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Avalanche

Eu adoro filmes que me tiram, completamente, da zona de conforto. Não estou me referindo a dramas e nem a documentários. Não estou falando de filmes que me fazem chorar ou refletir sobre a existência, a vida, a morte. Refiro-me àquelas películas que prendem a minha atenção, de tal forma que eu não consiga pensar em mais nada... Fico vidrada, hipnotizada por cada frame, cada seqüência. Eu realmente adoro depositar toda a minha atenção na telona, como se o mundo real fosse lá... E aqui, onde cremos tudo ser concreto, seja tão somente ilusão...

Filmes de terror, muitas vezes, nos fazem fechar os olhos... Dramas nos fazem chorar e comédias, sorrir. Nada mais óbvio. Assim como quando o filme está chato, bobo, previsível, temos a tendência de, descaradamente, dormir dentro da sala de exibição, aproveitando a meia-luz e o ar refrigerado! Porém, quando falamos de suspense – suspense dos bons, (diga-se de passagem) – não há lágrimas, risos ou bocejos. O longa é tão desconcertante que sentamos na ponta da cadeira e degustamos, delicadamente, cada cena que nos tira da passividade e nos coloca “em campo”, como se passássemos de espectadores para verdadeiros voyeurs daquela outra realidade.

Preciso, então, indicar uma produção extraordinariamente despretensiosa, que arrebatou meu coração nesses últimos dias. “O Boneco de Neve” (“The Snowman”, no original) tem todos os ingredientes perfeitos para ser um grande filme suspense do ano. O diretor é fantástico! Trata-se do sueco Tomas Alfredson, também responsável por “O Espião Que Sabia Demais” e por “Deixa Entrar”, dois suspenses renomados, motivo suficiente para garantir reverência ao seu trabalho. Os protagonistas são de tirar o fôlego! Encabeça o elenco o ator alemão Michael Fassbender (“Bastardos Inglórios” e “12 Anos de Escravidão”), juntamente com a sueca Rebecca Ferguson (“A Garota no Trem” e “Missão: Impossível”). Além deste dueto, temos ainda ChloëSevigny, Charlotte Gainsbourg e Val Kilmer.

Bem, depois desta lista de profissionais de peso, afirmo logo que o roteiro é magnífico. Talvez, alguns insatisfeitos ainda possam dizer: “Ah, essa história é batida demais...”. Sim, pode até ser. Um serial killer que brinca com as mentes de todos ao seu redor. Ora bolas, é óbvio que haverá sempre um contexto um tanto quanto parecido no que tange a abordagem do tema “assassino em série”. Afinal, a principal característica de um serial killer é a sequência de assassinatos que comete, seguindo, por norma, um determinado roteiro pré-estabelecido, assim como uma “assinatura”, que caracteriza os seus crimes. Ou seja, há particularidades congruentes e similares em todos os assassinos em série que os caracteriza como tal. O que difere os longas-metragens, que abordam esse tema, é a seriedade do diretor, o empenho do elenco e a força de um roteiro que permita êxito na comunhão desses quesitos. E é exatamente isso que existe em “O Boneco de Neve”.

De forma bastante astuta, em “O Boneco de Neve”, um detetive lidera as buscas de uma vítima desaparecida, logo na primeira nevasca do início de inverno. Este investigador teme que se trate de obra de um assassino em série, que esteja “retomando” suas atividades. Tendo como auxiliar uma minuciosa e esforçada recruta, o polícia tem que analisar e “linkar” décadas de casos não resolvidos com este novo caso, para decifrar quem é este assassino em série, antes que ocorra a próxima nevasca. Ele precisará ser mais rápido do que o “Snowman”.

E aqui, seguem algumas curiosidades sobre “O Boneco de Neve”, sem nenhum tipo de spoiler incluso. Leia sem medo! Em primeiro lugar, a produção é baseada no best-seller homônimo, escrito por JoNesbø, que foi comparado ao sucesso “Silêncio dos Inocentes”, pelo jornal inglês “The Guardian”. Além disso, inicialmente, Martin Scorsese seria o diretor da película. Entretanto, o mesmo desistiu em 2010. Porém, meses mais tarde, Scorsese foi confirmado como produtor executivo.

Eu simplesmente adorei o filme. Indico, recomendo, assino em baixo. E desejo uma ótima semana. Até a próxima!


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