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Adeus, Ano Velho!

Juro que, quando pensei em escrever a última coluna do ano, estava sem a inspiração. Inclusive, estava até com medo! Foi muito receio de escrever uns cinco parágrafos recheados de notícias tristes (sem conseguir falar sobre algo bom). Pensei comigo mesma: “não quero levar nada de 2017. Que bom que esse pesadelo vai acabar!”. E, no final das contas, é isso mesmo. Eu quero apenas que 2018 venha correndo e que seja melhor que o ano que passou.

 Em 2017, passamos por situações muito tristes... Logo no começo do ano, premiamos um filme no Oscar por engano! E a situação foi desvendada no próprio palco do evento, segundos depois da entrega da estatueta. Neste mesmo ano, durante algumas semanas, acreditamos que Luciano Huck seria candidato à presidência... É... O Huck desistiu e, paralelamente, Jair Bolsonaro cresce nas pesquisas! E por falar em políticos, o acontecimento mais duro e marcante nesses últimos 365 dias tenha sido a posse de Donald Trump. Realmente, não sabemos o que vai acontecer com os Estados Unidos (e, muito menos, com o resto do mundo).

 Outra situação bastante polêmica que submergiu nesse ano foi o assédio sexual. A partir de algumas denúncias – que inicialmente foram pequenas e pontuais – surgiu uma cascata infindável de relatos. Não me refiro, apenas, a fatos antigos. São relatos do cotidiano, comportamentos contemporâneos grotescos, altamente reprováveis e com requintes de crueldade, que acontecem diariamente atingindo pessoas dos mais diversos extratos sociais.

Em 2017, também, observamos, em demasia (eu diria, inclusive, de forma crescente), ataques racistas, sexistas, homofóbicos, de extrema intolerância religiosa, etc. Ainda nos dias atuais não conseguimos ver o outro como nosso semelhante. Isto é inconcebível! E, com certeza, o abismo social e a carência de educação de qualidade só fazem a situação se agravar.

E a violência? Um assunto à parte! Entre janeiro e novembro de 2017, o ISP (Instituto de Segurança Pública) informa que 27 policiais militares morreram em serviço no Estado do Rio de Janeiro. E, a esse número, devemos somar também os PMs assassinados em horário de folga. Sendo assim, até a última segunda-feira, dia 18 de dezembro, o Rio enterrou 129 agentes. Concomitantemente, o número de mortos pelas polícias no Estado passa de 1.000 em 2017 e já é o maior em quase 10 anos. Os policiais fazem o que podem se arriscando por um salário medíocre. Porém, eles não estão trabalhando no sentido de reverter o caos e a violência. Eles apenas “apagam o incêndio”. Não há no Brasil uma política adequada para que, no futuro, consigamos viver em paz.

E por falar em futuro... Nem sei se devo! Afinal, a Reforma Trabalhista e a da Previdência chegaram para fazer um verdadeiro estrago em políticas de garantias, que vem sendo construídas desde Getúlio Vargas. Simplesmente, em menos de um ano, rasgaram a nossa lendária Carteira de Trabalho. E, na seqüência, nos roubam o direito de envelhecer com dignidade. E esta falta de dignidade vai nos custar caro. O mercado de trabalho considera “velho”, os que contabilizam mais de quarenta anos. Só que os nossos governantes nos querem trabalhando por mais vinte, trinta, quiçá quarenta anos após isso. Onde e como conseguiremos este emprego? Dessa forma, muitos de nós nem chegará a se aposentar. Vamos morrer à míngua antes que esse dia chegue.

Ok, já chega. Vou parar. Que venha 2018. Credo! Vamos em frente. Aliás, faço um convite: vamos à luta; honrar a pátria, o país, nossa bandeira, arte, história e conquistas. Nós somos capazes de reverter esse mar de atrocidades que estão fazendo conosco. Basta acreditarmos. E agirmos! 

Um Natal de Paz e um 2018 de Renovação e Esperança!


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