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Batendo um Bolão

A coisa mais preciosa que eu tenho na minha vida são minhas lembranças, naturalmente imateriais... Todavia, são mais concretas do que tudo que me rodeia. O que seria de mim sem meu passado, sem minhas histórias, minhas lágrimas e meus sorrisos? Quem eu seria sem todas broncas que levei e sem todos os ensinamentos que obtive? Como seria minha vida se eu tivesse acertado sempre? Nem quero imaginar! Sem errar, eu jamais aprenderia, cresceria e evoluiria. Vale à pena cada tropeço, cada empurrão, cada queda e cada barranco. Parafraseando os mais velhos: na vida nunca se perde, pois, ou se ganha, ou se aprende!

E quando o assunto em pauta é relacionamento? O que devemos levar conosco quando ele acaba? Eis uma boa pergunta!Atualmente, muitas pessoas responderiam que poderiam tentar levar uma boa pensão, um ostentoso apartamento frente à praia, o carro ano, etc. Não seremos hipócritas, inclusive, em reconhecer que, dependendo do relacionamento, algumas pessoas pensam até em levar um “filho”, garantindo, assim, dividendos futuros... Paralelamente, há pessoas que, quando terminam uma relação, carregam mágoas, dores, rancores eternos. Enfim, entre bens materiais e imateriais muita coisa pode-se levar no fim da relação. A questão é: porque não levar apenas coisas boas? Ter, para si, eternamente, uma saudade imensa, inexorável, inexplicável e interminável... Não seria muito mais doce a vida se conseguíssemos extrair dela apenas o que ela tem de bom? Temos histórias muito mais interessantes para contar. E, todas elas teriam um lindo final feliz. 

Pois bem, chegará às telonas um filme brasileiríssimo que nos fará pensar a respeito. Nele, o protagonista terá terminado o relacionamento recentemente. O vínculo durou três anos e, obviamente, foi bastante marcante. Entretanto, quando o relacionamento terminou, ele não imaginava que sentiria tanta falta. Talvez, ele mesmo não tivesse noção da proporção do tamanho daquele relacionamento em sua vida. De fato, só damos valor para aquilo que perdemos. Dessa forma, como é possível deduzir, o personagem em questão nem imaginava que, ao colocar um ponto final na relação, estaria entrando numa verdadeira montanha-russa de sentimentos tristes e solidão. Para tentar se livrar das lembranças da sua ex-namorada, o protagonista tenta psicanálise, passa a tomar medicamentos tarja preta,faz uso de aplicativos de relacionamento para celular, entre outras coisas. Este é o longa-metragem de estréia do promissor diretor carioca Pedro Coutinho que, até o momento, só havia rodado curtas. Esta aposta de Coutinho deseja mostrar uma verdadeira radiografia dos tempos pós-modernos, onde o espectador facilmente se identifica e envolve.

Possivelmente, o mais interessante de “Todas as razões para esquecer” é que o mesmo retrata o ponto de vista masculino do final de um relacionamento. Em geral o que vemos nos cinemas são produções que focam ou a perspectiva feminina, ou ainda, uma visão geral dos acontecimentos. Talvez, esse seja o motivo pelo qual eu tenha gostado tanto do filme! Afinal, eu creio ser necessário desmistificar o protocolo de que a mulher sempre sofre (por ser tida como frágil, mimada, etc.) e de que o homem invariavelmente sai bem de uma relação! Isso já mudou faz tempo! A verdade atual é outra e esta não é mais uma regra. Em primeiro lugar, porque ser mulher não significa ser delicada e desprotegida, precisando estar sempre escoltada por um macho-alfa! E, em segundo lugar, porque nós, mulheres, já deixamos de depender dos homens há muito tempo. Sendo assim, cada vez mais, somos nós, meninas poderosas, que terminamos o affair.


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