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Só Meu

Já passei por inúmeros momentos maravilhosos na minha vida. E, da mesma forma, de incalculáveis barrancos já despenquei.  Em ambas as situações eu pude aprender muito. Eu acredito no poder que a vida tem de nos ensinar. Podemos crescer indo à escola e também através da experiência dos mais velhos. Entretanto, é o dia-a-dia, é a dor do momento que nos molda e que nos desenha. E quando eu paro para pensar no passado, tendo sido ele alegre ou triste, eu sinto um gostinho bom. Possivelmente, ele não saiba disso, mas irá tomar ciência pelo jornal: pai, você está presente em todas as minhas memórias. E, possivelmente, papai, você é o culpado por eu ver o lado bom em tudo!

Gente, eu me lembro do meu pai em detalhes minuciosos! Pra mim, ele sempre foi e será o homem mais inteligente do mundo, sem exagero! Quando eu era pequena, adorava vê-lo falar, não importava o tema. A facilidade que ele tinha de desbravar os mais cintilantes assuntos me deixava perplexa. Nunca vou me esquecer do orgulho que eu tinha – e sempre terei – de andar nas ruas de mãos dadas com ele... Eu adorava passear com ele pela Avenida Amaral Peixoto e ver como meu pai era conhecido, querido e lembrado. Eu adorava passar as tardes com ele no seu escritório, desenhando com seus lápis de cor nas folhas de sulfite mais branquinhas que já vi! Foi meu pai o meu maior entusiasta nas notas do colégio. Ele sempre me presenteava quando eu chegava sorridente do Abel com mais um “10” para mostrar pra ele. Momentos felizes que não me saem da memória.

Quantas e quantas vezes, eu apenas mencionava um assunto perto dele, apenas para saber sua opinião. Jamais me esquecerei das tardes que passei com meu pai no clube, brincando, sorrindo e inventando histórias. Meu pai é tão fantástico, animado e contagiante que as minhas amigas queriam ser filhas dele. E eu? Eu morria de ciúmes, mas nunca confessei isso a ele. Também estará sempre comigo a lembrança da reunião entre eu, papai e meus avós, rindo e comendo uma boa comida árabe.

Não. Não estou dizendo que meu pai é indefectível. Mas quem o é? Eu não sou. E nem você, leitor, é. A questão é que o meu pai é perfeito pra mim. Do jeitinho que ele é. Com aquele poder, que só ele tem, de me dar um abraço apertado e demorado, que faz todos os meus problemas ir embora. Ele é e sempre será o meu super-herói. E isso ninguém discute. Se hoje eu sou jornalista, advogada, pensadora, enfim, se eu sou quem sou, devo a ele. A sua influencia perpassa o meu jeito de sorrir e de escrever (que eu herdei claramente dele...). Eu sou o meu pai na versão “menina levada”! E sou muito feliz por isso!

Em duas semanas, chegará ao cinema um filme que aborda este tema: a paternidade. O interessante de “O Castelo de Vidro” é a forma magistral que o diretor conseguiu imprimir na tela como o amor pode ser expresso de diferentes formas. No filme, o pai da família se esforça ao máximo para ter um emprego e dar aos filhos o sustento. Porém, por fugir um pouco das formas convencionais, ele é criticado e acaba se afastando dos próprios filhos. Bem, a película leva a uma reflexão profunda, afinal, anos depois, os próprios herdeiros reconhecem todo o valor do pai, através do seu esforço para fazê-los felizes. Belíssima obra de arte do cinema!

Bem, eu vou fechando este texto, com um agradecimento aos Céus! Tive pais magníficos e sou abençoada por isso. Espero que, assim como eu, neste domingo vindouro, que as pessoas possam parar um minutinho, fechar os olhos e, de coração, festejar o Dia dos Pais. Mais importante do que estar ao lado deste homem que nos fez gente e nos criou, é reconhecer a importância dele nas nossas vidas, na nossa criação e nos nossos valores. Eu me reconheço no meu pai e tenho orgulho disso. Quero que ele saiba que ninguém ou nenhuma distância poderá nos separar, pois, afinal, ele vive em mim e sempre viverá. Aos pais de todo o Planeta, parabéns pelo dia dos senhores. Ao meu pai, o meu mais profundo e tenro “eu te amo”!


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