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Menos é Mais

Há muitos anos, assisti a “Querida, Encolhi as Crianças”. Uma excelente comédia! Poderia ter sido apenas isso, inclusive... No entanto, na cabecinha de uma criança, foi muito mais do que isso! Na época, o sucesso do filme foi tão grande que a Disney construiu, em seus parques, um simulador baseado na história do longa... Creio ter sido um dos grandes lançamentos de 1989! A questão é que o filme divertia explorando a nossa criatividade. Fantástico mesmo!

E se engana quem pensa que todo aquele contexto ficou para trás. Estreará, ainda no mês de fevereiro de 2018, a película “Pequena Grande Vida”. Nos Estados Unidos, o filme foi lançado no ano passado. Porém, como de costume, aqui no Brasil, tudo chega um pouco atrasado. De qualquer forma, a produção está agradando (e muito!) os críticos e dando o que falar... 

Na película (bem diferente da anterior) o protagonista não é um cientista que dará um novo tamanho à sua família. Agora, Matt Damon encarna um marido que deseja oferecer uma vida bacana para sua amada esposa. E, por esse motivo, é atraído e convidado a participar de um processo – diga-se de passagem, irreversível!– no qual ele e sua esposa passarão a ter uma proporção minúscula. 

O protagonista acreditou que ao diminuir sua estatura também iria reduzir o tamanho dos seus problemas e, sendo assim, decide fazer o procedimento. Acontece que, no último instante, sua esposa se recusa a “operar” e não faz o procedimento. Só que o marido só toma ciência disso depois de ter sido encolhido. Sendo assim, o personagem de Matt Damon encontra-se, daquele momento em diante com apenas 12 centímetros de altura, sozinho, vivendo num “mundo” completamente novo...

Em determinados momentos de “Pequena Grande Vida”, encolher parecia ter sido uma idéia terrível. Entretanto, não acredito que a produção esteja falando de tamanho, no seu sentido físico. Eu arrisco a comentar aqui o que eu entendi: o longa almeja abordar, na verdade, as mudanças da nossa vida: quando buscamos valores diferentes, sentimentos puros e um desejo genuíno de reconstruir totalmente a própria história. 

A grandeza do seu futuro não está no seu tamanho. Muito menos se encontra no volume da sua conta bancária, na sua lista infindável de bens ou no valor dos seus diamantes! Também não se encontra nas pessoas que o cercam e bajulam! A felicidade não é construída pela futilidade. Tudo o que é falso vai acabar indo embora um dia. A sua vitória mora dentro de você. Ela te move, te faz corajoso, firme e determinado. Suas decisões e emoções não devem permanecer nas mãos de outras pessoas. O seu futuro não depende da aceitação e nem do amor dos outros. Nascemos completos e perfeitos, independente de qualquer coisa. Precisamos acreditar no nosso potencial enquanto seres únicos. E é justamente isso que um personagem de um filme de duas horas de duração e com 12 centímetros de altura vem nos ensinar. 

É muito importante perceber que o protagonista fica muito abalado quando descobre que sua esposa desistiu dos planos que os dois construíram juntos. Eles pareciam muito conectados. O relacionamento parecia muito sério e, quiçá, eterno! Foi quando sua esposa, ao telefone, disse que ele era egoísta em querer que ela encolha junto com ele... E pasmem: ela, rapidamente, trata de pedir o divórcio. Ele, recém-encolhido, não tinha mais chance de voltar ao normal.

A meu ver, a esposa representa o amor... Sentimento que parecia ter sido diminuído e diluído junto com ele. Esta é a grande “pegadinha” do filme: afinal, o amor verdadeiro não é exatamente proporcional ao tamanho da pessoa que o possui...  Chega de spoiler por hoje! (risos). 

Na vida, primeiramente, devemos descobrir o amor existe dentro de nós! Apaixone-se por sua presença, seu brilhante sorriso e suas mais loucas características. Este é o enredo!


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