Simplesmente arrebatador! Aplaudi de pé!

Eu realmente acredito que grande parte da minha geração seja apaixonada por Dakota Fanning. Ora bolas, eu cresci curtindo-a na telona, em filmes ora doces, ora densos, mas sempre inesquecíveis. Ela já roubou a cena ao lado de Denzel Washington em "Chamas da Vingança" e nos fez chorar junto com Sean Penn em "Uma lição de Amor". Foi ela também que brilhou nos mais recentes "A Vida Secreta das Abelhas", "The Runaways - Garotas do Rock" e "Agora e para Sempre". Independente do papel, Dakota parece estar sempre pronta para o desafio. Dona de uma beleza no mínimo interessante - e olhos azuis capazes de nos hipnotizar - ela chega aos cinemas em 2018 nos tirando o fôlego, literalmente! A película está longe de ser pesada ou algo assim. Por outro lado, é um longa no melhor estilo "lição de vida", com pitadas de "não desista dos seus sonhos". Eu, realmente, estava precisando de mais este brilho desta atriz, no mínimo, promissora! Em "Tudo Que Quero", Dakota é uma moça portadora de autismo, fã de "Star Trek" e possuidora de uma rotina bastante rígida e controlada, que a mantém "segura", dentro dos padrões sociais. Por ser fã da série “Jornada nas Estrelas”, toma ciência de que a Paramount Pictures lançou um concurso para roteiros de filmes da série. Ela, então, redige mais de 400 páginas e deseja entregar seu projeto, mas, perde o prazo para postagem... A questão é que ela não desiste. E, destemida, quer entregar seu texto em mãos na produtora. Para quem mal atravessava algumas ruas de sua cidade, trata-se de um enorme desafio. Não preciso nem dizer que a película conquistou meu coração e, concomitantemente, renovou minhas forças. Nada como a sétima arte para nos oxigenar a alma... Uma boa semana para todos!

 


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